sexta-feira, 22 de setembro de 2023

ASSUMINDO NOSSOS ERROS - SHABAT SHALOM M@IL - PARASHÁ HAAZINU E YOM KIPUR 5784

BS"D
O e-mail desta semana é dedicado à Refua Shleima (pronta recuperação) de 

Sr. Gabriel David ben Rachel

Avraham Yaacov ben Miriam Chava


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O e-mail desta semana é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) de 
Haviva Bina bat Moshe z"l  
Aharon Yitzhack ben David Calman z"l 


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Para dedicar uma edição do Shabat Shalom M@il, em comemoração de uma data festiva, no aniversário de falecimento de um parente, pela cura de um doente ou apenas por Chessed, entrar em contato através do e-mail 
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MENSAGEM DA PARASHÁ HAAZINU E YOM KIPUR

ASSUNTOS DA PARASHÁ HAAZINU
  • O Cântico de Moshé.
  • Chessed de D'us com o povo judeu.
  • Prosperidade causa afastamento de D'us.
  • A queda espiritual das futuras gerações.
  • A Fúria de D'us.
  • Falsa noção dos conquistadores.
  • Fonte do sofrimento do povo judeu.
  • Consolo do povo judeu.
  • Aviso de D'us que Moshé vai morrer.
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ASSUMINDO NOSSOS ERROS - PARASHÁ HAAZINU E YOM KIPUR 5784 (22/set/23)

Alguns meninos estavam brincando de jogar bola na rua, ao lado de onde morava o Rav Yaacov Kanievsky zt"l (Ucrânia, 1899 - Israel, 1985), mais conhecido como Steipler. Um dos meninos, de forma não intencional, acabou jogando a bola em uma das janelas da casa do Steipler, quebrando o vidro. Imediatamente o Steipler correu para fora e perguntou, muito bravo, quem havia feito aquilo. Um dos meninos, mesmo estando com muito medo, acabou confessando. O Steipler gritou com a criança, mas imediatamente ele se conteve e parou de gritar. Ele então virou-se para o garoto e perguntou quantos anos ele tinha. O menino, ainda assustado, respondeu que tinha 11 anos. O Steipler então perguntou ao menino qual seria a Parashá do seu Bar Mitzva e em qual sinagoga ele rezava. O menino, mesmo sem entender, respondeu. O Steipler então agradeceu e voltou pra casa.

Passados quase 2 anos, o Steipler já estava bem velhinho e tinha dificuldades até mesmo para caminhar. Porém, certo Shabat ele avisou aos seus familiares que queria rezar em um Beit Haknesset que ficava bem longe da sua casa, do outro lado da cidade. Os familiares tentarem fazê-lo mudar de ideia, pois sabiam como aquela caminhada seria dolorosa para ele, mas o Steipler estava decidido. Andando bem devagar e com muita dificuldade, o Steipler foi até o outro lado da cidade. Uma multidão o seguiu pelas ruas. Quando ele entrou no Beit Haknesset, as pessoas viram que um Bar Mitzva estava acontecendo. Era justamente o Bar Mitzva daquele menino com quem o Steipler tinha gritado quase dois anos antes. O Steipler então recebeu uma Aliá. Logo após fazer a Berachá final, ele sussurrou algo no ouvido do garoto, que acenou afirmativamente com a cabeça. Logo depois ele foi embora. As pessoas ficaram muito curiosas, querendo muito saber o que o Steipler havia falado. O rapaz então explicou:

- O Steipler me disse: 'Agora que você é adulto, você me perdoa por tê-lo insultado em público?'"

São através destas pequenas histórias que percebemos a grandeza dos nossos Rabanim. O Steipler poderia achar que estava no direito de gritar com o menino que havia quebrado sua janela com uma bolada. Ele poderia achar que não havia nenhum problema em gritar com uma criança. Ele poderia achar que era sua obrigação educar aquele menino. Porém, o Steipler teve a grandeza de perceber que havia cometido um erro. E ele fez um esforço tremendo para consertá-lo. Isso é o que D'us espera de nós quando cometemos erros, que possamos assumi-los para, desta maneira, conseguirmos consertá-los.

Nesta semana lemos a Parashá Haazinu (literalmente "Escute"), um Cântico de louvor a D'us feito por Moshé antes do seu falecimento. Moshé adverte ao povo judeu para que as futuras gerações não se desviassem, com as possíveis consequências negativas caso eles transgredissem. Ele também louva D'us por Sua retidão e perfeição no julgamento, como está escrito: "As obras da Rocha (D'us) são perfeitas, pois todos os Seus caminhos são justos; D'us é confiável, sem injustiça, Ele é justo e reto" (Devarim 32:4).
 
O conceito de D'us ser um Juiz nos conecta com a nossa próxima parada do Calendário Judaico: a Festa de Yom Kipur, também conhecido como "O Dia do Perdão", um dos dias mais sagrados do ano, no qual temos a oportunidade de expiar todas as transgressões que cometemos durante o ano. É um dia de súplicas e de nos abstermos dos prazeres materiais, que utilizamos durante o ano de maneira desequilibrada, muitas vezes indo contra a vontade de D'us por causa de nossos desejos desenfreados.

Segundo a Mishná (Taanit 4:8), Yom Kipur é o dia mais feliz do ano. Parte desta alegria é a proximidade que podemos ter com D'us. Se compara com a alegria de uma pessoa se afogando que vê uma lancha chegando para salvá-la. Mas o que aconteceria se o salva-vidas estendesse a mão e a pessoa se afogando não quisesse estender sua mão de volta? Certamente morreria afogada! Da mesma maneira, nesta época D'us vem até nós e estende Sua Mão. Agora temos que fazer a nossa parte para sermos salvos. Por isso é tão grave não mudarmos e não melhorarmos nada nestes dias. Mas o que significa "fazer a nossa parte"?

De acordo com o Rav Moshe Cordovero (Israel, 1522-1570), em seu livro "Tomer Dvora", cada vez que uma pessoa faz uma transgressão, ela cria um anjo de destruição. Este anjo também precisa ser "sustentado", isto é, precisa receber energia. Quem deveria fornecer esta energia? A própria pessoa que o criou. Porém, isso poderia custar a vida da pessoa ou sofrimentos terríveis. Em um ato de incrível misericórdia, D'us "sustenta" este anjo, até a pessoa fazer Teshuvá. Mas então o que é feito com este anjo de destruição? Ele é atirado contra aqueles que fizeram mal ao povo judeu, após o povo judeu se arrepender e fazer o Vidui (confissão). Porém, sabemos que a Teshuvá verdadeira é composta de quatro passos: abandonar a transgressão, arrependimento, compromisso com o futuro e Vidui. Então por que o Rav Moshe Cordovero fala apenas do Vidui?

Talvez nós não entendamos a importância do Vidui. Muitas vezes achamos que é desnecessário ficarmos confessando nossas transgressões para D'us, pois Ele sabe tudo, não apenas o que fizemos, mas também qual era as intenções do nosso coração. Porém, de acordo com o Rambam (Espanha, 1135 - Egito, 1204), o Vidui é uma Mitzvá da Torá, como está escrito "E será que, quando alguém incorrer em culpa em qualquer um destes casos, confessará o pecado que cometeu" (Vayikrá 5:5).

Este Shabat também é chamado de "Shabat Shuva", por ser o último Shabat antes de Yom Kipur, quando estamos imersos em pensamentos e atos de arrependimento (Teshuvá), e também por causa das primeiras palavras da Haftará lida neste Shabat: "Shuva Israel" (Retornem, Israel). E assim está escrito: "Retornem, Israel, para Hashem, teu D'us, pois vocês tropeçaram nas suas transgressões. Levem as palavras com vocês e voltem para D'us" (Hoshea 14:2,3). O que significa "levem as palavras com vocês"? De acordo com o Rabeinu Bachaie zt"l (Espanha, 1255 - 1340), refere-se ao Vidui, pois este é o caminho verdadeiro para voltar a D'us.

Nossos sábios explicam que, apesar de a Teshuvá ser composta por quatro passos, e todos eles serem fundamentais, o Vidui é o único que garante que a pessoa realmente não voltará às transgressões. Mas que garantia é esta? Qual é a diferença entre o Vidui e os outros passos da Teshuvá?

Um dos tropeços que mais marcaram a humanidade foi o de Adam Harishon, que trouxe ao mundo morte e sofrimento. Mas como alguém em um nível tão elevado pôde ir contra a vontade de D'us? De acordo com o Rav Moshe Chaim Luzatto zt"l, Adam entendeu que o propósito da vida era santificar o Nome de D'us. E como isto poderia ser feito? Passando por testes, como fizeram nossos patriarcas, que se elevavam após vencer cada um deles, como está escrito sobre Avraham Avinu após seu último teste: "Agora eu sei que você tem temor a D'us" (Bereshit 22:12). Adam sabia que não teria grandes testes no Gan Éden. Então o que ele fez? Se colocou em teste. Ele quis errar de maneira proposital, "Leshem Shamaim" (em Nome dos Céus), para aumentar seu nível de teste. Sua ideia era errar, cair espiritualmente, para depois se arrepender e voltar para um nível ainda mais alto.

Em outras palavras, Adam Harishon começou a fazer "cálculos" com a vontade Divina. Ele errou, pois apesar de achar que estava fazendo as coisas "Leshem Shamaim", no fundo ele permitiu que seus desejos se misturassem, como está escrito: "A árvore era boa para comer e era uma delícia aos olhos, e a árvore era desejável" (Bereshit 3:6). O erro foi tão grave que D'us quis condená-lo à morte. No final das contas, Adam se arrependeu e D'us revogou sua pena de morte. Porém, ele não foi completamente perdoado. Ele foi expulso do Gan Éden, perdeu sua imortalidade e passou a ter dificuldades com o seu sustento.

Nossos sábios dizem que Adam passou 130 anos de sua vida jejuando e separado de sua esposa, como formas de expiação espiritual, algo exemplar. Então por que ele não foi completamente perdoado? O que faltou na Teshuvá de Adam? Responde o Rav Yaacov Galinsky zt"l (Polônia, 1920 - Israel, 2014) que apesar de Adam ter feito Teshuvá, foi algo incompleto, pois ele não havia feito Vidui. Por que? Pois ele não achava que havia errado. Ele se arrependeu pelo ato, mas não se arrependeu pela motivação, pois acreditava que havia sido "Leshem Shamaim". O orgulho derrubou Adam, e mesmo quando D'us estendeu a Mão para ele e pediu "Faça Teshuvá", ele não estendeu a mão de volta para D'us, pois achava que não havia transgredido.
 
Esta é, portanto, a importância do Vidui. Quando alguém percebe que errou e entende os motivos que o levaram a esta queda espiritual, ele não vai mais voltar a transgredir. O Vidui nos salva da auto enganação. Ao fazermos o Vidui com as intenções corretas, assumimos a responsabilidade por nossos erros. Esse é o primeiro, e um dos mais importantes, passos para nos levantarmos e não voltarmos a cair.

A próprio texto do Vidui já nos ensina um pouco mais sobre como devemos fazer Teshuvá pelos nossos erros. Antes de cada uma das transgressões mencionadas nós dizemos "Al Chet SheChatanu Lefanecha", que literalmente significa "Pelas transgressões que nós transgredimos diante de Você". "Pelas transgressões" nos ajuda a entender que nossos atos têm consequências. "Que nós transgredimos" nos ajuda a entender que nós erramos, que é nossa responsabilidade, e que não devemos procurar desculpas e nem em quem colocar a culpa. "Diante de Você" nos ajuda a entender que nossas transgressões são graves, pois são rebeldias contra o Criador do mundo. Quando erramos, D'us estende Sua Mão para nos receber de volta. Que possamos, com humildade, estender nossa mão e voltarmos aos caminhos corretos. 

SHABAT SHALOM E GMAR CHATIMÁ TOVÁ - QUE SEJAMOS SELADOS NO LIVRO DA VIDA

 R' Efraim Birbojm

 

Este E-mail é dedicado à Refua Shlema (pronta recuperação) de: Chana bat Rachel, Pessach ben Sima.
 
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Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) dos meus queridos e saudosos avós, Ben Tzion (Benjamin) ben Shie Z"L e Frade (Fany) bat Efraim Z"L, que lutaram toda a vida para manter acesa a luz do judaísmo, principalmente na comunidade judaica de Santos. Que possam ter um merecido descanso eterno.
 
Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) dos meus queridos e saudosos avós, Meir ben Eliezer Baruch Z"L e Shandla bat Hersh Mendel Z"L, que nos inspiraram a manter e a amar o judaísmo, não apenas como uma idéia bonita, mas como algo para ser vivido no dia-a-dia. Que possam ter um merecido descanso eterno.
 
Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) de minha querida e saudosa tia, Léa bat Meir Z"L. Que possa ter um merecido descanso eterno.
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Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) de: Moussa HaCohen ben Gamilla z"l, Renée bat Pauline z"l.
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Para inscrever ou retirar nomes da lista, para indicar nomes de pessoas doentes ou Leilui Nishmat (elevação da alma), e para comentar, dar sugestões, fazer críticas ou perguntas sobre o E-mail de Shabat,favor mandar um E-mail para ravefraimbirbojm@gmail.com
 
(Observação: para Refua Shlema deve ser enviado o nome do doente e o nome da mãe. Para Leilui Nishmat, os Sefaradim devem enviar o nome do falecido e o nome da mãe, enquanto os Ashkenazim devem enviar o nome do falecido e o nome do pai).
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SHANÁ TOVÁ UMETUKÁ - SHABAT SHALOM M@IL

BS"D
 
MENSAGEM DE SHANÁ TOVÁ 5784
 
Chegamos novamente ao final de mais um ano, Baruch Hashem. Não foi um ano fácil. Incertezas na política do Brasil e uma situação de quase guerra civil em Israel nos deixam tensos. Porém, temos que lembrar que tudo está nas mãos de D'us, é Ele que controla tudo, e tudo o que Ele faz é sempre para o bem. Se tivermos Emuná, poderemos ficar tranquilos, sabendo que o mundo está em boas Mãos.
 
Para ilustrar este sentimento, compartilho com vocês uma linda história:
 
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"Certa vez, um rabino precisou fazer uma viagem e chamou um táxi. O taxista era um homem extremamente educado e cordial, e o táxi era bem confortável e espaçoso. A única coisa que chamou muito a atenção do rabino foi que, diante do banco do passageiro havia outro volante, igual ao do motorista. Ele achou muito estranho, não entendeu para que servia aquele segundo volante. A curiosidade falou mais alto e ele finalmente tomou coragem e perguntou:

- Perdão pela curiosidade, mas para que serve este volante diante do banco do passageiro? Ele funciona?

O taxista deu risada ao ouvir a pergunta e disse:

- Não tem um único passageiro que entra no meu carro e não pergunta sobre este volante. Sei que parece estranho, mas vou explicar ao senhor. Eu tenho um filho pequeno que é hiperativo. Isto era especialmente perigoso nos momentos em que viajávamos de carro, pois todas as vezes que ele entrava no carro, quase me deixava louco. Ele queria ficar apertando todos os botões, ligava e desligava o rádio, acionava o pisca alerta e queria mexer até no câmbio. Eu tinha medo de me desconcentrar e acabar batendo o carro. Certo dia, eu tive uma ideia genial. Instalei este volante diante do banco do passageiro e perguntei ao meu filho se ele queria dirigir. Ele ficou muito empolgado com a ideia de estar conduzindo sozinho o veículo. Agora, andar de carro é uma maravilha, pois ele fica tão concentrado no volante, achando que realmente é ele que está conduzindo, que não mexe em mais nada e me deixa dirigir em paz."

Assim também acontece em nossas vidas. Vivemos com a falsa sensação de que somos nós que estamos dirigindo nossas vidas. Esquecemos que, na verdade, é D'us que está dirigindo, enquanto nós estamos apenas mexendo em um "falso volante", concentrados, achando que somos nós que estamos no controle da situação.
 
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Mais um ciclo que se fecha em nossas vidas. Um ano cheio de aprendizados. A vida nos dá a incrível oportunidade de aprendermos sempre, tanto com as vitórias quanto com as derrotas. Um ano cheio de bondades escondidas, de maneira que precisamos refletir para percebê-las. Novas oportunidades de trabalho, conhecer pessoas maravilhosas e, principalmente, poder continuar fazendo o que eu mais gosto na vida: ensinar Torá. Se refletirmos, entenderemos que temos apenas motivos para agradecer, pois, mesmo nas dificuldades, percebemos a Mão de Hashem nos direcionando.
  
Além de agradecer imensamente a D'us por todas as oportunidades que Ele mandou neste ano, tenho muito a agradecer a vocês, leitores do Shabat Shalom M@il. Este e-mail já virou parte central da minha vida, uma fonte de aprendizado, uma incrível oportunidade de poder transmitir deliciosos ensinamentos de Torá.

É com este sentimento que me dedico semanalmente ao Shabat Shalom M@il. Aproveito a oportunidade para agradecer por todo o apoio, pelos elogios, incentivos e sugestões que recebi durante o ano. É gratificante escutar pessoas que compartilham estes ensinamentos nas Seudót de Shabat. É a alegria de poder estar dando uma pequena contribuição para que os ensinamentos da Torá possam ser passados para as futuras gerações. Espero que os ensinamentos que compartilhei durante o ano possam ter ajudado todos a melhorarem e crescerem espiritualmente, da mesma maneira que certamente me ajudaram.
 
Agradeço a cada um dos leitores, por serem a minha fonte de inspiração e motivação. Agradeço à minha esposa e filhos, pela alegria que me trazem e por abrirem mão do tempo que eu dedico para escrever o Shabat Shalom M@il. Agradeço aos meus pais, por toda a dedicação, pelo amor que recebi, pela excelente educação que me deram e pelos valores que me transmitiram. E, acima de tudo, agradeço a D'us, pela bondade infinita de ter me colocado em um caminho de Torá e Mitzvót e pela força que Ele me dá todos os instantes.
 
Que possamos aproveitar este último dia do ano para aumentar ainda mais os nossos méritos. Como estamos todos de coração mais aberto, é hora de reconstruir relacionamentos abalados e pedir perdão àqueles que possamos ter magoado. Nestes últimos dias do ano abrem-se os portões da Misericórdia de D'us e recebemos uma ajuda especial para o nosso crescimento espiritual.
 
Aproveito a oportunidade para pedir perdão a qualquer um que possa ter se sentido ofendido pelas mensagens que eu enviei ou por alguma atitude que eu tenha tomado. Se alguém tiver alguma mágoa ou reclamação, por favor, me avise para que eu possa pedir perdão pessoalmente. Também perdoo de coração a qualquer um que possa ter me causado sofrimentos.
 
Que possamos ser inscritos no Livro da Vida, com muita saúde, sustento, alegrias, paz e espiritualidade. E que neste ano de 5784 possamos continuar nos encontrando, semanalmente, neste incrível mundo dos conhecimentos da Torá.
 
SHANÁ TOVÁ UMETUKÁ, KETIVÁ VE CHATIMÁ TOVÁ
 
Com muito carinho,
 
R' Efraim Birbojm
efraimbirbojm@gmail.com
 
 






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