segunda-feira, 3 de outubro de 2022

MENSAGEM DE SHANÁ TOVÁ 5783

BS"D

MENSAGEM SHANÁ TOVÁ 5783
 
Baruch Hashem, temos novamente a enorme alegria de chegarmos ao fim de mais um ano. Este também não foi um ano fácil, com uma guerra novamente nos jogando no mundo das incertezas, mas aos poucos tudo vai voltando ao normal e a tranquilidade vai voltando ao mundo. Mais um ciclo que se fecha em nossas vidas. Um ano cheio de aprendizados. A vida nos dá a incrível oportunidade de aprendermos sempre, tanto com as vitórias quanto com as derrotas.
 
Muitas vezes as bondades de D'us vêm escondidas, de maneira que precisamos refletir para percebê-las. Por isso, desejamos "Shaná Tová Umetuká", que o ano não seja apenas bom, mas que também possamos perceber as infinitas bondades de D'us em nossas vidas e sentir a doçura da Sua bondade.
 
Precisamos enxergar as infinitas bondades que recebemos durante o ano, começando pelo simples ato de podermos abrir os olhos a cada manhã, por cada respiração, por cada batimento do nosso coração. Que presente maravilhoso é poder acordar todos os dias de manhã e enxergar as maravilhas do mundo, ou poder levantar da cama e caminhar com as nossas próprias pernas. Quanto vale ter saúde? Quanto vale ter uma família e amigos? Somos milionários! O simples fato de estarmos vivos por si só já vale o agradecimento e o reconhecimento a D'us.
 
Além de agradecer imensamente a D'us por todas as oportunidades que Ele mandou neste ano, tenho muito a agradecer a vocês, leitores do Shabat Shalom M@il. Este e-mail já virou parte central da minha vida, uma fonte de aprendizado, uma incrível oportunidade de poder transmitir deliciosos ensinamentos de Torá. Para ilustrar meu sentimento de gratidão, compartilho com vocês uma linda história:
 
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Um judeu cego certa vez se aproximou de um grande rabino, chamado Rav Isser Zalman Meltzer zt"l, e colocou diante dele dois livros de grande volume, que continham as explicações e comentários sobre a Torá que ele havia escrito antes de ter ficado cego. O homem pediu para que o Rav Isser Zalman abrisse em uma certa página e disse: "Este foi a última coisa que eu escrevi antes de ficar completamente cego".

O Rav Isser Zalman ficou curioso sobre a história da vida daquele homem e o motivo pelo qual seu último comentário o havia marcado tanto. O homem contou que havia começado a escrever aqueles comentários enquanto ainda era muito jovem. Isso lhe custava muito esforço, mas ele se alegrava muito em buscar e se aprofundar nas mais complexas explicações e comentários. Por muitos anos ele trabalhou duro para escrever seus comentários. Mas os anos foram passando, as forças foram diminuindo e o trabalho foi ficando cada vez mais difícil. No dia em que ele escreveu aquele último comentário, ele pensou: "Já me esforcei o suficiente. Está ficando muito difícil para mim reunir mais comentários sobre a Torá, este será o meu último trabalho. A partir de hoje eu continuarei estudando, mas não com a mesma intensidade e profundidade. Eu já não tenho mais forças". O homem parou por alguns segundos, deu um largo suspiro e falou:

- Imediatamente depois de ter tomado esta decisão, eu fiquei completamente cego.

Desesperado, ele correu aos melhores especialistas. Após longos e minuciosos exames, o médico concluiu: "Com as condições que os seus olhos apresentam, você deveria ter ficado completamente cego há mais de 10 anos. Com toda a minha experiência não consigo entender como você não havia ficado cego até hoje. Nunca vi em minha vida um caso como o seu. Certamente foi um grande milagre"

Todo o tempo que aquele homem se sentiu impelido pela vontade de escrever comentários sobre a Torá, todo o tempo em que ele mergulhou para buscar forças que nem mesmo ele sabia que tinha, ele recebeu forças sobrenaturais. Ele viu coisas com seus olhos que outros seres humanos não conseguiriam ver, pelo simples fato de que ele tentou, ele se esforçou, ele buscou fazer o impossível. Mas no momento em que ele falou "basta", ele perdeu suas forças sobrenaturais.
 
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É com este sentimento que me dedico semanalmente ao Shabat Shalom M@il. Aproveito a oportunidade para agradecer por todo o apoio, pelos elogios, incentivos e sugestões que recebi durante o ano. É gratificante escutar pessoas que compartilham estes ensinamentos nas Seudót de Shabat. É a alegria de poder estar dando uma pequena contribuição para que os ensinamentos da Torá possam ser passados para as futuras gerações. Espero que os ensinamentos que compartilhei durante o ano possam ter ajudado todos a melhorarem e crescerem espiritualmente, da mesma maneira que certamente me ajudaram.
 
Agradeço a cada um dos leitores, por serem a minha fonte de inspiração e motivação. Agradeço à minha esposa e filhos, pela alegria que me trazem e por abrirem mão do tempo que eu dedico para escrever o Shabat Shalom M@il. Agradeço aos meus pais, por toda a dedicação, pelo amor que recebi, pela excelente educação que me deram e pelos valores que me transmitiram. E, acima de tudo, agradeço a D'us, pela bondade infinita de ter me colocado em um caminho de Torá e Mitzvót e pela força que Ele me dá todos os instantes.
 
Que possamos aproveitar estes últimos dias do ano para aumentar ainda mais os nossos méritos. Como estamos todos de coração mais aberto, é hora de reconstruir relacionamentos abalados e pedir perdão àqueles que possamos ter magoado. Nestes últimos dias do ano abrem-se os portões da Misericórdia de D'us e recebemos uma ajuda especial para o nosso crescimento espiritual.
 
Aproveito a oportunidade para pedir perdão a qualquer um que possa ter se sentido ofendido pelas mensagens que eu enviei ou por alguma atitude que eu tenha tomado. Se alguém tiver alguma mágoa ou reclamação, por favor, me avise para que eu possa pedir perdão pessoalmente. Também perdoo de coração a qualquer um que possa ter me causado sofrimentos.
 
Que possamos ser inscritos no Livro da Vida, com muita saúde, sustento, alegrias, paz e espiritualidade. E que neste ano de 5783 possamos continuar nos encontrando, semanalmente, neste incrível mundo dos conhecimentos da Torá.
 
SHANÁ TOVÁ UMETUKÁ, KETIVÁ VE CHATIMÁ TOVÁ
 
Com muito carinho,
 
R' Efraim Birbojm
efraimbirbojm@gmail.com
 
 






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sexta-feira, 23 de setembro de 2022

NÃO SE ACOSTUME - SHABAT SHALOM M@IL - PARASHÁ NITZAVIM 5782 e ROSH HASHANÁ 5783

BS"D
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MENSAGEM DA PARASHÁ NITZAVIM / ROSH HASHANÁ

 
ASSUNTOS DA PARASHÁ NITZAVIM
  • Renovação do Pacto.
  • Advertência contra idolatria.
  • Arrependimento e Redenção.
  • A Torá é acessível a todos.
  • Livre-Arbítrio.
BS"D

NÃO SE ACOSTUME - PARASHÁ NITZAVIM 5782 e ROSH HASHANÁ 5783 (23/set/22)

"Em uma noite muita fria, Rafael, um homem muito rico, encontrou um mendigo velhinho na rua. Ele se comoveu com o estado daquele homem, que estava sem nenhum agasalho e com os pés descalços. Com um nó na garganta, ele perguntou ao mendigo:

- Você não sente frio aqui fora, sem sapatos e sem casaco?

- Sinto, mas me já me acostumei com isso - disse o mendigo, com um sorriso triste em seu rosto.

- Espere um pouco, acho que eu posso te ajudar. Entrarei em casa agora e trarei um casaco para você. Volto logo! - disse Rafael.

O pobre homem ficou muito feliz e esperançoso. Rafael entrou em casa, acabou se ocupando com os filhos e se esqueceu do mendigo. Logo pela manhã, ao abrir a janela e sentir o frio, Rafael se lembrou do velhinho e saiu para procurá-lo, mas o encontrou morto, com uma carta ao lado que dizia: "Quando eu não usava roupas quentes, eu conseguia lutar contra o frio por estar acostumado. Mas, quando você prometeu me ajudar, eu me apeguei à sua promessa e perdi meu poder de resistir"."

O ser humano tem a capacidade de se acostumar com qualquer situação, para o bem ou para o mal. D'us nos deu esta força para podermos suportar até mesmo as piores dificuldades e situações. Porém, quando mal usada, a capacidade de se acostumar pode nos causar estagnação e queda espiritual.

Nesta semana, no último Shabat do ano, lemos a Parashá Nitzavim (literalmente "Parados, de pé"), que traz as palavras de Moshé em seu último dia de vida. Esta Parashá traz assuntos muito conectados com Rosh Hashaná, o Dia do Julgamento, nossa próxima parada do Calendário Judaico, que começa no próximo domingo de noite. Em Rosh Hashaná somos julgados por tudo o que fizemos durante o ano. Todos os nossos atos, pensamentos e intenções passarão diante de D'us, tanto as boas ações quanto as transgressões, e seremos inscritos de acordo com a maioria dos nossos atos. Aqueles cujos bons atos são mais numerosos que os maus atos são inscritos entre os Tzadikim. Aqueles cujos maus atos são mais numerosos que os bons atos são inscritos entre os Reshaim. Aqueles cujos bons e maus atos estão equilibrados, os "Beinonim", ficam "pendurados" até Yom Kipur, isto é, têm alguns dias para se esforçar e fazer a balança pender para o lado positivo.
 
A Parashá fala, por exemplo, sobre a Mitzvá de Teshuvá, como está escrito: "Pois este mandamento que hoje eu ordeno a vocês não está oculto nem distante. Não está no céu, para que você precise dizer: 'Quem subirá ao céu por nós para buscá-la, para contá-la para nós, para que possamos cumpri-la?'. Nem está além do mar, para que você precise dizer: 'Quem passará para o outro lado do mar por nós e a trará, para nos contar, para que possamos cumpri-la?'. Em vez disso, está muito próxima de você. Está na tua boca e no seu coração, para que você possa cumpri-la" (Devarim 30, 11-14). Porém, como entender estas palavras de Moshé? Por acaso a Mitzvá de Teshuvá é algo fácil? Sentimos o quanto é difícil mudar nossos atos, consertar nossos erros e vícios! Então por que a Torá se refere à Teshuvá como se fosse algo fácil, que está ao nosso alcance?
 
A resposta está em outro versículo interessante da Parashá. Moshé novamente reforça o cuidado com o contato que o povo judeu teria com os habitantes da Terra de Israel, idólatras e imorais, como está escrito: "Pois vocês sabem como viveram na Terra do Egito e como atravessaram diversas nações. Vocês viram suas abominações e seus ídolos repugnantes, de madeira e pedra, de prata e ouro que estavam com eles" (Devarim 29:15-16)

Se prestarmos atenção neste versículo, perceberemos que há alguns detalhes que precisam de um entendimento mais profundo. Por exemplo, está escrito "que estavam com eles" após a prata e o ouro, mas o mesmo não ocorre após a madeira e pedra. Por que esta diferença? Explica Rashi (França 1040 - 1105) que os idólatras deixavam seus ídolos de pedra e de madeira do lado de fora, pois não temiam que fossem roubados. No entanto, em relação aos ídolos feitos de prata e ouro, a Torá descreve que "estavam com eles", isto é, trancados, dentro de seus cofres, porque eles temiam que esses ídolos caros pudessem ser roubados.
 
Isso nos ensina que o nível de honestidade e moralidade daqueles que acreditam nas idolatrias é muito mais baixo. Parte do senso de justiça e moralidade vem justamente do temor a D'us. Quando sabemos que há um Criador, Todo Poderoso, que é a Fonte de toda a moralidade, então sabemos que precisamos seguir Suas regras, entre elas o Mandamento de "Não roubar". Além disso, mesmo quando ninguém está olhando, aquele que tem temor a D'us sabe que Ele está sempre olhando, como ensinam nossos sábios: "Reflita sobre três coisas e você não pecará: Saiba o que há acima de você: um olho que vê, um ouvido que escuta, e todas as suas ações estão escritas em um livro" (Pirkei Avót 2:1).Os idólatras fazem o contrário, pois eles criam seus próprios deuses, de acordo com seus interesses, para que seus deuses cumpram suas vontades, e não para que eles cumpram a vontade de seus deuses. Os deuses de idolatria garantem sucesso, vitória e prazeres, não moralidade.  
 
Outro ponto que nos chama a atenção no versículo é que podemos perceber que a Torá começou se referindo às estátuas de idolatria da forma mais desprezível possível. A palavra "shikutzeichem", que significa "abominações", vem da palavra "sheketz", que significa "répteis", normalmente animais nojentos. A palavra "guiluleichem", que significa "repugnantes", vem de "galal", que significa "excremento". Porém, logo em seguida, a Torá descreve o material com os quais eram feitas as estátuas de idolatria, isto é, madeira e pedra, prata e ouro. Madeira e pedra não soam tão mal, são materiais normais, que fazem parte do nosso cotidiano. Já prata e ouro soam até mesmo atrativos. O que está ocorrendo? Os ídolos são repugnantes, como répteis e excrementos, ou valiosos e desejados, como prata e ouro?

O Rav Yitzchak Zev Soloveitchik zt"l (Bielorússia, 1886 - Israel, 1959), mais conhecido como Brisker Rav, explica que o versículo está ensinando que uma pessoa, ao ver algo abominável, tem uma reação natural imediata de repulsa. Porém, a tendência humana é que, após ver algo abominável por algum tempo, a pessoa acaba se acostumando, não sendo mais tão repugnante aos seus olhos, e começa a ser visto como algo comum, como madeira e pedra. Se a pessoa continuar a ver, vai ficar ainda mais acostumada e, no final, o que ela originalmente achava abominável, será considerado desejável aos seus olhos, como prata e ouro.

Podemos nos acostumar a qualquer situação. Se não conseguíssemos nos acostumar, nos adaptar, não conseguiríamos sobreviver. Os judeus sobreviveram ao inferno nazista, em condições insuportáveis, justamente pelo nossa capacidade de nos acostumarmos. Porém, por outro lado, pode ser bem destrutivo em termos espirituais. Infelizmente podemos acabar nos acostumando a qualquer coisa, e o que era antes asqueroso, pode se tornar algo normal e aceitável.

Isto é o que de fato o Talmud (Shabat 105b) nos ensina: "Este é o modo de trabalho do nosso Yetzer Hará, a nossa má inclinação: hoje ele nos aconselha "faça isso", amanhã nos diz "faça aquilo", até que eventualmente ele nos levará para a idolatria". Se não tomarmos cuidado, a vida torna-se uma ladeira escorregadia. Em cada etapa, a pessoa racionaliza o que originalmente era "impensável". Isso não a incomoda mais e, de fato, se torna o próximo nível, a partir do qual a pessoa afunda cada vez mais, até que chegue a adorar uma idolatria. Isso explica a linguagem da Torá, que diz que a Mitzvá de Teshuvá é algo fácil. Nós é que a tornamos difícil, ao nos acostumarmos com as imoralidades e injustiças.

Atualmente estamos espiritualmente entorpecidos pelo que vemos nos outdoors, nas propagandas dos ônibus e pelo que ouvimos na televisão e no rádio. Se pegarmos uma revista de trinta anos atrás e compararmos com uma de hoje, ficaríamos assombrados com a queda dos valores morais. Há trinta anos muitas coisas eram repulsivas, mas, com o tempo, tornaram-se "madeira e pedra". Ficamos acostumados a isso. Agora já é como "prata e ouro", e aguardamos ansiosamente a próxima edição.

A profissão do momento é ser "influenciador digital". Em geral, são pessoas muito jovens, com pouco conteúdo, mas que se tornaram formadores de opinião, influenciando milhões de pessoas no mundo inteiro e criando um falso senso de necessidade. Eles se dedicam a convencer as pessoas de que elas precisam de algo novo e diferente. Estamos testemunhando uma ofensiva agressiva contra nossos sistemas de valor. Eles tentam mudar os currículos escolares e cortar nosso vínculo com a próxima geração através de um sistema de valores distorcido. As novas gerações acabam aceitando esta nova "realidade" como sendo algo normal e, às vezes, até desejável. Coisas que há pouco tempo eram abomináveis atualmente são ensinadas nas escolas.
 
Rosh Hashaná está se aproximando. Precisamos quebrar nossos hábitos ruins. Mais do que isso, precisamos despertar da nossa sonolência, que nos mantém presos em uma vida de comodismo e aceitação. Precisamos pedir para que D'us nos ilumine, abra nossos olhos, para que possamos enxergar o quão baixo a humanidade chegou. O que era abominável tornou-se desejável, e muitas vezes já faz parte de nossas casas e de nossas vidas. Que possamos fazer Teshuvá, de todos os nossos maus atos e pensamentos, para sermos inscritos entre os Tzadikim, no Livro da Vida. 

SHABAT SHALOM E SHANÁ TOVÁ - QUE SEJAMOS INSCRITOS E SELADOS NO LIVRO DA VIDA 

R' Efraim Birbojm

 
Este E-mail é dedicado à Refua Shlema (pronta recuperação) de: Chana bat Rachel, Pessach ben Sima.
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Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) dos meus queridos e saudosos avós, Ben Tzion (Benjamin) ben Shie Z"L e Frade (Fany) bat Efraim Z"L, que lutaram toda a vida para manter acesa a luz do judaísmo, principalmente na comunidade judaica de Santos. Que possam ter um merecido descanso eterno.
 
Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) dos meus queridos e saudosos avós, Meir ben Eliezer Baruch Z"L e Shandla bat Hersh Mendel Z"L, que nos inspiraram a manter e a amar o judaísmo, não apenas como uma idéia bonita, mas como algo para ser vivido no dia-a-dia. Que possam ter um merecido descanso eterno.
 
Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) de minha querida e saudosa tia, Léa bat Meir Z"L. Que possa ter um merecido descanso eterno.
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Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) de: Moussa HaCohen ben Gamilla z"l, Renée bat Pauline z"l.
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Para inscrever ou retirar nomes da lista, para indicar nomes de pessoas doentes ou Leilui Nishmat (elevação da alma), e para comentar, dar sugestões, fazer críticas ou perguntas sobre o E-mail de Shabat,favor mandar um E-mail para ravefraimbirbojm@gmail.com
 
(Observação: para Refua Shlema deve ser enviado o nome do doente e o nome da mãe. Para Leilui Nishmat, os Sefaradim devem enviar o nome do falecido e o nome da mãe, enquanto os Ashkenazim devem enviar o nome do falecido e o nome do pai).
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