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quinta-feira, 14 de julho de 2022

ENXERGANDO O QUE SE QUER ENXERGAR - SHABAT SHALOM M@IL - PARASHÁ BALAK 5782

BS"D
Para dedicar uma edição do Shabat Shalom M@il, em comemoração de uma data festiva, no aniversário de falecimento de um parente, pela cura de um doente ou apenas por Chessed, entrar em contato através do e-mail 
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PARASHÁ BALAK



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MENSAGENS DA PARASHÁ BALAK

"Privacidade é uma brachá" - Parashat Balak - R. Efraim Birbojm - Hidabroot Brasil (2022)
ASSUNTOS DA PARASHÁ BALAK
  • Balak, rei de Moav, contrata Bilaam.
  • Bilaam pede permissão a D'us.
  • Mula de Bilaam e o anjo no caminho.
  • 3 tentativas de amaldiçoar o povo judeu convertidas em 3 Brachót.
  • A transgressão do povo judeu com as mulheres de Midian.
  • A transgressão pública de Zimri (Shimon) e Kosbi (Midian)
  • O zelo de Pinchás
BS"D

ENXERGANDO O QUE SE QUER ENXERGAR - PARASHÁ BALAK 5782 (15/jul/22)

Um homem estava em Paris. De repente, ele viu um pitbull atacando uma criança. Ele agiu rápido, conseguiu matar o pitbull e salvar a vida da garota. Um repórter, ao ver a cena, correu para entrevistar aquele herói. Seria uma incrível história para escrever em seu jornal.
 
- Diga-me, qual é o seu nome? Toda Paris vai amar você! A manchete de amanhã será: "Herói de Paris salva garota de um cão raivoso!"

- Mas eu não sou de Paris - disse o homem.

- Tudo bem - continuou o repórter - Então toda a França amará você e a manchete de amanhã será: "Herói francês salva menina de ataque de cachorro cruel!"

- Eu também não sou da França - corrigiu o homem.

- Não tem problema - continuou o repórter - Toda a Europa vai amar você. As manchetes de amanhã gritarão: "Herói europeu salva garota de um cão cruel!"

- Eu também não sou da Europa - corrigiu mais uma vez o homem - Eu sou de Israel.

- Ah, Ok, entendi - disse secamente o repórter.
 
Na manhã seguinte, saiu a manchete: "Judeu cruel mata cachorrinho de menina francesa!"

Pode ser uma piada, mas é um reflexo de como infelizmente a mídia distorce os fatos. Na realidade, não é apenas a mídia. Em nosso cotidiano, costumamos enxergar as situações da maneira como queremos. Distorcemos a realidade para que tudo se encaixe na forma como nós queremos ver cada situação.

Nessa semana lemos a Parashá Balak, que se conecta com o assunto final da Parashá da semana passada. O povo judeu se aproximava de sua entrada na Terra de Israel, depois de quase 40 anos vagando pelo deserto. Quando foram passar pela terra de Sichon, rei dos Emorim, os judeus pediram permissão para atravessar em paz, sem nenhum tipo de dano ou ameaça à soberania deles. Porém, os Emorim se levantaram contra o povo judeu e os atacaram, mas foram derrotados. Logo depois foi a vez de Og, o rei de Bashan, que também tentou se levantar contra o povo judeu e foi derrotado.

Nossa Parashá começa justamente com a descrição de como Balak, o rei de Moav, se sentiu ao ver o que havia acontecido com Sichon e Og, dois reis extremamente poderosos. Ele sentiu muito medo do povo judeu, imaginando que seu povo seria a próxima vítima deles. Após ver que os judeus haviam passado como um trator sobre seus inimigos, Balak entendeu que tentar guerrear contra um povo tão poderoso, com tamanha proteção espiritual, seria tolice. Ele então resolveu mudar de tática e, ao invés de uma guerra material, ele quis atacar o povo judeu espiritualmente. Balak contratou um dos maiores profetas da época, Bilaam, cujo potencial espiritual era do nível de Moshé Rabeinu.

Bilaam possuía um incrível poder na fala. Quem ele amaldiçoava era efetivamente amaldiçoado e sofria as consequências de sua energia negativa. De onde Balak conhecia Bilaam? Ele havia sentido na pele a força de suas maldições. Quando Moav estava em guerra contra os Emorim, o rei Sichon não conseguia derrotá-lo. Então ele contratou Bilaam para amaldiçoar Moav, e foi somente depois da maldição que o rei Sichon saiu vitorioso. Portanto, Balak tinha visto que o poder da fala de Bilaam era algo real e extremamente poderoso, e se apoiou na força de sua maldição para tentar vencer o povo judeu.
 
Como Balak sabia que Bilaam gostava de honra e dinheiro, mandou pessoas importantes para contratá-lo, oferecendo uma quantia enorme de moedas de ouro. Apesar de Bilaam saber que D'us não queria que ele fosse, mesmo assim decidiu ir com os emissários de Balak. E, quando estava no caminho, algo incrível aconteceu. O jumento no qual ele montava se recusou a continuar andando e, de repente, abriu a boca e começa a conversar com Bilaam. Desde o início da história da humanidade tal evento nunca havia ocorrido, de um animal conversar com um ser humano.

Mas qual é o grande ensinamento que este acontecimento traz para as nossas vidas? Infelizmente acabamos lendo a Torá sem refletir sobre os detalhes e, por isso, acabamos perdendo incríveis lições. Para entendermos o que ocorreu, precisamos tentar trazer as histórias da Torá para a nossa realidade. Imagine se estivéssemos, em um dia qualquer, dirigindo tranquilamente nosso carro pela estrada e, de repente, nos deparássemos com uma bifurcação. Sem o waze para nos auxiliar, ficaríamos na dúvida de qual dos dois caminhos é o correto, isto é, qual é aquele que nos levaria à cidade onde queremos chegar. Neste momento de dúvida, escolhemos aleatoriamente o caminho da esquerda. O que aconteceria se, neste exato momento, o nosso carro parasse e falasse conosco: "Ei, pare! Você está indo no caminho errado! O caminho correto era o da direita!". O que faríamos? Ao menos não pararíamos para refletir se realmente estamos indo no caminho correto?

Será que alguém poderia ignorar este acontecimento e continuar no caminho da esquerda como se nada tivesse acontecido? Dificilmente isso aconteceria, até mesmo se fosse uma pessoa comum, meio avoada, não muito inteligente e perspicaz. Portanto, esperaríamos que Bilaam, uma pessoa inteligente e perspicaz, dono de incríveis dons espirituais, parasse para questionar suas atitudes. Como uma pessoa como ele deveria ter reagido ao fato de o seu jumento estar falando que ele estava errado? Certamente deveria ter parado para refletir sobre aquele incrível acontecimento, completamente fora das leis da natureza. Ele deveria ter concluído que não estava utilizando seu poder da fala corretamente e que deveria retornar imediatamente para casa, arrependido por ter ido, sem a autorização de D'us, acompanhar pessoas ruins para fazer o mal. Isso não é claro como o dia? Isso não deveria ter deixado uma marca, uma impressão forte em Bilaam?

Mas, por incrível que pareça, este incrível evento não deixou absolutamente nenhuma marca em Bilaam. Ao final desse episódio, a Torá nos conta que "Bilaam levantou-se e retornou ao seu lugar" (Bamidbar 24:25). Isso não significa que ele retornou ao seu lugar apenas em termos físicos, mas também em termos espirituais. Mesmo após aquele milagre aberto, tudo voltou a ser o que era antes, não houve absolutamente nenhuma mudança. Bilaam, mesmo com todo o seu potencial, não conseguiu enxergar a incrível mensagem Divina.

De acordo com o Rav Yssocher Frand, essa é a importante lição a ser aprendida da nossa Parashá: o quão cego uma pessoa pode ser. Quando a pessoa tem algum motivo pessoal, que pode ser dinheiro, poder ou qualquer outro desejo, verdadeiros subornos ao nosso julgamento, ela pode ficar cega. D'us pode enviar uma mensagem claríssima, mas ela não conseguirá enxergar. Isso é assustador. Queremos sempre fazer o que é o correto. Ninguém quer intencionalmente fazer o mal e prejudicar os outros. Porém, uma situação pode estar clara como o dia para um observador atento, porém a própria pessoa que está indo no caminho da transgressão não consegue enxergar o que está diante dos seus próprios olhos. E o mais assustador é o fato de que, se isso pôde acontecer com Bilaam, alguém com um potencial espiritual tão elevado, que podia falar diretamente com D'us, pode acontecer a qualquer um de nós. Se até mesmo Bilaam ficou completamente "cego" por causa de seus subornos, qualquer um de nós também pode ficar.
 
Explica o livro "Messilat Yesharim", de autoria do Rav Moshe Chaim Luzzato zt"l (Itália, 1707 - Israel, 1746), que o mundo material se assemelha a uma noite escura. A escuridão pode trazer dois problemas para o ser humano. O primeiro problema é a pessoa não conseguir enxergar nada, mesmo o que está diante dela. Por isso, quando aparecem obstáculos no caminho, a pessoa simplesmente cai, sem nem mesmo ter percebido o perigo que estava diante dela. Porém, o segundo problema é certamente muito mais grave. A escuridão pode causar na pessoa uma ilusão de ótica, de forma que ela pensa que um pilar é uma pessoa e uma pessoa é um pilar. Isso quer dizer que uma pessoa pode passar uma vida inteira achando que o mal é algo bom e que o bem é algo ruim. Desta maneira, a pessoa vai fortalecer seus maus atos, pois não apenas a pessoa não enxerga a verdade, mas também inverte os valores e procura evidências para apoiar suas teorias e ideias falsas. O grande problema desta "cegueira espiritual" é que a pessoa não engana os outros, ela engana a si mesma.
 
Como fugir desta "cegueira espiritual"? Explica o Rav Moshe Chaim Luzzato que há duas maneiras. A primeira é se aconselhar com os sábios de Torá, pois além de terem o conhecimento das leis espirituais, eles estão livres dos nossos subornos e podem nos orientar sem estarem sob influência dos nossos desejos. Outro conselho dos nossos sábios é fazer "Cheshbon Hanefesh", isto é, refletir sobre nossos atos, principalmente nos momentos em que não estamos com o desejo fervendo dentro de nós.

Este é o principal ensinamento que pode ser extraído do incidente com Bilaam: não há maior cego do que aquele que não quer ver. Sabemos o final medíocre da vida de Bilaam, alguém com potencial de Moshé Rabeinu, mas que escolheu um caminho de prazeres e honra. Que possamos abrir os nossos olhos.

SHABAT SHALOM

R' Efraim Birbojm

 
Este E-mail é dedicado à Refua Shlema (pronta recuperação) de: Chana bat Rachel, Pessach ben Sima.
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Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) dos meus queridos e saudosos avós, Meir ben Eliezer Baruch Z"L e Shandla bat Hersh Mendel Z"L, que nos inspiraram a manter e a amar o judaísmo, não apenas como uma idéia bonita, mas como algo para ser vivido no dia-a-dia. Que possam ter um merecido descanso eterno.
 
Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) de minha querida e saudosa tia, Léa bat Meir Z"L. Que possa ter um merecido descanso eterno.
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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

SHABAT SHALOM MAIL - PARASHÁ VAERÁ 5771

BS"D
PARA VER É PRECISO QUERER - PARASHÁ VAERÁ 5771 (31 de dezembro de 2010)
"Certa vez o Rav Yechezkel Levenstein estava em um taxi em Israel e começou uma conversa com o taxista. Em certo momento a conversa caiu no assunto de milagres que D'us faz para nos despertar. Então os olhos do taxista brilharam e ele começou a contar para o rabino uma história fantástica que havia vivenciado muitos anos atrás.
O taxista contou que ele e alguns amigos, logo que terminaram o exército, decidiram fazer uma viagem para conhecer o mundo. Um dos passeios escolhidos foi um safári nas selvas africanas. Uma noite, quando estavam todos dormindo em uma cabana no meio da floresta, um dos seus amigos, um rapaz chamado Yigal, começou a gritar. Todos acordaram assustados e viram que havia uma jibóia enrolada no corpo de Yigal. A cobra apertava tão forte que ele não podia respirar, e apesar dos esforços, ninguém conseguiu arrancar a cobra. Ninguém sabia o que fazer, pois o rapaz começou a ficar azul, completamente sem ar, chegando perto de morrer.
Finalmente um dos amigos gritou: "Yigal, se você vai morrer, diga pelo menos o Shemá Israel!". Yigal, com o pouco que havia lhe restado de forças, começou a recitar o Shemá Israel em voz alta. Mal havia terminado o primeiro versículo quando, de repente e sem nenhum motivo lógico, a cobra o soltou e rastejou para longe.
O taxista então contou que, por causa deste incidente, Yigal mudou a sua forma de ver a vida. Ele reconheceu que D'us havia feito um grande milagre para salvá-lo. Após algum tempo tornou-se um Baal Teshuvá (começou a cumprir as Mitzvót), casou-se com uma boa moça e tiveram muitos filhos Tzadikim (Justos).
O Rav Yechezkel Levenstein ficou pasmo com aquela história fantástica de Hashgachá Pratid (Supervisão Particular de D'us). Após alguns momentos de reflexão, de repente ele virou-se para o motorista e perguntou:
- E você, não mudou nada na sua vida após ter visto com seus próprios olhos tudo isto acontecendo?
- É claro que não - respondeu o taxista - esta história aconteceu com meu amigo, não comigo!"
Muitas vezes vemos no mundo acontecerem eventos fantásticos e milagrosos. Será que aproveitamos estes momentos para uma introspecção, ou seguimos nossas vidas como se nada tivesse acontecido? (História real)
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Na Parashá desta semana, Vaerá, D'us ordenou a Moshé que fosse ao Faraó pedir-lhe que libertasse o povo judeu, mas o Faraó recusou-se. D'us então começou Sua vingança contra os egípcios, castigando-os por todas as maldades que haviam cometido. O Egito foi completamente devastado por 10 terríveis pragas, e somente depois disso os judeus foram libertados.
Durante as pragas, o comportamento do Faraó seguiu um padrão interessante. Quando D'us mandava sofrimentos para o Faraó, ele se arrependia dos seus erros e decidia libertar os judeus. Mas logo que os sofrimentos passavam e a situação melhorava, ele voltava às suas maldades com força total. Será que ele não entendia que se não endireitasse seus caminhos os sofrimentos voltariam outra vez? O Faraó era um tonto?
Outro detalhe interessante ocorreu após a sétima praga, granizo, que matou todos os animais dos egípcios que permaneceram no campo. A situação no Egito tornou-se caótica, nos campos egípcios havia dezenas ou centenas de animais mortos. O Faraó então mandou emissários para saber qual era a situação em Goshen, onde viviam os judeus, como está escrito: "... e morreu todo o gado do Egito, mas do gado dos filhos de Israel não morreu nenhum. E enviou o Faraó, e eis que não havia morrido do gado de Israel nem mesmo um" (Shemot 9:6,7). Para o Faraó isto foi um grande choque, pois ele sempre tentava se apoiar na idéia de que as pragas eram fenômenos naturais que Moshé, como um bom observador da natureza, sabia com antecedência quando cada um deles aconteceria. Porém, quando o Faraó viu os animais egípcios todos mortos e descobriu que nem mesmo um animal dos judeus havia morrido, a teoria caiu. O que esperaríamos do Faraó após presenciar um milagre tão grande como este? Que ele enxergasse a mão de D'us em tudo o que estava acontecendo e deixasse o povo judeu sair. Mas a Torá descreve que nada mudou na cabeça do Faraó, ele continuou com seus maus atos, causando assim mais e mais sofrimentos para ele e para todo o povo egípcio, como está escrito em seguida: "E o Faraó endureceu seu coração e não deixou o povo sair" (Shemot 9:7). Por que o Faraó não conseguiu enxergar o milagre e mudar sua atitude?
A Torá descreve o Faraó como uma pessoa muito sábia. Por exemplo, ele conseguiu, com muita lábia e astúcia, enganar e escravizar os judeus. Mas por outro lado, alguns atos demonstram que o Faraó se comportava como um grande tolo. Não é contraditório? Não, o Faraó era muito sábio, mas em várias ocasiões deixava seu coração o enganar.
Enxergar as tolices do Faraó é fácil. O difícil é saber que caímos no mesmo erro. Segundo nossos sábios, o Faraó representa o nosso Yetzer Hará (má inclinação). Temos um Faraó dentro de cada um de nós, e deixamos milagres passarem e não prestamos atenção.
Existem dois motivos pelos quais não despertamos com os milagres que vemos. O primeiro motivo é a alienação. Vivemos a vida sem prestar atenção no que vemos e no que escutamos. Vemos milagres e tragédias como se fossem parte de um filme na televisão, e nada consegue nos tocar. Se refletíssemos, se fizéssemos apenas um pouco de introspecção, enxergaríamos os grandes atos de D'us.
O segundo motivo é a dificuldade de mudar. Vivemos como se nunca cometêssemos erros, pois aos nossos olhos estamos sempre certos. Portanto, quando nos confrontamos com algo que vai contra o que acreditamos, mesmo que seja uma prova contundente, mesmo que seja um milagre, continuamos lutando para não aceitar. Assim é possível uma pessoa viver uma mentira por toda a vida sem se incomodar.
Foi isto o que aconteceu com o Faraó. As provas de que era D'us quem estava fazendo os milagres se tornaram irrefutáveis. Mas e a vergonha de assumir o erro diante de todo o povo? E o medo de mudar suas crenças nas idolatrias? E o temor de deixar para trás uma vida de honra e prazeres sem limites? O ilógico venceu o lógico, e por isso o Faraó preferiu endurecer seu coração.
Muitas vezes nós passamos por problemas, dificuldades e sofrimentos na vida e decidimos nos conectar um pouco mais com D'us. Frequentamos um pouco mais a sinagoga, tentamos cumprir mais Mitzvót. Mas o que acontece quando a situação melhora? Desaparecemos, já não precisamos mais de D'us. A verdade é que D'us não gosta de nos enviar sofrimentos. Ensina o livro Tomer Dvora, do Rav Moshe Cordovero, que toda vez que D'us nos manda um sofrimento, Ele sofre junto conosco. Por isso, inicialmente Ele nos manda coisas boas, inclusive faz milagres, somente para nos despertar. Mas vemos os milagres, por alguns instantes passamos por momentos de claridade, mas como não paramos para refletir, em pouco tempo toda a claridade se vai e continuamos nossas vidas como se nada tivesse acontecido. E se não despertamos através das coisas boas que D'us nos manda, Ele precisa nos despertar de outras maneiras. Primeiro com sofrimentos que ocorrem longe nós. Se continuamos mesmo assim sem despertar, em algum momento os sofrimentos chegam até nós. D'us deu oportunidades para o Faraó se arrepender sem receber castigos. Ele desperdiçou todas elas.
Portanto, o problema não é que o Faraó não conseguiu ver o milagre. O Faraó não quis ver o milagre. Ele não queria aceitar que estava errado. Os sofrimentos o faziam momentaneamente baixar a cabeça, mas logo que a situação se normalizava ele voltava a agir de forma ilógica.
A palavra Egito, em hebraico, é "Mitzraim", que vem da raiz "Metzarim", que significa "limitações". A saída do Egito representa a libertação espiritual, a possibilidade de vencer a nossa má-inclinação, que quer nos limitar. Nós temos um Faraó dentro de cada um de nós, mas podemos vencer esta má inclinação. Precisamos ter a coragem de assumir quando estamos errados. Precisamos vencer o comodismo e a alienação e prestar mais atenção a tudo o que ocorre à nossa volta. Somente assim poderemos estar seguros que, em nossas vidas particulares, também conseguiremos sair do Egito.
"O pior cego é aquele que não quer ver"
SHABAT SHALOM
Rav Efraim Birbojm
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Guershon Arie ben Dvora, Mazal bat Miriam.
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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

SHABAT SHALOM MAIL - PARASHÁ BESHALACH 5769

BS"D

SÓ ACREDITO VENDO - PARASHÁ BESHALACH 5769 (06 de fevereiro de 2009)

Existem no mundo várias instituições judaicas que organizam Seminários com o intuito de ensinar para judeus afastados a verdadeira essência do judaísmo. Os maiores seminários do mundo, por incrível que pareça, têm como público alvo os judeus que estão de passagem pela Índia, pois um grande número de jovens israelenses afastados do judaísmo, ao terminar o serviço militar obrigatório, viajam para a Índia em busca de espiritualidade. Os rabinos organizam um seminário de final de semana em Hong Kong, compram um certo número de passagens e passam três dias na Índia, tempo suficiente para encontrar pessoas dispostas a ir ao Seminário.

Um dos responsáveis pela organização dos seminários em Hong Kong, o rabino Moshe Braverman, conta que certa vez havia comprado 25 passagens, mas em 3 dias tinha conseguido pelas ruas da Índia apenas 23 pessoas. Como o vôo seria na manhã seguinte, ele saiu de madrugada pelas ruas da Índia em busca de mais 2 judeus interessados, até que às 3 da manhã encontrou duas moças israelenses na rua, chamadas Dorit e Imbal. Quando começou a contar sobre o seminário de Hong Kong, as meninas ficaram brancas e imediatamente disseram que queriam ir, sem nem mesmo perguntar o preço ou o conteúdo do Seminário. O Rav Braverman estranhou, mas não disse nada.

No Seminário, no meio de uma aula sobre vida após a morte, quando o rabino mencionou sobre a "brincadeira do copo" (na qual as pessoas evocam um espírito para que entre em um copo e movimente-o em um tabuleiro com letras, se comunicando assim com os vivos), Dorit se levantou e, diante de todos, começou a contar a história de como foi parar naquele seminário:

- Minha mãe morreu quando eu era muito pequena. Eu aprendi muito cedo a fazer a brincadeira do copo, mas nunca tive coragem de evocar o espírito da minha mãe. Alguns meses atrás minha mãe apareceu para mim em um sonho. Ela estava com uma aparência muito ruim, e pediu para que eu viajasse para o Oriente. Arrumei minhas malas e, junto com minha amiga Imbal, fomos para a Índia. Passamos lá 2 meses curtindo e esperando o que iria acontecer, mas não aconteceu nada. Então ontem a noite eu tomei coragem e fiz a "brincadeira do copo", mas desta ver evoquei o espírito da minha mãe. Ela me escreveu a seguinte frase: "Vá para Hong Kong procurar a verdade". Fiquei perturbada, sem entender a mensagem, então saí com Inbal para dar uma volta. Poucos minutos depois o Rav Braverman apareceu, nos convidando para um Seminário em Hong Kong...

Mas o mais impressionante desta história, segundo o Rav Moshe Braverman, é que esta moça, apesar de todos os milagres abertos que presenciou, nunca se aproximou do judaísmo.
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Na Parashá desta semana, Beshalach, o faraó finalmente se curvou diante da força de D'us e permitiu aos judeus saírem do Egito. E assim a Torá descreve a saída do povo judeu: "E os judeus saíram da terra do Egito Chamushim" (Shemot 13:18). Muitos comentaristas explicam que a linguagem "chamushim" significa "armados". Mas é um pouco difícil entender a necessidade dos judeus saírem armados. Toda a saída do Egito foi rodeada de milagres, e mesmo no deserto D'us protegia constantemente o povo com nuvens e com uma coluna de fogo de noite. Além disso, os judeus não sabiam lutar, afinal tinham passado mais de 200 anos como escravos. Então por que tiveram que sair do Egito levando armas?

Explica o Rav Bachya que este versículo é um ensinamento de como devemos nos comportar na vida. D'us é Onipotente, pode fazer qualquer milagre em qualquer momento. Mas apesar de algumas vezes na história Ele ter feito milagres abertos, como nas 10 pragas do Egito e na abertura do Mar Vermelho, em geral Ele se comporta de maneira oculta, para nos permitir uma livre-escolha em todos os nossos atos. Por isso sempre temos que fazer a nossa parte, de forma que a intervenção de D'us seja de maneira oculta e não aberta. Por exemplo, é óbvio que quem protege nosso carro para que não seja roubado é D'us, mas temos que pelo menos fazer a nossa parte, isto é, trancar a porta.

Já segundo o Midrash (parte da Torá Oral), o entendimento deste versículo fica ainda mais difícil. O Midrash diz que a palavra "Chamushim" vem da mesma raíz da palavra "Chomesh", que significa "um quinto". O Midrash diz que o versículo está nos ensinando que apenas um quinto do povo judeu saiu do Egito, enquanto o restante, 80% do povo, não quis sair e morreu durante os 3 primeiros dias da praga da escuridão. Por que justamente nesta praga? Para que fossem enterrados sem que os egípcios percebessem, pois se vissem também os judeus morrendo, pensariam que eles também estavam sendo atingidos pelas pragas. Mas como pode ser que, depois de tantos milagres abertos, 80% do povo judeu não quis sair do Egito?

D'us criou o ser humano com o vontade de buscar a verdade. Infelizmente existem muitas motivações pelas quais o ser humano engana a si mesmo, tais como o medo de mudar, o medo de perder prazeres, o medo de perder prestígio e a apatia, como ensina o Pirkei Avót (Ética dos Patriarcas): "Três coisas tiram o homem do mundo: a honra, a inveja e a busca pelos desejos". O que significa "tirar do mundo"? Significa nos afastar do nosso propósito, dos caminhos corretos, pois a pessoa que busca a honra, a inveja e os desejos sempre cria desculpas para continuar a cometer erros. Haviam muitos judeus no Egito que eram influentes e não queriam abandonar seus cargos para virar parte do "povão", junto com os outros judeus. Outros estavam tão conectados com o materialismo que temiam perder mesmo o pouco que tinham. E uma grande parte do povo judeu não quis sair por medo das mudanças, por medo das novas responsabilidades de estar sob os comandos de D'us, e preferiram permanecer escravos. Isso nos ensina que mesmo diante da maior verdade, o ser humano tem a capacidade de ignorá-la.

Quando olhamos os judeus egípcios nos perguntamos como eles puderam ser tão cegos, como não enxergaram a verdade tão escancarada. Mas será que estamos tão longe daqueles judeus? Será que faltam provas de que D'us existe e de que a Torá foi escrita por Ele? Atualmente existem centenas de sites, de ensinamentos por E-mail e de sinagogas com aulas de Torá abertas ao público. Então por que mais de 80% do povo judeu continua tão afastado das Mitzvót?

A redenção final do povo judeu, na época do Mashiach, será muito semelhante à saída do Egito, como nos ensinou Shlomo Hamelech (Rei Salomão): "Não há novidade sob o sol", isto é, se estudarmos o passado, aprenderemos sobre o futuro. Da mesma forma que os judeus se deixaram cegar por seus interesses, assim também fazemos hoje em dia.

Que possamos sair finalmente da escravidão que temos dos nossos desejos, do nosso comodismo e da nossa apatia.

SHABAT SHALOM

Rav Efraim Birbojm

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