Mostrando postagens com marcador Coletivo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Coletivo. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 30 de abril de 2020

TRAZENDO LUZ PARA OS OUTROS - SHABAT SHALOM M@IL - PARASHIÓT ACHAREI MÓT E KEDOSHIM 5780


Para dedicar uma edição do Shabat Shalom M@il, em comemoração de uma data festiva, no aniversário de falecimento de um parente, pela cura de um doente ou apenas por Chessed, entrar em contato através do e-mail 
efraimbirbojm@gmail.com.
   
HORÁRIO DE ACENDIMENTO DAS VELAS DE SHABAT

PARASHIÓT ACHAREI MÓT E KEDOSHIM 5780:

São Paulo: 17h21                   Rio de Janeiro: 17h08 
Belo Horizonte: 17h02                  Jerusalém: 18h44
ARQUIVO EM PDF
ARQUIVO EM PDF
BLOG
BLOG
INSCREVA-SE
INSCREVA-SE
VÍDEO DAS PARASHIÓT ACHAREI MÓT E KEDOSHIM
BS"D
ASSUNTOS DAS PARASHIÓT
PARASHAT ACHAREI MÓT
 
- Lembrança da morte dos filhos de Aharon, Nadav e Avihu.
- O Serviço de Yom Kipur.
- Sacrifício de animais fora do Mishkan.
- Proibição de comer sangue.
- Mitzvá de cobrir o sangue derramado na Shechitá.
- Relacionamentos proibidos.
- Idolatria de Molech
- Outras Relações Proibidas.
- Santidade de Eretz Israel.
PARASHAT KEDOSHIM
 
- Leis de Santidade.
- Honrar os pais.
- Shabat.
- Proibição de Idolatria.
- Leis de Korbanót.
- Ajuda aos necessitados (Leket, Shichechá e Peá).
- Honestidade nos negócios.
- Não desviar a justiça.
- Ame ao próximo como a si mesmo.
- Misturas proibidas (Kilaim e Shaatnez).
- Orlá.
- Proibição de fazer tatuagem.
- Não envergonhar os estrangeiros.
- Casamentos proibidos e castigos.

TRAZENDO LUZ PARA OS OUTROS - PARASHIÓT ACHAREI MÓT E KEDOSHIM 5780 (01/maio/2020)

 
Daniel era um rapaz que gostava muito de refletir sobre a vida. Certa vez, no meio de uma aula de filosofia, ele resolveu fazer uma pergunta ao professor:
 
- Sei que não é uma pergunta simples. Mas, afinal, qual é o significado da vida?
 
O professor, um senhor idoso muito sábio, parou por alguns instantes para pensar em como responder de uma maneira simples e direta uma pergunta assim tão complexa. Ele então pegou no bolso a sua carteira e tirou de dentro dela um espelho redondo pequeno. Mostrou aos alunos e disse:
 
- Caros alunos, quando eu era pequeno, passei por uma guerra. A situação estava muito difícil, chegamos até mesmo a passar fome. Certo dia, caminhando por uma estrada em busca de um pouco de comida, encontrei os pedaços quebrados de um espelho. Provavelmente alguma motocicleta tinha se acidentado naquele lugar. Tentei encontrar todos os pedaços e juntá-los, mas não foi possível. Então guardei somente o pedaço maior e esfreguei-o em uma pedra, deixando-o redondo. Comecei a brincar com ele e fiquei fascinado ao descobrir que podia refletir a luz em lugares escuros, onde o sol não alcançava: em buracos profundos, fendas e dentro de armários. Aquilo virou um jogo para mim: levar luz aos lugares mais inacessíveis. Sempre que surgia uma oportunidade, eu tirava este espelhinho do bolso e continuava com o desafio do jogo.
 
- Quando cresci - continuou o professor - percebi que aquilo não era apenas uma brincadeira de criança, mas uma metáfora para o que eu poderia fazer com a minha vida. Percebi que não sou uma fonte de luz, mas com o que tenho, posso refletir a luz nos lugares escuros deste mundo, sobretudo nos corações das pessoas. Quem sabe outras pessoas me vejam fazendo isso e também resolvam fazer o mesmo. É para isso que eu vivo. Este é o significado da vida".
 
D'us fez um mundo com bilhões de pessoas, para entendermos que não fomos criados apenas para cuidar de nós mesmos, mas também para trazer um pouco de luz para os outros.

Nesta semana lemos duas Parashiót juntas, Acharei Mót (literalmente "Depois da morte") e Kedoshim (literalmente "Sagrados"). A Parashat Acharei Mót fala sobre os Serviços feitos pelo Cohen Gadol em Yom Kipur, o "Dia da Expiação", quando todo o povo judeu se arrependia de suas transgressões e D'us, em Sua infinita Misericórdia, perdoava o povo. Um dos Serviços mais importantes realizado pelo Cohen Gadol era a oferenda de um incenso dentro do Kodesh Hakodashim, o local mais sagrado do Templo. A Parashat também fala sobre outros cuidados com a santidade do povo judeu e a advertência para não nos contaminarmos através de comportamentos imorais. Já a Parashat Kedoshim nos ensina a receita para alcançarmos a santidade. Ao trazer muitas leis "Bein Adam Lechaveiró" (entre a pessoa e seu companheiro), a Parashat ensina que o caminho para a santidade também deve ser trilhado através de um comportamento adequado com as pessoas, e não apenas com D'us. A Parashat fala sobre a importância da justiça, da honestidade, da caridade com os necessitados e do amor ao próximo, que deve ser tão importante quanto o amor que sentimos por nós mesmos.
 
Normalmente em Yom Kipur estamos muito focados nos erros que cometemos em relação à D'us. Tanto por causa das Mitzvót que deixamos de cumprir quanto por causa das transgressões que cometemos, motivados pelos nossos desejos, nos arrependemos de todo coração e nos comprometemos a melhorar nosso comportamento. Porém, em nosso cotidiano, também transgredimos muito em relação ao próximo, mas acabamos não dando tanta importância para isto. O Talmud (Yomá 85b) afirma que Yom Kipur não pode expiar as transgressões "Bein Adam Lechaveiró" até que a pessoa tenha pedido perdão ao seu companheiro e tenha consertado, dentro do possível, o erro cometido. Por exemplo, se alguém roubou algo, o arrependimento só é considerado completo quando o ladrão devolve o objeto roubado (ou o seu valor) e pede perdão, tanto para a vítima quanto para D'us. Ao juntar a Parashá que fala sobre Yom Kipur com a Parashá que traz leis "Bein Adam Lehaveiró", talvez D'us esteja nos indicando o quanto devemos nos preocupar com nosso comportamento em relação ao próximo e o quão grave é negligenciarmos nossos relacionamentos interpessoais.
 
A Parashat Kedoshim começa com as seguintes palavras: "E disse D'us a Moshé: Fale com a congregação inteira dos Filhos de Israel e diga a eles: 'Sejam pessoas sagradas, pois Eu, Hashem, seu D'us, sou Sagrado'" (Vayikra 19:1,2). Porém, algo nestes versículos chama a atenção. Sabemos que na Torá não há nem mesmo uma única letra escrita de maneira desnecessária. Por que a Torá quis ressaltar que este comando de D'us, de que devemos ser pessoas sagradas, foi transmitido ao povo judeu quando estavam todos reunidos, a congregação inteira?
 
Explica Rashi (França, 1040 - 1105) que este comando de D'us foi realmente declarado na presença de toda a congregação de Israel, pois a maioria dos ensinamentos fundamentais da Torá depende dela, ou seja, estão contidos neste comando de "Sejam sagrados". Já de acordo com o Rav Moshé Schreiber zt"l (Alemanha, 1762 - Eslováquia, 1839), mais conhecido como Chatam Sofer, destes versículos aprendemos que, para alcançarmos a santidade, não é preciso se isolar e se afastar do resto da sociedade. Pelo contrário, o ensinamento de sermos pessoas sagradas foi declarado em público justamente para nos ensinar que uma pessoa deve aprender a se santificar comportando-se adequadamente com as outras pessoas. Isto é percebido pelo próprio conteúdo da Parashá, que é voltado ao relacionamento correto, honesto e bondoso com o próximo.
 
Temos uma noção completamente equivocada sobre o que significa santidade. Muitos imaginam que a única forma de uma pessoa adquirir santidade é através do total afastamento dos assuntos mundanos. Muitos acham que o ideal é buscar retiros espirituais e adotar uma vida de total isolamento, pois somente assim conseguirão alcançar a verdadeira espiritualidade. Porém, D'us está nos transmitindo, no início da Parashat Kedoshim, que a santidade verdadeira somente pode ser alcançada quando vivemos entre outras pessoas. Por que? Pois é muito fácil ser honesto quando não interagimos com ninguém. É muito simples não falar Lashon Hará quando não convivemos com outras pessoas. Não há nenhuma dificuldade em manter a calma quando não há ninguém em volta nos incomodando. A verdadeira santidade está justamente em conviver com as pessoas e, ainda assim, conseguir ser honesto, guardar a nossa fala e viver com tranquilidade e respeito ao próximo.
 
Um rapaz certa vez perguntou ao Rav Avraham Yeshayahu Karelitz zt"l (Bielorússia, 1878 - Israel, 1953), mais conhecido como Chazon Ish, se era aconselhável ele se isolar para estudar Torá, de forma que não teria nenhuma distração ou interrupção. A pergunta era realmente interessante, pois sabemos que não há nada tão valioso quanto o estudo de Torá, e o isolamento certamente favorece a concentração no estudo. Porém, para a surpresa de todos, o Chazon Ish respondeu ao rapaz: "Meu coração não pode acreditar que, estando isolados de todos, você possa fazer uma verdadeira aquisição da Torá. Certamente a vida em sociedade e a proximidade dos amigos lhe ajudarão a adquirir, de forma verdadeira, os ensinamentos da Torá".
 
Viver em sociedade faz bem para nós. Podemos receber ajuda, incentivo e apoio das pessoas em volta. Porém, a vida em sociedade é fundamental para um dos principais pilares da Torá, que é podermos praticar bondades. Não podemos fazer bem a ninguém estando isolados. Portanto, de certa forma, aquele que quer se isolar do mundo para tornar-se uma pessoa mais sagrada está se comportando de maneira egoísta, pois está preocupado apenas com o seu próprio crescimento espiritual. Não é isto o que D'us quer de nós. Não viemos ao mundo para ganharmos sozinhos nenhuma corrida. Viemos ao mundo para ganharmos a corrida todos juntos e unidos.
 
Quando D'us fez todas as criaturas, criou-as em grandes quantidades. Porém, Adam Harishon, o primeiro ser humano, foi criado sozinho. D'us então disse: "Não é bom o homem estar sozinho" (Bereshit 2:18). Mas por que não era bom o homem estar sozinho? Ele estava no Gan Éden, sendo servido pelos anjos, em contato direto com D'us e podendo desenvolver sua espiritualidade! O que faltava para ele? Explicam nossos sábios que faltava para Adam a possibilidade de fazer bondades. Nosso papel neste mundo é emularmos D'us em todos os Seus atos. Da mesma maneira que Ele é bondoso, nós devemos ser bondosos. Da mesma forma que Ele é misericordioso, nós devemos ser misericordiosos. D'us faz bondades o tempo inteiro sem receber nada em troca. Esta é a forma de sermos pessoas sagradas, semelhantes à D'us. É isto que D'us quis dizer quando afirmou que nos criou "à Sua imagem e semelhança". Ele não se referia à semelhança física, e sim ao nosso potencial de bondade. Ao ajudar o próximo e nos preocuparmos com os outros, estamos nos comportando como D'us.
 
A única forma de fazermos bondades é vivendo em sociedade, interagindo com as pessoas, ajudando e desenvolvendo nossa sensibilidade. Foi isto o que nos ensinou o Rabi Akiva, ao afirmar que o versículo desta Parashá, "Ame ao próximo como a si mesmo" (Vayikra 19:18), é um dos principais fundamentos da Torá. E toda vez que levamos luz aos outros, no final somos nós mesmos que acabamos sendo iluminados.
 

"A felicidade que levamos aos outros volta, em uma alegria silenciosa, aos nossos próprios corações"

 

SHABAT SHALOM
 

R' Efraim Birbojm

 
Este E-mail é dedicado à Refua Shlema (pronta recuperação) de: Chana bat Rachel, Pessach ben Sima, Rachel bat Luna, Eliahu ben Esther, Moshe ben Feigue, Laila bat Sara, Eliezer ben Shoshana, Mache bat Beile Guice, Feiga Bassi Bat Ania, Mara bat Chana Mirel, Dina bat Celde, Celde bat Lea, Rivka Lea bat Nechuma, Mordechai Ben Sara, Simcha bat Shengle.
--------------------------------------------
Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) dos meus queridos e saudosos avós, Ben Tzion (Benjamin) ben Shie Z"L e Frade (Fany) bat Efraim Z"L, que lutaram toda a vida para manter acesa a luz do judaísmo, principalmente na comunidade judaica de Santos. Que possam ter um merecido descanso eterno.
 
Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) dos meus queridos e saudosos avós, Meir ben Eliezer Baruch Z"L e Shandla bat Hersh Mendel Z"L, que nos inspiraram a manter e a amar o judaísmo, não apenas como uma idéia bonita, mas como algo para ser vivido no dia-a-dia. Que possam ter um merecido descanso eterno.
 
Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) de minha querida e saudosa tia, Léa bat Meir Z"L. Que possa ter um merecido descanso eterno.
-------------------------------------------
Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) de: Moussa HaCohen ben Gamilla z"l, Renée bat Pauline z"l, Eliezer ben Arieh z"l; Arieh ben Abraham Itzac z"l, Shmuel ben Moshe z"l, Chaia Mushka bat HaRav Avraham Meir z"l, Dvora Bacha bat Schmil Joseph Rycer z"l, Alberto ben Esther z"l, Malka Betito bat Allegra z"l, Shlomo ben Salha z"l, Yechiel Mendel ben David z"l, Faiga bat Mordechai HaLewy z"l.
--------------------------------------------

Para inscrever ou retirar nomes da lista, para indicar nomes de pessoas doentes ou Leilui Nishmat (elevação da alma), e para comentar, dar sugestões, fazer críticas ou perguntas sobre o E-mail de Shabat,favor mandar um E-mail para ravefraimbirbojm@gmail.com
 
(Observação: para Refua Shlema deve ser enviado o nome do doente e o nome da mãe. Para Leilui Nishmat, os Sefaradim devem enviar o nome do falecido e o nome da mãe, enquanto os Ashkenazim devem enviar o nome do falecido e o nome do pai).
Copyright © 2016 All rights reserved.


E-mail para contato:

efraimbirbojm@gmail.com







This email was sent to efraimbirbojm@gmail.com
why did I get this?    unsubscribe from this list    update subscription preferences
Shabat Shalom M@il · Rua Dr. Veiga Filho, 404 · Sao Paulo, MA 01229090 · Brazil

Email Marketing Powered by Mailchimp

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

COLETIVO VERSUS INDIVIDUAL - SHABAT SHALOM M@IL - PARASHAT BESHALACH 5780

Para dedicar uma edição do Shabat Shalom M@il, em comemoração de uma data festiva, no aniversário de falecimento de um parente, pela cura de um doente ou apenas por Chessed, favor entrar em contato através do e-mail efraimbirbojm@gmail.com.
   
HORÁRIO DE ACENDIMENTO DAS VELAS DE SHABAT

PARASHAT BESHALACH 5780:

São Paulo: 18h31                   Rio de Janeiro: 18h15 
Belo Horizonte: 18h17                  Jerusalém: 16h42
ARQUIVO EM PDF
ARQUIVO EM PDF
BLOG
BLOG
INSCREVA-SE
INSCREVA-SE
VÍDEO DA PARASHAT BESHALACH
VÍDEO DA PARASHAT BÔ
BS"D
ASSUNTOS DA PARASHAT BESHALACH

- Desvio da terra dos Plishtim.
- O Faraó se arrepende e persegue os judeus.
- A abertura do Mar.
- A morte dos egípcios.
- O Cântico do mar.
- O Cântico das mulheres.
- As águas amargas.
- Reclamação por comida.
- Man.
- Shabat.
- Água da Rocha.
- Amalek e a batalha eterna.

COLETIVO VERSUS INDIVIDUAL - PARASHAT BESHALACH 5780 (07 de fevereiro de 2020)

 
"Yossef, um jovem executivo que trabalhava em um banco, estava com esgotamento nervoso e sinais de depressão. Não sabendo como lidar com a situação, ele foi ao médico. Na busca por um diagnóstico, o médico começou a fazer algumas perguntas a Yossef. Em um primeiro momento, as perguntas eram sobre o estado de saúde dele. Porém, de repente, o médico começou a fazer perguntas estranhas:
 
- Como se chama o rapaz que trabalha ao seu lado no banco?
 
- Marcos - respondeu Yossef, sem entender o motivo daquela pergunta.
 
- E qual é o sobrenome dele? - continuou o médico.
 
- Eu não sei - respondeu Yossef, um pouco envergonhado.
 
- Sabe onde ele mora? - insistiu o médico.
 
- Não tenho ideia - respondeu Yossef, ainda mais confuso.
 
- O que ele faz quando não está na empresa? Ele estuda? Tem outros empregos?
 
- Também não sei - respondeu Yossef, já um pouco incomodado com aquelas perguntas.
 
- Yossef, acho que eu posso tentar ajudá-lo a superar este momento difícil, mas você tem que fazer o que eu lhe pedir, mesmo que não entenda. Em primeiro lugar, faça amizade com Marcos. Descubra quem ele é, o que gosta e o que almeja na vida, e faça alguma coisa para ajudá-lo. Além disso, faça amizade com o zelador do seu prédio. Descubra qual é o sonho da vida dele e tente ajudá-lo a realizar. Quero que você volte para novos exames dentro de dois meses.
 
Yossef saiu do consultório confuso. Realmente não havia entendido o que o médico queria dele. Achou que sairia dali com uma receita médica, mas saiu com tarefas que não pareciam ter nada a ver com os seus problemas. Porém, mesmo cético, resolveu seguir as orientações do médico. Afinal, não tinha nada a perder.
 
Ao final de dois meses, Yossef não voltou ao consultório médico. Porém, enviou ao médico um e-mail, transbordando de alegria e sem nenhum sinal de melancolia ou tristeza. Descrevia, em sua mensagem, a alegria de ter ajudado Marcos a passar no vestibular e de ter ensinado o zelador do seu prédio a ler e escrever, após mais de 50 anos sendo um completo analfabeto. No final da mensagem, Yossef escreveu: "Percebi que a verdadeira cura para os nossos problemas é pararmos de pensar somente em nós mesmos e nos transformarmos em remédios na vida dos outros".
 

"A alegria que levamos aos outros volta, em uma felicidade silenciosa, aos nossos próprios corações"

Nesta semana lemos a Parashat Beshalach (literalmente "E enviou"), que descreve a saída triunfal do povo judeu do Egito. Aquele Faraó, que havia questionado "Quem é D'us" quando Moshé veio pedir a libertação do povo judeu, estava completamente arrasado. Ele havia perdido seus escravos, havia sido duramente castigado com as 10 pragas e havia ficado sem suas riquezas, que foram levadas pelos judeus quando eles partiram.
 
Durante a descrição da saída do Egito, quando o povo judeu experimentava uma sensação única de êxtase, há um versículo que nos chama a atenção: "Moshé levou os ossos de Yossef com ele" (Shemot 13:19). Sabemos que a Torá não é apenas um livro de histórias, é um manual de como devemos nos comportar. O que esta atitude de Moshé nos ensina?
 
Ao pegar os ossos de Yossef, Moshé, o grande líder do povo judeu, estava cumprindo o juramento que os irmãos de Yossef havia feito para ele no seu leito de morte, de que levariam seu corpo para ser enterrado em Israel. Yossef sabia que seus irmãos não teriam força para enterrá-lo em Israel logo após o seu falecimento, como ele havia feito com seu pai, Yaacov, então ele os fez jurar que levariam seu corpo quando o momento da redenção chegasse. Mesmo que já haviam se passado mais de 200 anos da morte de Yossef, Moshé fez questão de cumprir o juramento. Os Midrashim explicam que não foi uma tarefa fácil encontrar o local onde os egípcios haviam ocultado o caixão de Yossef, mas mesmo isto não impediu Moshé de se esforçar no limite, mostrando o quanto ele estava determinado.
 
O Midrash acrescenta um detalhe ainda mais impressionante à atitude de Moshé. A preocupação dele em buscar o caixão de Yossef ocorreu no mesmo momento em que o resto do povo judeu estava preocupado em pedir riquezas aos egípcios, no momento da saída do Egito. O Midrash nos ensina que D'us, ao ver esta atitude de Moshé, de ter ido atrás do caixão de Yossef ao invés de ter ido atrás da riqueza dos egípcios, proclamou "O Chacham (sábio) toma para si as Mitzvót".
 
Se pararmos para refletir, perceberemos que este Midrash traz uma aparente contradição. A implicação destas palavras é que Moshé era um grande Tzadik, pois estava preocupado com o cumprimento das Mitzvót, enquanto o resto do povo estava apenas satisfazendo seus desejos materiais, movidos pela ganância. Parece que D'us estava dando um grande louvor a Moshé, mas, ao mesmo tempo, estava fazendo uma dura crítica à atitude do povo, de se conectar ao materialismo e desprezar a espiritualidade.
 
Porém, na Parashat da semana passada, D'us pediu a Moshé que falasse com os judeus e os instruíssem a pedir aos vizinhos egípcios objetos de valor antes de partirem do Egito. Por que era necessário pedir os objetos de valor? Explica o Talmud (Brachót 9a) que D'us havia profetizado para Avraham Avinu que seus descendentes sofreriam de forma muito dura durante uma época de escravidão, mas que sairiam de lá com uma grande riqueza. D'us não queria que Avraham reclamasse com Ele por ter cumprido a parte da profecia da escravidão, mas não ter cumprido a parte da profecia da grande riqueza. Portanto, o povo judeu não foi pedir os objetos de valor dos egípcios por causa de sua ganância, e sim para cumprir um comando explícito de D'us, isto é, uma Mitzvá. Então por que parece, através das palavras do Midrash, que o povo fez algo de errado enquanto Moshé fez algo louvável, se ambos estavam cumprindo a vontade de D'us? Além disso, por que o Midrash diz que Moshé foi considerado por D'us um "Chacham" por ter realizado a Mitzvá de cuidar dos ossos de Yossef, e não um "Tzadik" (Justo)?
 
Responde o Rav Yochanan Zweig que o povo judeu, ao recolher o dinheiro dos egípcios, realmente estava cumprindo uma Mitzvá. Porém, a diferença entre a Mitzvá feita pelo povo judeu e a Mitzvá feita por Moshé é que, enquanto Moshé estava preocupado com a sua responsabilidade comunitária, uma Mitzvá que envolvia todo o povo judeu e que não trazia nenhum benefício pessoal a ele, o resto do povo estava preocupado apenas com suas responsabilidades individuais, em fazer um ato que, no final de contas, traria um enorme benefício pessoal a cada um deles.
 
Isto quer dizer que a Torá está nos ensinando a importância de investirmos mais no coletivo e menos no individual. Obviamente que temos as nossas obrigações e responsabilidades individuais, mas nunca podemos nos esquecer também das nossas responsabilidades coletivas. Não fomos criados sozinhos em mundos individuais e, portanto, temos responsabilidades com as outras pessoas. D'us não entregou a Torá a um indivíduo que tinha méritos, mas para um povo inteiro, demonstrando que somos parte de um grupo e devemos também nos sentir responsáveis uns pelos outros.
 
Nem sempre esta escolha é fácil. É necessária uma grande objetividade para que uma pessoa consiga realizar uma Mitzvá que não a beneficia diretamente. Foi esta a grandeza que D'us percebeu em Moshé. Nos ensinam os nossos sábios: "Quem é o Chacham? Aquele que aprende de todas as pessoas" (Pirkei Avót 4:1). Portanto, Chacham é aquele que tem a objetividade de deixar de lado sua própria perspectiva e a predisposição para enxergar a situação na perspectiva dos outros. Por isto Moshé é descrito como sendo "Chacham" por seu comportamento, pois ele demonstrou conseguir pensar em prol dos outros, mesmo às custas de seu benefício pessoal.
 
Ao longo de nossas vidas, somos confrontados com escolhas que muitas vezes envolvem um difícil dilema:  devemos fazer atos que nos trazem benefícios pessoais ou atos que trazem benefícios aos outros? Algumas vezes as duas situações podem até mesmo envolver Mitzvót, tornando a decisão ainda mais difícil. A Parashat nos ensina que, se queremos um dia alcançar a grandeza de Moshé, precisamos aprender a pensar mais nos outros e menos em nós mesmos. A escolha somente será correta se for feita de maneira objetiva, isto é, não baseada apenas em nossos próprios interesses e agendas pessoais, mas levando em consideração o povo judeu como um todo.
 

SHABAT SHALOM

 

R' Efraim Birbojm

Este E-mail é dedicado à Refua Shlema (pronta recuperação) de: Chana bat Rachel, Pessach ben Sima, Rachel bat Luna, Eliahu ben Esther, Moshe ben Feigue, Laila bat Sara, Eliezer ben Shoshana, Mache bat Beile Guice, Feiga Bassi Bat Ania, Mara bat Chana Mirel, Dina bat Celde, Celde bat Lea, Rivka Lea bat Nechuma, Mordechai Ben Sara.
--------------------------------------------
Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) dos meus queridos e saudosos avós, Ben Tzion (Benjamin) ben Shie Z"L e Frade (Fany) bat Efraim Z"L, que lutaram toda a vida para manter acesa a luz do judaísmo, principalmente na comunidade judaica de Santos. Que possam ter um merecido descanso eterno.
 
Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) dos meus queridos e saudosos avós, Meir ben Eliezer Baruch Z"L e Shandla bat Hersh Mendel Z"L, que nos inspiraram a manter e a amar o judaísmo, não apenas como uma idéia bonita, mas como algo para ser vivido no dia-a-dia. Que possam ter um merecido descanso eterno.
 
Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) de minha querida e saudosa tia, Léa bat Meir Z"L. Que possa ter um merecido descanso eterno.
-------------------------------------------
Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) de: Moussa HaCohen ben Gamilla z"l, Renée bat Pauline z"l, Eliezer ben Arieh z"l; Arieh ben Abraham Itzac z"l, Shmuel ben Moshe z"l, Chaia Mushka bat HaRav Avraham Meir z"l, Dvora Bacha bat Schmil Joseph Rycer z"l, Alberto ben Esther z"l, Malka Betito bat Allegra z"l, Shlomo ben Salha z"l, Yechiel Mendel ben David z"l, Faiga bat Mordechai HaLewy z"l.
--------------------------------------------

Para inscrever ou retirar nomes da lista, para indicar nomes de pessoas doentes ou Leilui Nishmat (elevação da alma), e para comentar, dar sugestões, fazer críticas ou perguntas sobre o E-mail de Shabat,favor mandar um E-mail para ravefraimbirbojm@gmail.com
 
(Observação: para Refua Shlema deve ser enviado o nome do doente e o nome da mãe. Para Leilui Nishmat, os Sefaradim devem enviar o nome do falecido e o nome da mãe, enquanto os Ashkenazim devem enviar o nome do falecido e o nome do pai).
Copyright © 2016 All rights reserved.


E-mail para contato:

efraimbirbojm@gmail.com







This email was sent to efraimbirbojm@gmail.com
why did I get this?    unsubscribe from this list    update subscription preferences
Shabat Shalom M@il · Rua Dr. Veiga Filho, 404 · Sao Paulo, MA 01229090 · Brazil

Email Marketing Powered by Mailchimp

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

SHABAT SHALOM M@IL - PARASHÁ TERUMÁ 5773


BS"D

ENCONTRANDO SEU LUGAR IDEAL - PARASHÁ TERUMÁ 5773 (15 de fevereiro de 2013)

"O Rav Elchanan Wasserman desde cedo se destacou muito no estudo da Torá. Depois de casar, foi morar na casa do seu sogro e recusou muitos cargos rabínicos, alguns que lhe trariam muito prestígio, pois preferia se dedicar apenas ao estudo de Torá. Alguns anos mais tarde, começou a ensinar Torá e montou uma Yeshivá (Centro de estudos de Torá) para jovens alunos, onde começou a se destacar muito como professor de Torá.

Passados alguns anos, para evitar uma possível discussão com um rabino local, o Rav Elchanan Wasserman saiu do comando da Yeshivá e foi estudar no Kolel (Centro de estudos de Torá para homens casados) dirigido pelo Rav Israel Meir HaCohen, o Chafetz Chaim, onde continuou se destacando muito pela sua constância e dedicação nos estudos. Incentivado pelo Chafetz Chaim, montou uma nova Yeshivá para jovens alunos, mas a Primeira Guerra Mundial fez com que ele tivesse que fugir para vários lugares.

Após o fim da guerra, o Rav Elchanan Wasserman foi para a Polônia e tornou-se o Rosh Yeshivá (Diretor) de Novardok, que mais tarde, graças à sua genialidade, tornou-se a uma das Yeshivót mais famosas da Europa. A Yeshivá cresceu muito e, em poucos anos, tinha mais de 300 alunos. Influenciou de maneira significativa todo o Mundo de Torá da Europa e tornou-se um dos líderes de sua geração.

Mas momentos difíceis vieram e não havia mais dinheiro nem mesmo para comprar comida para os alunos. O Rav Elechanan Wasserman então decidiu viajar para os Estados Unidos, onde tinha certeza que conseguiria juntar muito dinheiro para a Yeshivá. Enquanto ainda estava nos Estados Unidos começou a Segunda Guerra Mundial, e muitos aconselharam o Rav Elchanan a ficar na América, onde estaria seguro. Voltar para a Europa, com o avanço das tropas nazistas, seria certamente um grande risco de vida. Mas ninguém conseguiu convencer o Rav Elchanan a ficar. Sua única preocupação era com seus alunos, que haviam ficado sozinhos na Europa, sem um guia espiritual para ajuda-los naquela situação difícil.

E a decisão do Rav Elchanan Wasserman se mostrou acertada. Ele voltou para a Europa e por algum tempo ainda conseguiu ensinar Torá aos seus alunos e tranquilizá-los. Mas o cerco nazista foi se fechando cada vez mais até que o Rav Elchanan Wasserman sentiu que o fim se aproximava. Então ele reuniu os judeus que estavam com ele em Slobodka e fez um último discurso emocionado, que reviveu o espírito quebrado dos judeus. Ele ressaltou que a morte deles era para trazer expiação a todo o povo judeu, como os Korbanót (sacrifícios) que eram oferecidos no Beit Hamikdash (Templo). Ressaltou que eles não deveriam ter nenhum questionamento sobre a bondade e os caminhos de D'us, e assim, com Emuná (fé) completa, eles morreriam em total pureza espiritual, cumprindo a Mitzvá de santificar o nome de D'us. Afirmou que a morte deles não seria em vão, pois salvaria a vida de milhões de judeus que estavam do outro lado do oceano. E finalizou dizendo que o fogo que consumiria seus corpos seria o mesmo fogo que reconstruiria o Beit-Hamikdash em Jerusalém. Em 1941, o Rav Elchanan Wasserman foi preso e morto por colaboradores nazistas na Lituânia"

O Rav Elchanan Wasserman poderia ter pensado apenas em si mesmo e salvado a sua vida. Mas ele preferiu pensar nos outros, e decidiu não deixar seus alunos sozinhos. No final, além de toda a Torá e o incentivo que ele conseguiu transmitir aos alunos, ele meritou cumprir, de maneira completa, a Mitzvá de santificar o nome de D'us.

********************************************

Nesta semana lemos a Parashá Terumá que, entre outros assuntos, descreve a doação dos materiais necessários para a construção do Mishkan (Templo Móvel) e para a confecção das roupas dos Cohanim (sacerdotes), como está escrito: "A oferenda que vocês tomarão deles será a seguinte: ouro, prata e cobre... Pedras de ônix e "Avnei Miluim" (pedras preciosas) para o efod e para o peitoral" (Shemot 25:3,7). As pedras preciosas foram doadas para serem utilizadas em uma das roupas do Cohen Gadol (Sumo sacerdote), chamada peitoral. Nela eram incrustadas 12 pedras preciosas, cada uma representando uma das 12 tribos de Israel.

É interessante notar que as pedras preciosas utilizadas no peitoral receberam um nome coletivo, "Avnei Miluim". Rashi, comentarista da Torá, explica que este nome, que literalmente significa "as pedras de preenchimento", descreve a função destas pedras preciosas. No peitoral do Cohen Gadol havia 12 "engastes" feitos de ouro, formando cavidades onde as pedras deveriam ser encaixadas. Portanto, a função das pedras, como o nome sugere, era encaixar-se e preencher a cavidade dos engastes de ouro.

Mas desta explicação do Rashi ficam duas perguntas. Em primeiro lugar, por que a Torá atribuiu às pedras preciosas um nome "menos nobre", sugerindo que elas eram apenas "preenchedoras de um espaço vazio", ao invés de atribuir a elas um nome que acentuasse sua beleza e seu elevado valor? Além disso, cada pedra representava uma das 12 tribos de Israel, com suas qualidades e identidades únicas. Então por que as pedras receberam um nome coletivo, o que aparentemente anulava a individualidade e a singularidade de cada uma delas?

Responde o Rav Yohanan Zweig que este pequeno detalhe escrito na Torá nos ensina um fundamento muito importante para nossas vidas. É muito comum ocorrer situações nas quais ficamos divididos entre ficar em um lugar que necessita do nosso talento ou mudar para outra área que parece ser mais propícia para o nosso crescimento pessoal. O que é mais importante? O que é o correto a se fazer? Devemos pensar nos outros, isto é, na necessidade coletiva, ou em nós mesmos e no nosso próprio crescimento? As pedras preciosas nos ajudam a resolver este dilema. Apesar de que a beleza e o valor individual de cada pedra seriam certamente ressaltados caso cada uma delas estivesse isolada do conjunto, a Torá descreve que a função das pedras era ficar em seus devidos lugares, fazendo parte de um conjunto. Com isso a Torá nos ensina que é preferível a pessoa ficar no lugar onde necessitam dela, ao invés de mudar para uma área que parece ser mais propícia para o seu crescimento pessoal, mas onde ela não é tão necessária.

A saída de alguém de um local onde ele é muito necessário causa um impacto muito negativo naqueles que ficam, deixa um grande vazio. É como no caso das pedras preciosas do peitoral do Cohen Gadol, se apenas uma das pedras preciosas estivesse faltando, o vazio deixado por ela ofuscaria completamente as outras pedras. Poderíamos pensar que este é o ensinamento das pedras preciosas: devemos estar dispostos a nos sacrificar, abrindo mão de nossas necessidades pessoais em prol das necessidades comunitárias.

Mas as pedras preciosas nos ensinam algo ainda mais profundo. A verdade é que a escolha de ficar no local onde a pessoa é necessária é a escolha mais benéfica também para ela mesma. No final das contas, o crescimento pessoal será maior caso ela permaneça no local onde ela é mais necessária, ao invés de ir para o local onde, apesar de ter mais ferramentas de autodesenvolvimento, ela não as utilizará, pois não será tão necessária naquele local. É isto o que a Torá está nos ensinando ao chamar as pedras preciosas de "Avnei Miluim", dando a elas um nome coletivo e relacionado com sua função de preencher o local criado para elas, ao invés de ressaltar sua beleza e valor individuais. Pois o valor de cada pedra preciosa se tornava ainda maior pelo fato delas terem um local ao qual elas se adequavam perfeitamente.

Este é um ensinamento muito precioso para nossas vidas. Não apenas é muito desejado que uma pessoa pense mais no coletivo do que em si mesma, mas a Torá está ensinando que este é o melhor caminho para ela também. Quanto mais pensamos e ajudamos os outros, mais o nosso brilho e o nosso valor verdadeiro são ressaltados.

SHABAT SHALOM

Rav Efraim Birbojm

**************************************************************************

HORÁRIO DE ACENDIMENTO DAS VELAS DE SHABAT:
São Paulo: 19h26  Rio de Janeiro: 19h12  Belo Horizonte: 19h11  Jerusalém: 17h45
**************************************************************************

Este E-mail é dedicado à Refua Shlema (pronta recuperação) de: Frade (Fanny) bat Chava, Chana bat Rachel, Pessach ben Sima, Rachel bat Luna, Avraham ben Chana, Bentzion ben Chana, Aviva (Jackelin) bat Mirta, Ester bat Rivka, Aron Natan ben Avraham, Clarice Chaia bat Nasha Blima, Rena bat Salk, Duvid ben Rachel, Chaia Lib bat Michle, Michle bat Enque, Miriam Tzura bat Ite, Ruth bat Yafa, Yafa bat Salha, Haya bat Rahel, Avraham ben Miriam, Fanny bat Vich, Zeev Shalom ben Sara Dvorah.
--------------------------------------------
Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) do meu querido e saudoso avô, Ben Tzion (Benjamin) ben Shie Z"L, que lutou toda sua vida para manter acesa a luz do judaísmo, principalmente na comunidade judaica de Santos. Que possa ter um merecido descanso eterno.

Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) dos meus queridos e saudosos avós, Meir ben Eliezer Baruch Z"L e Shandla bat Hersh Mendel Z"L, que nos inspiraram a manter e a amar o judaísmo, não apenas como uma idéia bonita, mas como algo para ser vivido no dia-a-dia. Que possam ter um merecido descanso eterno.

Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) de minha querida e saudosa tia, Léa bat Meir Z"L. Que possa ter um merecido descanso eterno.
-------------------------------------------
Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) de: Avraham ben Ytzchak, Joyce bat Ivonne, Feiga bat Guedalia, Chana bat Dov, Kalo (Korin) bat Sinyoru (Eugeni), Leica bat Rivka, Guershon Yossef ben Pinchas; Dovid ben Eliezer, Reizel bat Beile Zelde, Yossef ben Levi, Eliezer ben Mendel, Menachem Mendel ben Myriam, Ytzhak ben Avraham, Mordechai ben Schmuel, Feigue bat Ida, Sara bat Rachel, Perla bat Chana, Moshé (Maurício) ben Leon, Reizel bat Chaya Sarah Breindl; Hylel ben Shmuel; David ben Bentzion Dov, Yacov ben Dvora; Moussa HaCohen ben Gamilla, Naum ben Tube (Tereza); Naum ben Usher Zelig; Laia bat Morkdka Nuchym; Rachel bat Lulu; Yaacov ben Zequie; Moshe Chaim ben Linda; Mordechai ben Avraham; Chaim ben Rachel; Beila bat Yacov; Itzchak ben Abe; Eliezer ben Arieh; Yaacov ben Sara, Mazal bat Dvóra, Pinchas Ben Chaia, Messoda (Mercedes) bat Orovida, Avraham ben Simchá, Bela bat Moshe, Moshe Leib ben Isser, Miriam bat Tzvi, Moises ben Victoria, Adela bat Estrella, Avraham Alberto ben Adela, Judith bat Miriam, Sara bat Efraim, Shirley bat Adolpho, Hunne ben Chaim, Zacharia ben Ytzchak, Aharon bem Chaim, Taube bat Avraham, Yaacok Yehuda ben Schepsl, Dvoire bat Moshé, Shalom ben Messod, Yossef Chaim ben Avraham, Tzvi ben Baruch, Gitl bat Abraham, Akiva ben Mordechai, Refael Mordechai ben Leon (Yehudá), Moshe ben Arie, Chaike bat Itzhak, Viki bat Moshe, Dvora bat Moshé, Chaya Perl bat Ethel, Beila Masha bat Moshe Ela, Sheitl bas Iudl, Boruch Zindel ben Herchel Tzvi, Moshe Ela ben Avraham, Chaia Sara bat Avraham, Ester bat Baruch, Baruch ben Tzvi, Renée bat Pauline, Menia bat Toube, Avraham ben Yossef, Zelda bat Mechel, Pinchas Elyahu ben Yaakov, Shoshana bat Chaskiel David, Ricardo ben Diana, Chasse bat Eliyahu Nissim, Reizel bat Eliyahu Nissim, Yossef Shalom ben Chaia Musha, Amelia bat Yacov, Chana bat Cheina, Shaul ben Yoshua, Milton ben Sami, Maria bat Srul, Yehoshua Reuven ben Moshe Eliezer, Chaia Michele bat Eni, Arie Leib ben Itschak, Chaia Ruchel bat Tsine.
--------------------------------------------
Para inscrever ou retirar nomes da lista, para indicar nomes de pessoas doentes ou Leilui Nishmat (elevação da alma), e para comentar, dar sugestões, fazer críticas ou perguntas sobre o E-mail de Shabat,favor mandar um E-mail para ravefraimbirbojm@gmail.com

(Observação: para Refua Shlema deve ser enviado o nome do doente e o nome da mãe. Para Leilui Nishmat, os Sefaradim devem enviar o nome do falecido e o nome da mãe, enquanto os Ashkenazim devem enviar o nome do falecido e o nome do pai).