sexta-feira, 18 de setembro de 2015

PASSO A PASSO - SHABAT SHALOM M@IL - PARASHAT VAYELECH E YOM KIPUR 5776

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PASSO A PASSO - PARASHAT VAYELECH E YOM KIPUR 5776 (18 de setembro de 2015) 

"Dayse, uma senhora de 92 anos, delicada e bem vestida, com o cabelo bem penteado e um semblante calmo, precisou se mudar para uma casa de repouso. Seu marido havia falecido recentemente e a mudança se tornou necessária, pois ela era deficiente e não havia quem pudesse cuidar dela em casa. Uma neta dedicada a acompanhou na mudança para a casa de repouso. Após algum tempo aguardando na sala de espera, uma enfermeira veio avisa-las que o quarto estava pronto. Enquanto caminhavam lentamente até o  elevador, a neta, que já havia vistoriado o aposento, fez uma descrição do pequeno quarto, incluindo as flores na cortina da janela. A senhora sorriu docemente e disse com entusiasmo:
 
- Eu adorei!
 
- Mas a senhora nem viu o quarto - observou a enfermeira.
 
Abrindo um sorriso, a senhora explicou:
 
- A felicidade é algo que você decide. Se eu vou gostar do meu quarto ou não, isso não depende de como os móveis estão organizados, e sim como eu os organizo na minha cabeça. Eu já decidi gostar dele. É uma decisão que eu tomo a cada manhã quando eu acordo. Todos os dias eu tenho uma escolha: posso passar o dia na cama, reclamando das dificuldades que eu tenho com as partes do meu corpo que já não funcionam, ou posso sair da cama e ser grata por mais um dia de vida. Por isso eu escolho levantar e ser grata, e tento aproveitar cada dia da melhor maneira possível".
 
São justamente os pequenos momentos e as pequenas decisões que podem fazer muita diferença em nossas vidas. 

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Na Parashat desta semana, Vayelech, Moshé relembrou ao povo que seus dias como líder estavam terminando, e já começou a passar para Yoshua, seu aluno, o cargo de liderança. E na próxima terça feira de noite (22 de setembro) começa Yom Kipur, um dos dias mais sagrados e especiais do ano. Yom Kipur também é conhecido como o "Dia do Perdão", pois foi neste dia que D'us perdoou o povo judeu pela terrível transgressão do bezerro de ouro, e neste dia D'us também nos perdoa, caso estejamos sinceramente arrependidos, das transgressões que fizemos durante o ano.
 
Quando pensamos em arrependimento, automaticamente associamos com os erros relacionados ao cumprimento das Mitzvót. Tentamos nos lembrar das Mitzvót que deveríamos ter nos esforçado mais e das transgressões que deveríamos ter evitado. Porém, esquecemos que também devemos nos questionar muito em relação a outro aspecto da nossa espiritualidade que normalmente passa completamente despercebido, mas que também é vital em nosso desenvolvimento espiritual e, portanto, precisa de um profundo processo de avaliação.
 
Este aspecto fica mais claro em uma das rezas que fazemos nos "Asseret Iemei Teshuvá" (10 dias de arrependimento, que vão desde Rosh Hashaná até Yom Kipur), na qual afirmamos que o homem é julgado "Maassê Ish Upekudatô". "Maassê Ish" se refere aos atos da pessoa, isto é, como ele se cuidou em relação ao cumprimento das Mitzvót. Já "Pekudatô" se refere à tarefa específica da pessoa, isto é, o propósito de cada um neste mundo. Cada indivíduo vem ao mundo com um trabalho específico para cumprir, e ele é julgado de acordo com o quanto se esforçou para alcançar seu objetivo. Isto quer dizer que, mesmo que uma pessoa possa ter cumprido todas as Mitzvót, ainda assim ela pode não ter atingido seu potencial. Por isso este aspecto da nossa espiritualidade também deve ser tão questionado nas nossas reflexões de Yom Kipur quanto o nosso cumprimento das Mitzvót.
 
Quando Avraham foi, a pedido de D'us, sacrificar seu filho Ytzchak, e já estava com a faca na mão prestes a realizar o sacrifício, um anjo chamou-o: "Avraham, Avraham" (Bereshit 22:11). Por que esta repetição? Explica o Rav Yssochor Frand que existem duas imagens de cada pessoa: uma é a sua imagem material, a outra é a sua imagem espiritual. A imagem material é a imagem criada pela pessoa através dos seus atos neste mundo, enquanto a imagem espiritual é a imagem que representa o que a pessoa pode se tornar caso cumpra, de maneira completa, seu potencial. Quando Avraham se mostrou disposto a sacrificar seu próprio filho a pedido de D'us, ele passou o último dos seus 10 testes e atingiu seu potencial completo. Neste momento suas duas imagens, a material e a espiritual, se tornaram idênticas.
 
O Rav Yehonasan Gefen ressalta que é um pouco assustador pensar que se Avraham não tivesse vencido mais este teste na vida, ele não teria atingido seu potencial. Naquele momento suas conquistas já eram inigualáveis a qualquer outro ser humano. Ele já havia conseguido criar fundações sólidas do monoteísmo, mesmo estando imerso em uma sociedade idólatra. Já havia se sobressaído na característica de Chessed e já havia vencido nove testes muito difíceis. Apesar disso, se Avraham não tivesse passado seu teste final, nunca teria alcançado a perfeição do seu objetivo no mundo. Isso nos dá uma pequena noção do que é esperado de cada pessoa em termos do cumprimento do seu objetivo de vida.
 
A importância de focarmos no nosso objetivo de vida é ressaltada no Maftir (leitura feita após a Torá) de Minchá de Yom Kipur, quando lemos o "Sefer Yoná". Este livro do Tanach descreve a vida do profeta Yoná, cuja missão era advertir o povo de Nínive, uma gigantesca cidade de idólatras, de que D'us os destruiria por causa de suas transgressões. Porém, ao invés de cumprir o que D'us havia lhe ordenado, Yoná tentou fugir em um barco. D'us mandou uma tempestade e fez com que Yoná fosse jogado ao mar, acabasse sendo engolido por uma baleia e fosse cuspido em terra firme. Neste momento Yoná entendeu que não havia como fugir de sua missão e foi cumpri-la. Por que o Sefer Yoná é lido em Yom Kipur? Para nos ensinar que não podemos fugir do nosso objetivo na vida, e parte importante da nossa Teshuvá de Yom Kipur deve ser em relação às nossas metas. O Chafetz Chaim zt"l (Bielorússia, 1838 - Polônia, 1933) explica que quando uma alma necessita fazer algum conserto no mundo para atingir seu objetivo, D'us faz tudo o que é necessário para que esta alma consiga chegar à perfeição, mesmo que para isso tenha que trazê-la de volta para o Olam Hazé (mundo material) diversas vezes, em diferentes encarnações. A história de Yoná nos ensina, justamente em Yom Kipur, que não podemos fugir de nossa missão na vida, pois D'us nos colocará inevitavelmente de volta ao mesmo caminho, para que possamos terminar de consertar o que falta.
 
Todos nós temos uma tarefa para cumprir no mundo, algo particular que se aplica apenas a cada um de nós. E muitas vezes temos a tendência de fugir da nossa tarefa. Talvez porque parece ser muito difícil e sentimos que não podemos completá-la, ou talvez porque fugimos de compromissos e responsabilidades. Mas o Sefer Yoná nos recorda que não há como fugir de D'us. Ao invés de ter que passar novamente pelos processos dolorosos de reencarnação, devemos nos esforçar nesta vida para completarmos o que viemos fazer aqui.
 
Outro detalhe interessante que está relacionado ao conceito da nossa missão na vida aparece na Tefilá de Neilá, a última Tefilá de Yom Kipur. Estranhamente nesta Tefilá não fazemos o "Vidui Hagadol" (texto da confissão dos nossos erros, que inclui o "Al Chet"). Então onde expressamos nosso sentimento de Teshuvá nesta Tefilá tão importante, que fecha os Asseret Iemei Teshuvá? Explica o Rav Yitzchak Meir Rotenberg zt"l (Polônia, 1799 - 1866), mais conhecido como Chidushei Harim, que nosso sentimento de Teshuvá se expressa através da frase "para que possamos impedir nossas mãos de roubar", que falamos no final da Amidá de Neilá. Mas por que é enfatizada apenas a transgressão de roubo, entre tantos erros que fizemos durante o ano?
 
Responde o Chidushei Harim que, na realidade, esta declaração não se refere ao roubo convencional, pois isto já foi repetidamente mencionado nas diversas confissões que pronunciamos durante Yom Kipur. Este roubo se refere a outro grande arrependimento que devemos sentir em Yom Kipur. D'us dá a cada um de nós muitos presentes, dinheiro, comida, moradia, talentos e oportunidades. Tudo isto é dado com a intenção de nos ajudar a cumprir nosso papel no mundo. Mas o que nós fazemos? Utilizamos estes presentes de maneira equivocada, para outros objetivos, em geral para o nosso próprio benefício. Isto é considerado um roubo, pois estamos recebendo algo que foi dado para um propósito e utilizando para outro propósito. Nos momentos finais de Yom Kipur, no clímax do "dia do perdão", quando nós esperamos já ter limpado as nossas transgressões após um dia inteiro de jejum e rezas vindas do fundo do nosso coração, nós também nos arrependemos por termos utilizado os talentos e presentes de D'us de maneira equivocada, e expressamos nossa intenção de, neste novo ano, fazer o nosso máximo para utilizar o que D'us nos dá para atingirmos o nosso potencial.
 
Porém, apesar de termos que nos preocupar e refletir sobre a nossa missão neste mundo, devemos lembrar que nenhuma missão normalmente é atingida através de atos heroicos grandiosos, e sim através de pequenas vitórias diárias. Cada pequena escolha que fazemos, cada reflexão para vivermos uma vida significativa, cada ajuda que damos aos outros, tudo isto faz parte da construção do nosso objetivo. D'us nos encaminha para a nossa missão através dos testes cotidianos, através de oportunidades que vão surgindo. É importante estar sempre atento, sempre buscando aproveitar as oportunidades. A cada teste de Avraham, ele estava apenas vivendo mais um dia de sua vida, aprendendo a lidar com as dificuldades, mas ao mesmo tempo estava chegando à perfeição. Normalmente quando passamos por uma dificuldade nós reclamamos com D'us, justamente por não percebermos que esta dificuldade nos foi mandada "sob medida", junto com as nossas ferramentas e habilidades, para que possamos atingir nosso objetivo particular.
 
É muito importante em Yom Kipur nos arrependermos pelos erros que cometemos em relação às Mitzvót, mas é ainda mais importante o arrependimento por todas as oportunidades perdidas durante o ano. E deste arrependimento certamente virá a força para, neste ano que agora se inicia, conseguirmos aproveitar cada oportunidade para preencher o nosso verdadeiro potencial.
 
SHABAT SHALOM e GMAR CHATIMÁ TOVÁ

Rav Efraim Birbojm

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Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) dos meus queridos e saudosos avós, Meir ben Eliezer Baruch Z"L e Shandla bat Hersh Mendel Z"L, que nos inspiraram a manter e a amar o judaísmo, não apenas como uma idéia bonita, mas como algo para ser vivido no dia-a-dia. Que possam ter um merecido descanso eterno.
 
Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) de minha querida e saudosa tia, Léa bat Meir Z"L. Que possa ter um merecido descanso eterno.
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sexta-feira, 11 de setembro de 2015

MENSAGEM DE ROSH HASHANÁ 5776

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MENSAGEM DE ROSH HASHANÁ 5776
 
Mais um ano chega ao fim, fechando mais um ciclo em nossas vidas. Foi um ano difícil para o povo judeu em todo o mundo, com o aumento alarmante do antissemitismo, mas desta vez fantasiado de "anti-sionismo". Além disso, em especial no Brasil, a instabilidade econômica e política causou muitas preocupações e temores. Desejamos que termine o ano e todas as suas dificuldades, e rezamos para que comece um novo ano com muitas Brachót e boas notícias, para cada um em particular e para o povo judeu como um todo.
 
Quando um ciclo termina, é o momento oportuno para agradecermos a D'us por cada aprendizado e crescimento que tivemos. "Shehecheianu VeKiemanu Vehiguianu Lazman Hazé". Independentemente das dificuldades que passamos, certamente também tivemos muito pelo que nos alegrarmos. Todos nós tivemos motivos para comemorar e muitas vitórias. Foi um ano de novas experiências de vida, de desenvolvermos novas habilidades. E mesmo as dificuldades pelas quais passamos devem ser vistas de maneira positiva, pois nos fizeram mais fortes.

Eu tenho muito para agradecer pelo ano que passou. Foi um ano com algumas mudanças importantes na área profissional, gerando muitas novas experiências, muito gratificantes apesar das dificuldades iniciais. Além disso, aproveito para fazer o anual agradecimento a D'us pela oportunidade de transformar cada semana em algo mais especial por causa do Shabat Shalom M@il, através do qual eu posso participar um pouquinho do Shabat de muitas famílias judias de várias partes do mundo.

Por isso, ao fecharmos o ciclo de mais um ano, aproveito a oportunidade para agradecer por todo o apoio que eu sempre recebo, seja através de elogios, incentivos e sugestões de melhoria. Me preenche muito saber que pude dar uma pequena contribuição para que a semana dos leitores pudesse ter um pouco mais de espiritualidade e conteúdo. Uma das principais intenções do e-mail é poder contribuir no crescimento espiritual de cada leitor, inspirar e incentivar um pouco mais de reflexões sobre os nossos caminhos na vida.

Agradeço a cada um dos leitores por serem a minha fonte de inspiração e motivação para continuar este trabalho. Agradeço à minha família por aceitarem com alegria "abrir mão" do tempo que eu dedico semanalmente para escrever o "Shabat Shalom M@il". E acima de tudo agradeço a D'us pela bondade de um dia ter me possibilitado voltar em Teshuvá e assumir esta maravilhosa missão de compartilhar com as pessoas o tesouro contido nos ensinamentos da Torá.

Aproveito também a oportunidade para pedir perdão a qualquer um que eu possa ter se ofendido ou deixado chateado, com alguma mensagem que eu enviei ou com alguma atitude que eu tenha tomado. Certamente não tive intenção de magoar ou ofender ninguém. Se alguém tiver alguma mágoa ou reclamação, por favor me avise para que eu possa pedir desculpas pessoalmente.

Que possamos aproveitar estes últimos dias do ano para aumentar nossos méritos, para reconstruir relacionamentos que possam ter ficado abalados e para pedir perdão àqueles que possamos ter magoado. Nestes últimos dias do ano abrem-se os portões da Misericórdia de D'us, e recebemos uma ajuda especial se quisermos crescer um pouco mais em Torá e Mitzvót.
 
Que possamos ser inscritos no Livro da Vida, com muita saúde, sustento, alegrias, paz e espiritualidade. Que neste ano de 5776 que agora começa possamos continuar nos encontrando, semanalmente, neste maravilhoso mundo dos conhecimentos da Torá.
 
SHANÁ TOVÁ
 
Com carinho
 
Rav Efraim Birbojm
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A FRAGILIDADE DO SER HUMANO - SHABAT SHALOM M@IL -  PARASHAT NITZAVIM 5775 E ROSH HASHANÁ 5776 

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A FRAGILIDADE DO SER HUMANO - PARASHAT NITZAVIM 5775 E ROSH HASHANÁ 5776 (11 de setembro de 2015) 

"Todos os anos o rabino chefe de New York, o Rav Yaacov Yossef zt"l (Lituânia, 1840 - EUA, 1902), dava uma importante "Drashá" (discurso) de Shabat Teshuvá (Shabat entre Rosh Hashaná e Yom Kipur). Ele era um grande "Talmid Chacham" (erudito no estudo da Torá) e podia falar por horas, citando dezenas de ensinamentos do Talmud, sem abrir um único livro ou anotação. Suas palavras entravam no coração, e por isso este discurso anual era um grande evento, fazendo com que os lugares da sinagoga fossem muito disputados.
 
Mas um triste incidente ocorreu quando o Rav Yaacov Yossef ainda era jovem. Com pouco mais de 55 anos, ele teve um derrame. Ninguém sabia se ele se recuperaria a tempo de dar a Drashá. Algum tempo antes de Rosh Hashaná os organizadores confirmaram, para a alegria de todos, que a Drashá aconteceria. O Rav Yaacov Yossef, apesar de debilitado, tentaria reunir forças para fazer seu discurso. Os organizadores avisaram que haveria duas diferenças em relação aos anos anteriores: o Rav falaria sentado, por sua dificuldade de permanecer de pé por muito tempo, e utilizaria livros para fazer suas citações, ao invés de falar tudo de cor.
 
No dia da Drashá, a sinagoga estava completamente lotada, não havia nem mesmo um único lugar vazio. O Rav Yaacov Yossef começou a Drashá com as seguintes palavras: "Diz o Talmud", mas logo depois ele parou, ficando em silêncio total. Recomeçou com as mesmas palavras: "Diz o Talmud", mas novamente permaneceu um longo tempo em silêncio. Finalmente ele começou pela terceira vez seu discurso com as palavras "Diz o Talmud", e mais uma vez estas palavras foram seguidas por um terrível silêncio. Após alguns instantes, o Rav Yaacov Yossef começou a chorar. Quando se acalmou, olhou fixamente para o público e disse:
 
- Até a Drashá do ano passado eu sabia todo o Talmud de cor, mas apesar de ter preparado a Drashá deste ano, eu não consigo lembrar nem mesmo qual era o assunto! Despertem, vejam qual é o fim do ser humano. Eu sou um exemplo vivo. Aprendam com o que aconteceu comigo e se arrependam enquanto ainda há tempo de consertar seus atos".
 
Esta Drashá, de apenas 9 palavras, talvez tenha sido a melhor Drashá da vida do Rav Yaacov Yossef. Certamente naquele dia as pessoas saíram da sinagoga sensibilizadas, muito mais conscientes da fragilidade da vida humana e de que tudo, absolutamente tudo, está nas mãos de D'us.

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Nesta semana lemos a Parashá Nitzavim que, entre outros assuntos, fala sobre o processo de Teshuvá, no qual a pessoa, através de reflexões, se arrepende dos seus maus atos e decide mudar de atitude na vida, como está escrito: "E você voltará para D'us, e escutará Sua voz... com todo seu coração e toda a sua alma" (Devarim 30:2). E no Domingo de noite (13 de setembro) começa Rosh Hashaná, o Dia do Julgamento, uma das datas mais importantes do calendário judaico, um dia muito conectado com a Teshuvá e com o nosso compromisso de mudanças para o próximo ano. Será que estamos nos preparando bem? Entendemos a importância deste dia?
 
O Talmud (Rosh Hashaná 16b) nos ensina algo impressionante sobre como se comportar no dia de Rosh Hashaná: "Todo ano que é pobre no seu começo se torna rico no seu final". Explica Rashi (França, 1040 - 1105) que a expressão "pobre no começo" se refere a quando os judeus se fazem pobres em Rosh Hashaná em súplicas e rezas, isto é, quando sentem que não tem nada na vida, como uma pessoa completamente destituída, e derramam seu coração diante de D'us, implorando e rezando. Quando uma pessoa se comporta desta maneira, o Talmud nos garante que seu ano terminará rico, com muitas Brachót.
 
Para entender um pouco melhor as palavras do Talmud, podemos utilizar como ilustração a forma como os empresários fazem os cálculos de orçamento de suas empresas. A maioria dos empresários, quando faz seus planejamentos orçamentários para o próximo ano, utiliza como base o que aconteceu nos anos anteriores. Os gestores apenas discutem as prováveis modificações no orçamento do ano anterior, mas as partes que se manterão nem mesmo são discutidas, pois já são consideradas como "pré-aprovadas". Porém, há outra maneira de fazer o planejamento orçamentário, chamado de "Zero Based Budgeting" (Orçamento Base Zero), quando nada do orçamento do ano anterior é levado em consideração. Neste sistema, cada item do orçamento precisa ser novamente aprovado, e não apenas as alterações em relação ao ano anterior. É como se a empresa estivesse começando novamente do zero.
 
É exatamente esta a diferença de como nos sentimos e como deveríamos nos sentir em Rosh Hashaná. Sentimos como se tudo o que temos já está garantindo, somente precisamos pedir para D'us coisas a mais. Mas o Talmud está nos ensinando que precisamos começar o nosso novo ano com o sistema de "Zero Based Budgeting", isto é, como se não tivéssemos nada do que tínhamos no ano anterior, como se fossemos completamente pobres e destituídos, começando do zero, sem nenhuma garantia de nada.
 
Mas isto é verdade? Como podemos nos sentir assim, como pobres destituídos, se temos os nossos bens, nosso dinheiro, nossos talentos, nossos amigos e nossa família? Explica o Rav Yssocher Frand que temos um conceito equivocado de como funciona o mundo espiritual e os decretos de D'us. Achamos que apenas pelo fato de termos dinheiro e saúde hoje, certamente teremos o mesmo no dia seguinte. Mas a verdade é que não existe nenhuma garantia. Todos conhecem pessoas milionárias que, do dia para a noite, perderam tudo. Todos têm algum conhecido que, sem nenhum aviso prévio, perdeu completamente a saúde ao descobrir que tinha uma doença incurável. Nossos sábios ressaltam que isto se aplica em especial ao novo ano, quando D'us decide tudo o que vai acontecer no próximo ano. Não há garantia de nada, e o que foi no ano passado não é garantido que será de novo no próximo ano.
 
Por que existe esta diferença de percepção da realidade? Pois pensamos que as coisas que temos na vida são fruto do nosso esforço e dos nossos méritos. Mas a verdade é que tudo é uma grande bondade de D'us. Ele nos dá vida, Ele nos dá nossos dinheiro e bens, Ele nos dá nossa saúde. A pessoa que pensa que está saudável está apenas se iludindo, pois a vida do ser humano está sempre apenas por um fio. É por isso que D'us nos criou tão frágeis, para que possamos perceber que nossa vida está sempre nas mãos Dele.
 
Esta verdadeira percepção da realidade foi um dos últimos ensinamentos da vida de Moshé. A Parashá lida na semana que vem, Vaielech, começa com as seguintes palavras: "E foi Moshé (Vaielech Moshé) e disse: Hoje eu completo 120 anos. Já não posso mais sair e entrar. E D'us me disse: 'Não passará este (rio) Jordão' " (Devarim 31:2). Há um Midrash (parte da Torá Oral) que nos ensina que a linguagem "Vaielech" sempre indica uma advertência. Mas se procurarmos neste ou nos próximos versículos, aparentemente não encontraremos nenhuma advertência ou bronca. Então será que a regra ensinada pelo Midrash se aplica no nosso caso?
 
A resposta está nas seguintes palavras: "Hoje eu completo 120 anos. Já não posso mais sair e entrar. E D'us me disse: 'Não passará este Jordão' ". De acordo com os nossos sábios, estas palavras contêm uma terrível advertência de Moshé ao povo judeu, que ele deixou para o fim de sua vida justamente para ensinar ao povo de forma marcante. Moshé estava dizendo ao povo que ele, aquele mesmo homem que há pouco tempo atrás havia subido até o céu como uma águia, que havia permanecido 40 dias e 40 noites sem comer e sem dormir para receber a Torá, no mesmo nível dos anjos, agora não podia nem mesmo atravessar um simples rio como as outras pessoas. Por que? "E D'us me disse: 'Não passará este Jordão' ". Quando D'us decreta algo, não existe nenhuma garantia de nada. Ontem foi ontem, hoje é um novo dia. O mesmo Moshé que subiu aos céus não podia mais atravessar nem mesmo um simples rio, pois esta era a vontade de D'us.
 
Quem percebe isso, quem sabe que estamos sempre na corda bamba, age de forma diferente.  Quem sabe que tudo está em jogo em Rosh Hashaná, o dia do nosso julgamento, age diferente. Todos nós já passamos por momentos de ansiedade, principalmente quando parentes próximos estiveram sob risco de vida. Quando uma pessoa está na sala de espera de um hospital, aguardando as notícias vindas da sala cirúrgica, ela sente de verdade o que é ser um pobre destituído, o que é estar completamente nas mãos de D'us. E neste momento a pessoa age de maneira diferente. Seu coração se conecta com D'us, e ao invés de atos vãos e vazios, a pessoa se ocupa com rezas e Tehilim (Salmos). Esta é a forma de despertar para Rosh Hashaná: lembrar como a condição humana é frágil, lembrar que tudo está nas mãos de D'us, e não há garantia de nada. Todo nosso ano depende dos momentos de conexão com D'us em Rosh Hashaná, pois tudo estará sendo decretado neste dia.
 
Assim podemos entrar no clima de Rosh Hashaná, entendendo o que está realmente em jogo neste dia. Precisamos lembrar que nossa vida em Rosh Hashaná é julgada de acordo com o "Zero Based Budgeting", isto é, não há garantia de nada. Se entrarmos em Rosh Hashaná nos sentindo como pobres, sem nada garantido na vida, abrindo nosso coração para D'us, teremos muito mais chances de ter bons decretos e um ano com muitas Brachót. Como ensina o Talmud, que nosso ano comece pobre, para terminar muito rico.

"SHETIKATEV VETECHATEM BESSEFER CHAIM TOVIM" (QUE SEJAMOS INSCRITOS E SELADOS NO LIVRO DA VIDA) 

SHABAT SHALOM E SHANÁ TOVÁ         
 
Rav Efraim Birbojm

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Este E-mail é dedicado à Refua Shlema (pronta recuperação) de: Chana bat Rachel, Pessach ben Sima, Rachel bat Luna, Avraham ben Chana, Bentzion ben Chana, Ester bat Rivka, Rena bat Salk, Duvid ben Rachel, Chaia Lib bat Michle, Michle bat Enque, Miriam Tzura bat Ite, Fanny bat Vich, Zeev Shalom ben Sara Dvorah, Pece bat Geni, Salomão ben Sara, Tamara bat Shoshana, Yolanda bat Sophie, Chai Shlomo ben Sara, Eliezer ben Esther, Lea bat Sara, Debora Chaia bat Gueula, Felix ben Shoshana, Moises Ferez ben Sara, Zelda bat Sheva, Yaacov Zalman bat Tzivia, Yitzchak ben Dinah, Celde bat Lea, Geni bat Ester, Lea bat Simi, Ruth bat Messoda, Yaacov ben Ália, Chava bat Sara, Moshe David ben Chaia Rivka, Levi Itzchak ben Reizel, Lulu Chana bat Rachel, Haia Yona bat Sara, Shulem ben Chaia Sara, Daniel ben Yonit, Chai bat Rivka, Nitzchia bat Yafa.
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Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) dos meus queridos e saudosos avós, Ben Tzion (Benjamin) ben Shie Z"L e Frade (Fany) bat Efraim Z"L, que lutaram toda a vida para manter acesa a luz do judaísmo, principalmente na comunidade judaica de Santos. Que possam ter um merecido descanso eterno.
 
Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) dos meus queridos e saudosos avós, Meir ben Eliezer Baruch Z"L e Shandla bat Hersh Mendel Z"L, que nos inspiraram a manter e a amar o judaísmo, não apenas como uma idéia bonita, mas como algo para ser vivido no dia-a-dia. Que possam ter um merecido descanso eterno.
 
Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) de minha querida e saudosa tia, Léa bat Meir Z"L. Que possa ter um merecido descanso eterno.
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Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) de: Avraham ben Ytzchak, Joyce bat Ivonne, Feiga bat Guedalia, Chana bat Dov, Kalo (Korin) bat Sinyoru (Eugeni), Leica bat Rivka, Guershon Yossef ben Pinchas; Dovid ben Eliezer, Reizel bat Beile Zelde, Yossef ben Levi, Eliezer ben Mendel, Menachem Mendel ben Myriam, Ytzhak ben Avraham, Mordechai ben Schmuel, Feigue bat Ida, Sara bat Rachel, Perla bat Chana, Moshé (Maurício) ben Leon, Reizel bat Chaya Sarah Breindl; Hylel ben Shmuel; David ben Bentzion Dov, Yacov ben Dvora; Moussa HaCohen ben Gamilla, Naum ben Tube (Tereza); Naum ben Usher Zelig; Laia bat Morkdka Nuchym; Rachel bat Lulu; Yaacov ben Zequie; Moshe Chaim ben Linda; Mordechai ben Avraham; Chaim ben Rachel; Beila bat Yacov; Itzchak ben Abe; Eliezer ben Arieh; Yaacov ben Sara, Mazal bat Dvóra, Pinchas Ben Chaia, Messoda (Mercedes) bat Orovida, Avraham ben Simchá, Bela bat Moshe, Moshe Leib ben Isser, Miriam bat Tzvi, Moises ben Victoria, Adela bat Estrella, Avraham Alberto ben Adela, Judith bat Miriam, Sara bat Efraim, Shirley bat Adolpho, Hunne ben Chaim, Zacharia ben Ytzchak, Aharon bem Chaim, Taube bat Avraham, Yaacok Yehuda ben Schepsl, Dvoire bat Moshé, Shalom ben Messod, Yossef Chaim ben Avraham, Tzvi ben Baruch, Gitl bat Abraham, Akiva ben Mordechai, Refael Mordechai ben Leon (Yehudá), Moshe ben Arie, Chaike bat Itzhak, Viki bat Moshe, Dvora bat Moshé, Chaya Perl bat Ethel, Beila Masha bat Moshe Ela, Sheitl bas Iudl, Boruch Zindel ben Herchel Tzvi, Moshe Ela ben Avraham, Chaia Sara bat Avraham, Ester bat Baruch, Baruch ben Tzvi, Renée bat Pauline, Menia bat Toube, Avraham ben Yossef, Zelda bat Mechel, Pinchas Elyahu ben Yaakov, Shoshana bat Chaskiel David, Ricardo ben Diana, Chasse bat Eliyahu Nissim, Reizel bat Eliyahu Nissim, Yossef Shalom ben Chaia Musha, Amelia bat Yacov, Chana bat Cheina, Shaul ben Yoshua, Milton ben Sami, Maria bat Srul, Yehoshua Reuven ben Moshe Eliezer, Chaia Michele bat Eni, Arie Leib ben Itschak, Chaia Ruchel bat Tsine, Malka bat Sara, Penina bat Moshe, Schmuel ben Beniamin, Chaim ben Moshe Leib, Avraham ben Meir, Shimshon ben Baruch, Yafa bat Salha, Baruch ben Yaacov, Sarita bat Miriam, Michael Ezra ben Esther, Clarice Chaia bat Israel, Moshe ben Yaacov, Dov ben Michel, Alberto ben Michel, Malaka bat Chalom.
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Para inscrever ou retirar nomes da lista, para indicar nomes de pessoas doentes ou Leilui Nishmat (elevação da alma), e para comentar, dar sugestões, fazer críticas ou perguntas sobre o E-mail de Shabat,favor mandar um E-mail para ravefraimbirbojm@gmail.com
 
(Observação: para Refua Shlema deve ser enviado o nome do doente e o nome da mãe. Para Leilui Nishmat, os Sefaradim devem enviar o nome do falecido e o nome da mãe, enquanto os Ashkenazim devem enviar o nome do falecido e o nome do pai).
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