quinta-feira, 3 de março de 2022

SOMENTE FAÇA SUA PARTE - SHABAT SHALOM M@IL - PARASHÁ PEKUDEI 5782

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PARASHÁ PEKUDEI



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ASSUNTOS DA PARASHÁ PEKUDEI
  • A Contabilidade das doações.
  • Os Materiais doados.
  • Fazendo as roupas do Cohen Gadol.
  • Fazendo o Éfod (Avental).
  • Fazendo o Choshen Mishpat (Peitoral).
  • Fazendo o Meil (Manto).
  • Fazendo o Tsits (Placa para a cabeça).
  • O Mishkan é completado.
  • Moshé aprova o Mishkan e seus utensílios.
  • Ordens para erguer o Mishkan.
  • O Mishkan é erguido e os utensílios são posicionados.
  • A Presença de D'us preenche o Mishkan.
BS"D

SOMENTE FAÇA SUA PARTE - PARASHÁ PEKUDEI 5782 (04/Mar/22)


"Um rapaz teve um sonho que parecia muito real. Ele caminhava pelo céu e viu uma loja que chamou sua atenção. Ele entrou na loja e viu um senhor no balcão. Era uma loja linda, cuja beleza enchia os olhos. Maravilhado com a beleza do lugar, o rapaz perguntou:

- Senhor, o que é vendido nesta loja?

- Todas as coisas boas que as pessoas tanto desejam na vida - respondeu o senhor - vendemos saúde, sustento e sabedoria, entre outras coisas.

- Quanto custa estas coisas? - voltou a perguntar o rapaz.

- Não custa nada. Aqui tudo é de graça - respondeu o senhor, com um sorriso.

O rapaz contemplou a loja e viu que havia jarros de saúde, pacotes de esperança, caixinhas de sustento, fardos de sabedoria, pacotes de paz e muitas outras coisas que tanto desejamos na vida. Maravilhado, ele pediu:

- Por favor, quero um grande jarro de saúde, alguns fardos de sabedoria e algumas caixinhas de sustento. Se for possível, quero levar para mim, para minha família e para os meus amigos.

O senhor então foi preparar tudo. O rapaz estava esperando um pacote enorme, não sabia nem mesmo como conseguiria carregar. Porém, o senhor entregou a ele apenas um pequeno embrulho, que cabia na palma da sua mão. Incrédulo, o rapaz disse:

- Me desculpe, mas acho que o senhor não escutou meu pedido. Pedi saúde, sabedoria e sustento em grandes quantidades. Como pode estar aqui, neste pequeno pacote, tudo o que eu pedi?

Sorrindo, o gentil senhor lhe respondeu:

- Meu filho, na loja do céu não são vendidos frutos, somente as sementes. Portanto, agora vá e plante-as."

Gostaríamos que tudo "caísse do céu", pronto para nosso uso. Mas as coisas mais importantes da vida D'us nos dá apenas a semente, e somos nós mesmos que devemos cultivar.

Nesta semana lemos a Parashá Pekudei (literalmente "Contas") que, como o nome já indica, começa nos ensinando sobre a prestação de contas de Moshé em relação aos materiais doados para a construção do Mishkan, incluindo os totais doados e onde cada material foi utilizado. Apesar de Moshé estar acima de qualquer suspeita, ele queria que tudo fosse feito com a máxima transparência, para que ninguém ficasse com a mínima suspeita de que ele havia se apropriado dos materiais caros doados ao Mishkan.

Com o término da construção do Mishkan e a Presença de D'us repousando sobre ele, a Parashá Pekudei marca o final do segundo livro da Torá, Shemot. É costume, ao completarmos a leitura de um livro da Torá, que todos os que estão presentes na sinagoga recitem as palavras "Chazak, Chazak,Venitchazek" (Forte, Forte , e que nos fortaleçamos). Por que é necessário dizer isso ao final de cada livro da Torá?

O Rav Shimon Schwab zt"l (Alemanha, 1908 - EUA, 1995) nos ensina que, ao completarmos algo e atingirmos um objetivo que estávamos perseguindo, a tendência natural é relaxarmos em nossa motivação e diminuirmos o nosso entusiasmo. É nesse momento que necessitamos de um fortalecimento, pois, apesar de termos terminado um certo objetivo, o trabalho ainda não está completo. Uma forma de seguirmos adiante com vigor é nos conscientizarmos que ainda não é o bastante o que alcançamos. Apesar da alegria da conquista, ainda há muito o que fazer.
 
Portanto, este é o incrível efeito psicológico e espiritual das palavras "Chazak, Chazak, Venitchazek". É um despertar coletivo. Anunciamos na sinagoga que, apesar de termos alcançado um objetivo, isto é, terminar um dos livros da Torá, isso ainda não é o suficiente. Estamos terminando Shemot, mas ainda precisamos terminar  Vayikrá, e depois Bamidbar, e finalmente Devarim. E mesmo depois de terminar Devarim, nós não podemos relaxar, pois devemos voltar novamente a Bereshit, desta vez de forma ainda mais profunda. Isso vale para todas as áreas da vida. Não podemos nos acomodar, achar que já atingimos o suficiente. Temos que sempre seguir em frente e desejar alcançar um nível um pouco mais alto, com entusiasmo. E mesmo quando parece difícil subir ainda mais, devemos fazer a nossa parte, e D'us nos ajudará.
 
Este conceito se conecta com uma ideia muito interessante transmitida pela nossa Parashá. O Mishkan, por sua necessidade de ser transportado durante as muitas viagens do povo judeu no deserto, foi construído em várias partes que, durante a montagem, se encaixavam e davam volume ao Mishkan. Quando todas as partes do Mishkan e os utensílios ficaram prontos, eles foram trazidos para Moshé, como está escrito: "Eles trouxeram o Mishkan para Moshé" (Shemot 39:33). Isso significa que as partes do Mishkan, ainda não encaixadas umas às outras, foram levadas para Moshé. Mas por que isso foi necessário? Se D'us havia dado tanta sabedoria para os construtores e eles já haviam conseguido fazer os trabalhos mais complexos, por que já não aproveitaram para erguer o Mishkan?

Rashi
(França, 1040 - 1105) nos ensina que o motivo pelo qual toda a estrutura desmontada foi trazida até Moshé, ao invés de ter sido erguida, foi que ninguém tinha capacidade de erguer o Mishkan por ele ser muito pesado. O Midrash diz que, já que Moshé não teve uma participação direta na construção do Mishkan, D'us achou apropriado deixar o trabalho de erguê-lo para ele. Por isso ninguém mais conseguiu montá-lo.

Porém, o Midrash nos revela que Moshé também duvidou de sua capacidade de levantá-lo, por isso ele perguntou a D'us: "Como é possível algum ser humano erguer uma estrutura assim tão pesada?". D'us então pediu a Moshé que ele ao menos fizesse um esforço. Moshé tentou tudo o que pôde, mas realmente percebeu que não conseguiria. Então um milagre ocorreu e o Mishkan ergueu-se sozinho.
 
O mais incrível é que, mais adiante, a Torá escreve: "E Moshé montou o Mishkan" (Shemot 40:18). Por que está escrito que foi Moshé que montou o Mishkan, se o Midrash nos ensina que, na verdade, o Mishkan se ergueu sozinho através de um milagre Divino? A resposta é que, já que Moshé fez o esforço, fez tudo o que podia fazer, o versículo credita a ele a montagem do Mishkan.

O Rav Meir Rubman zt"l (Lituânia - Israel, 1967) ensina que deste Midrash aprendemos um princípio muito importante na espiritualidade do ser humano. D'us não exige de nós o resultado, Ele exige de nós apenas que façamos o esforço, dentro das nossas possibilidades. Em outras áreas da vida, a pessoa recebe os créditos apenas pela produção, não importando o esforço envolvido. Se a pessoa fez tudo o que podia, mas mesmo assim não conseguiu nenhum resultado, seu esforço foi completamente em vão. Mas não é assim que funciona com nossa espiritualidade. D'us não está interessado em resultados, e sim no esforço despendido por cada um. Em relação à espiritualidade e ao cumprimento das Mitzvót, D'us deseja a vontade e o esforço. Se vamos obter resultados, isso já não depende de nós.

Todos os dias, quando terminamos o nosso estudo de Talmud e nos preparamos para ir embora do Beit Midrash, lemos a seguinte declaração: "Pois nós trabalhamos e eles trabalham. Nós trabalhamos e recebemos recompensa, e eles trabalham e não recebem recompensa". Mas o que esta declaração está nos transmitindo? O que significa "eles trabalham e não recebem recompensa?" Aquele que se ocupa das atividades mundanas certamente é beneficiado! A pessoa que trabalha recebe seu salário, e se ela não trabalhar não recebe nada. Então como entender esta declaração?

Responde o Rav Issocher Frand que, em se tratando de espiritualidade, quando nós trabalhamos, recebemos por nossos esforços, sem importar se houve resultado ou não. Para D'us o que conta é se a pessoa tentou e se esforçou tudo o que podia. No entanto, em assuntos não espirituais, a abordagem é diferente, pois mesmo que a pessoa tenha trabalhado, se não conseguiu obter resultados, não será remunerada. Se alguém leva um terno sujo para lavar na tinturaria e, quando vai buscá-lo, recebe do tintureiro a notícia que as manchas não saíram, apesar de todos os esforços e tentativas, é obvio que esta pessoa não pagará nenhum centavo, pois deixou o terno para que ficasse limpo, não para que o tintureiro apenas tentasse limpá-lo.
 
Já em assuntos espirituais, o que D'us deseja de nós é um esforço honesto e sincero. Se uma pessoa vai visitar um doente no hospital do outro lado da cidade, mas quando finalmente chega ao hospital o doente está no meio de um procedimento médico e não pode receber visitas, é considerado como se a pessoa cumpriu a Mitzvá de visitar o doente. Em relação ao estudo da Torá e ao cumprimento das Mitzvót, não temos ideia se nossos esforços serão bem sucedidos ou não. Porém, isso não é o mais importante. O que importa de verdade para D'us é ver nossa tentativa e nosso esforço.
 

SHABAT SHALOM
 

R' Efraim Birbojm

Este E-mail é dedicado à Refua Shlema (pronta recuperação) de: Chana bat Rachel, Pessach ben Sima.
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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022

ESPÍRITO EMPREENDEDOR - SHABAT SHALOM M@IL - PARASHÁ VAYAKEL 5782 (25/fev/22)

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  • O Shabat.
  • Contribuição de Materiais para o Mishkan.
  • Os construtores do Mishkan.
  • Indicação dos "Arquitetos".
  • Construindo o Mishkan.
  • Construindo as cortinas do Ohel Moed.
  • Construindo as Tábuas (estrutura do Ohel Moed).
  • Construindo a Parochet e a Tela de entrada
  • Construindo o Aron (Arca Sagrada) e a Kaporet.
  • Construindo a Shulchan (Mesa).
  • Construindo a Menorá.
  • Construindo a Altar de Incenso.
  • Construindo o Mizbeach (Altar de Sacrifícios).
  • Construindo o Kior (Lavatório).
  • Construindo o Pátio e a Tela de entrada.
BS"D

ESPÍRITO EMPREENDEDOR - PARASHÁ VAYAKEL 5782 (25/fev/22)


Desde pequena, Svetlana só tinha conhecido uma única paixão na vida: dançar. Ela sonhava em ser uma bailarina do famoso Ballet Bolshoi. Seus pais haviam desistido de exigir que ela se dedicasse a qualquer outra atividade. Até mesmo os rapazes que ela conhecia já haviam entendido que o coração de Svetlana tinha lugar apenas para aquela paixão. Tudo era sacrificado em prol do dia em que ela se tornaria bailarina do Bolshoi.

Certo dia, Svetlana teve sua grande chance. Conseguiu uma audiência com Sergei Davidovitch, o diretor do Ballet Bolshoi, que estava selecionando aspirantes para a famosa Companhia de dança. No dia do teste, Svetlana dançou como se fosse seu último dia na Terra. Colocou tudo que sentia e que aprendera em cada movimento. Ao final, aproximou-se do diretor e lhe perguntou:

- O senhor acha que eu posso me tornar uma grande bailarina?

Na longa viagem de volta à sua pequena cidade, Svetlana, em meio às lágrimas, imaginou que nunca mais aquele "Não" deixaria de reverberar em sua mente. Meses se passaram até que ela pudesse novamente calçar uma sapatilha e fazer seu alongamento em frente ao espelho.

Dez anos mais tarde, Svetlana, que agora já era uma estimada professora de ballet, criou coragem de ir a uma apresentação do Bolshoi que ocorreria na cidade vizinha. Sentou-se bem na frente e notou que o Sr. Davidovitch ainda era o diretor. Após a apresentação, aproximou-se do diretor e lhe contou o quanto ela havia sonhado ter sido bailarina do Bolshoi e o quanto havia doído, anos atrás, ouvir que ela não seria capaz.

- Minha filha, eu digo isso a todas as aspirantes - respondeu o Sr. Davidovitch.

- Mas como o senhor pode cometer uma injustiça dessas? - perguntou Svetlana, um pouco alterada - Eu dediquei toda minha vida! Todos diziam que eu tinha o dom! Eu poderia ter sido uma grande bailarina se não fosse o descaso com que o senhor me avaliou!

Havia empatia e compreensão na voz do diretor, mas ele não hesitou em responder:

- Perdoe-me, minha filha, mas você nunca teria sido grande o suficiente, se foi capaz de abandonar seu maior sonho por causa do "não" de uma única pessoa.

Nesta semana lemos a Parashá Vayakel (literalmente "E reuniu"), que novamente trata da construção do Mishkan, o Templo Móvel, que representava o local de "moradia" da Presença de D'us no mundo. Apesar de a Torá já ter se alongado muito nas Parashiót Terumá e Tetzavê, descrevendo todos os detalhes construtivos do Mishkan e de seus utensílios, naquelas Parashiót a construção do Mishkan era apenas um projeto, um potencial. Já na Parashá desta semana o Mishkan começou a ser efetivamente construído, com a intensa participação do povo judeu, tanto na doação dos materiais quanto na doação da mão de obra.

Em relação à mão de obra para a construção do Mishkan, o Ramban zt"l (Nachmânides) (Espanha, 1194 - Israel, 1270) traz um interessante questionamento. A construção do Mishkan era uma empreitada muito grandiosa, com detalhes construtivos extremamente rebuscados. Esperaríamos que a escolha dos construtores fosse baseada em elementos técnicos, isto é, na busca de pessoas com habilidades para trabalhos manuais ou com conhecimentos mínimos de construção. Porém, o que a Parashá nos ensina? "E veio todo homem cujo coração o elevava" (Shemot 35:21). Este era o único requisito para a difícil construção do Mishkan?

Explica o Ramban que não havia ninguém com qualquer tipo de experiência anterior em relação a estes tipos de trabalhos requeridos para a construção do Mishkan e não havia nenhum artesão que pudesse transmitir a eles ao menos os conceitos básicos. Mesmo assim, houveram aqueles que se levantaram e se voluntariaram para participar das atividades construtivas, pessoas cujo coração as elevou e as conectou a D'us, aqueles que assumiram a responsabilidade de fazer a construção acontecer.

Explica o Rav Yerucham Leibovitz zt"l (Bielorússia, 1873 - 1936) que este versículo da Torá vem nos ensinar o incrível valor da iniciativa e da ambição positiva, que podem transformar o mundo e a vida de cada um de nós. Se prestarmos atenção nas pessoas mais poderosas e influentes do mundo, aqueles que chegaram ao topo, perceberemos que há um ponto em comum entre todas elas: o sucesso delas veio somente graças à sua incrível capacidade de iniciativa. Todo aquele que tem a força da iniciativa guarda dentro de si o potencial de grandeza, e são boas as chances dele conseguir chegar ao topo do sucesso. Porém, ao contrário, quando a pessoa não tem iniciativa, não terá sucesso em seu caminho e não conseguirá subir na escada das conquistas. Em geral, as pessoas que não têm iniciativa terminam se tornando pessoas pequenas, muito abaixo do seu verdadeiro potencial, e as chances naturais é que permaneçam sempre neste nível mais baixo.

Na construção do Mishkan, D'us não escolheu os melhores profissionais, os mais capacitados e com mais experiência, e sim aqueles cujo coração os elevou, isto é, aqueles que receberam sobre si fazer o trabalho, que tiveram a iniciativa e o empreendedorismo. Naquela geração, esmagada pela opressão da escravidão egípcia, infelizmente não eram muitos que tinham esta característica. Moshé anunciou, diante de todo o povo, um empreendimento gigantesco, com detalhes complexos. Era a construção da "Casa de D'us", que traria a Presença Divina para perto do povo, um empreendimento que nunca havia existido na história da humanidade. Não havia trabalhadores com nenhum tipo de experiência e não havia possibilidade de treinamento. Parecia algo impossível. Mas nem mesmo todos estes desafios impediram aqueles de espírito empreendedor de se levantarem e se voluntariarem ao trabalho. Eles não hesitaram nem por um instante, responderam imediatamente à convocação de Moshé. Esta é a força que existe dentro daqueles que têm iniciativa na vida.

É justamente isso que nos transmitiu o mais sábio de todos os homens, Shlomo Hamelech: "Vá até a formiga, preguiçoso, veja o comportamento dela e se torne sábio. Pois ela não tem chefe, supervisor nem governante e mesmo assim, prepara o seu pão no inverno e reúne na época da colheita seu alimento" (Mishlei 6:6-8). Mas por que Shlomo HaMelech utilizou justamente a formiga como inspiração para o preguiçoso? Explica o Midrash que a formiga não vive mais do que seis meses, e tudo o que ela precisa comer durante a vida é uma espiga e meia de trigo. Porém, mesmo assim ela trabalha duro durante todo o verão. Mas por que ela junta tanta comida, se provavelmente nem mesmo estará viva quando o inverno chegar? Pois ela pensa: "Talvez D'us decretará para mim vida e, caso isso aconteça, eu quero estar com a comida pronta". O Rabi Shimon bar Yochai conta que certa vez encontraram em um formigueiro uma quantidade de 300 Kor (cada Kor equivale a aproximadamente 250 litros), que as formigas haviam estocado durante a época da colheita para o inverno.

É isso que Shlomo Hamelech estava ensinando ao preguiçoso. Da mesma forma que a formiga acumula comida na época de fartura, para poder comer sossegada na época de escassez, assim também o preguiçoso deve se preocupar em juntar Mitzvót neste mundo, onde elas são abundantes, para levá-las ao Mundo Vindouro, onde já não há mais o que fazer para juntar méritos. A formiga é um animal pequeno e frágil. Olhando-a, quanto podemos esperar que ela possa realizar durante sua breve vida? Além disso, sua motivação é baseada em um argumento pouco realista, de que talvez D'us mudará as leis da natureza e ela viverá mais tempo. Apesar disso, percebemos a força de iniciativa da formiga, que contra todas as expectativas, acaba conseguindo fazer atos que vão muito além das suas possibilidades e alcança níveis de sucesso inacreditáveis.

Se pararmos para refletir, chegaremos a uma incrível conclusão: se até mesmo um animal minúsculo como a formiga consegue, através de seu espírito empreendedor, resultados tão incríveis, muito mais o ser humano, com sua força gigantesca. Além disso, diferente da formiga, que precisa apenas de uma espiga e meia de trigo, o ser humano tem diante de si uma tarefa extremamente difícil. Portanto, cada ser humano precisa se esforçar no limite, se reinventar e injetar dentro de si a força da iniciativa. Com tamanho empreendimento diante de si, qual é a esperança de um ser humano que somente consegue reunir uma espiga e meia de trigo quando, na realidade, precisava ter juntado 300 Kor? Infelizmente hoje em dia muitos se encontram nesta situação.
 
Este é o segredo do florescimento dos gigantes espirituais de cada geração. Não é a capacidade de estudo que os transformou em gigantes. O segredo do sucesso foi a intensa vontade interna. A força da iniciativa, o espírito empreendedor deles, que estava sempre acima de suas forças, os elevou tão alto. Não podemos mergulhar na escuridão da desistência. Precisamos injetar ânimo em cada passo em direção ao sucesso, viver com uma iniciativa contínua. Isso não é uma opção em nossas vidas, é uma obrigação, como ensinam nossos sábios: "O ser humano está obrigado o dizer: 'Quando meus atos chegarão ao nível dos atos de Avraham, Ytzchak e Yaacov?'". A linguagem dos nossos sábios é "obrigado", pois este é um dos princípios fundamentais no nosso trabalho espiritual: a "imitação" dos passos dos gigantes espirituais. Quem tem iniciativa não tem medo do fracasso. Ele cai, se levanta, aprende com seu erro e continua subindo na escada do sucesso. Essa é a nossa meta, esse é o nosso verdadeiro potencial. Basta acreditarmos em nós mesmos.

 

SHABAT SHALOM
 

R' Efraim Birbojm

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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2022

A EDUCAÇÃO É A ARMA MAIS PODEROSA - SHABAT SHALOM M@IL - PARASHÁ KI TISSÁ 5782

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BS"D

A EDUCAÇÃO É A ARMA MAIS PODEROSA - PARASHÁ KI TISSÁ 5782 (18/Fev/2022)

 
Um preso, que havia sido condenado à pena de morte e estava aguardando pela execução, pediu como último desejo um lápis e uma folha de papel. Após escrever por vários minutos, o condenado chamou o guarda e pediu que aquela carta fosse entregue à sua mãe. A carta dizia:
 
"Mãe, se houvesse mais justiça neste mundo, seríamos nós dois executados, e não apenas eu. Pois você é tão culpada quanto eu sou pela vida que tenho levado.
 
Você se lembra de quando roubei e levei pra casa a bicicleta de outro menino? Você me ajudou a escondê-la, para que meu pai não descobrisse.
 
Você se lembra de quando peguei o dinheiro da carteira do vizinho que eu encontrei caída na rua? Você foi comigo gastá-lo no Shopping.
 
Você se lembra de quando você discutiu com meu pai por minha causa, o que acabou causando com que ele fosse embora de casa? Ele só queria me repreender por eu ter roubado o gabarito das provas finais do curso que eu estava fazendo, do qual eu acabei sendo expulso.
 
Mãe, naquela época eu era só uma criança, mas pouco tempo depois eu me tornei um adolescente problemático e agora sou um homem bastante mal formado. Eu era apenas uma criança, e tudo o que eu precisava era de correção, e não de aprovação pelos meus erros!
 
Mas, mesmo assim, eu te perdoo. Só te peço que faça essa carta chegar ao maior número de pais do mundo, para que eles saibam que o que faz os homens se tornarem pessoas do bem é a educação.
 
Obrigado, mãe, por ter me dado a vida. Vida que agora estou prestes a perder por não ter aprendido a vive-la.
 
Assinado: O seu filho delinquente"
 
Quem se nega a castigar seu filho não o ama, como ensina Shlomo Hamelech: "Aquele que economiza na vara da disciplina odeia seu filho" (Mishlei 13:24). A educação é a arma mais poderosa que podemos usar para mudar o mundo. Educação começa nos primeiros anos da infância e vai até o último dia de vida. Eduque enquanto ainda é uma criança, para que não seja necessário punir quando for adulto.

Nesta semana lemos a Parashá Ki Tissá (Literalmente "Quando você contar"), que começa falando sobre uma das diversas contagens do povo judeu no deserto. Além disso, na continuação, a Parashá descreve a terrível transgressão do bezerro de ouro, um dos erros mais graves cometidos pelo povo judeu em toda a sua história. E estes dois assuntos estão conectados entre si, apesar de a ordem estar invertida, já que não existe "antes e depois" na Torá, isto é, a Torá não foi escrita necessariamente na ordem cronológica dos acontecimentos. O erro do bezerro de ouro causou muitas mortes dentro do povo judeu, sendo algumas através da espada, outras através de uma epidemia e outras através do "teste" de beber água como o pó de ouro do bezerro. Logo depois D'us ordenou a contagem do povo, como um pastor que conta suas ovelhas após o ataque de um lobo para saber quantas sobreviveram.
 
O erro do bezerro de ouro, que causou tantas mortes e uma mancha espiritual difícil de ser apagada, é algo complexo de ser entendido. O povo havia acabado de ter uma incrível revelação. D'us havia pessoalmente falado com eles quando estavam sob o Monte Sinai, a primeira e última vez na história da humanidade. É difícil até mesmo imaginar a incrível espiritualidade daquele momento. Porém, quarenta dias depois, este mesmo povo fez um bezerro de ouro, algo que deixou D'us tão furioso a ponto de querer "apagar" o povo judeu e criar um novo povo a partir de Moshé. Somente através de muitas Tefilót e súplicas de Moshé o decreto de D'us pôde ser revogado. Como um povo, que havia acabado de passar por uma experiência tão transcendental, pôde cair tanto? Qual foi a fonte deste erro?
 
O povo judeu errou na conta da data na qual Moshé desceria do Monte Sinai. O Yetser Hará tentou desviar os judeus através de argumentos confusos, mas eles estavam tão elevados que os argumentos não funcionaram. Então a arma utilizada pelo Yetser Hará foi projetar no céu a visão do corpo de Moshé flutuando, falecido. O desespero tomou conta de todos. Uma das provas do tamanho do desespero do povo foi o assassinato de Hur, filho de Miriam, que tinha sido apontado por Moshé como líder do povo, junto com Aharon, enquanto ele estivesse no Monte Sinai. Tudo o que Hur fez foi tentar impedir o povo de construir o bezerro de ouro, mas o povo estava tão obstinado e desesperado que acharam correto matar Hur, já que ele tentava impedir a "solução" do problema.
 
Ninguém esperava a morte de Moshé bem no auge da revelação da entrega da Torá. Mesmo Aharon ficou perdido sobre qual atitude tomar. Ele fez o que pôde para impedir a construção do bezerro de ouro e tentou ganhar tempo, pois sabia que, caso se levantasse contra o povo, seria assassinado como Hur, e certamente o pecado do povo se tornaria ainda mais grave, diminuindo as chances de salvação.
 
Testes na vida são inevitáveis, e tentamos superá-los da melhor maneira possível. Porém, o que fazer quando nos deparamos com uma dificuldade nova e inesperada, diante da qual não temos ideia do que fazer? E se, para piorar, estivéssemos sozinhos, sem ninguém com quem nos aconselhar? Com relação ao pecado do bezerro de ouro, tanto o povo judeu quanto Aharon HaCohen tiveram que decidir sozinhos o que fazer em relação ao suposto falecimento de Moshé. Recorrer ao bezerro de ouro como solução diante de uma situação inesperada mostrou o absurdo das circunstâncias e a fragilidade das convicções espirituais do povo. Após terem presenciados todos os milagres no Egito e a abertura do mar, não era essa a reação esperada, a de construir um bezerro de ouro!
 
Nossos sábios explicam que, na verdade, a intenção não era praticar idolatria, e sim procurar um intermediário entre eles e D'us, assim como estavam acostumados com Moshé intermediando o tempo todo. A revelação no Monte Sinai havia sido tão intensa que o povo judeu não conseguiu suportar a espiritualidade do momento, sendo que suas almas começaram a se desconectar dos seus corpos. Portanto, eles realmente não se sentiam aptos a terem um relacionamento direto com D'us.
 
O grande erro do povo foi não ter entendido que, após a entrega da Torá, não haveria mais absolutamente a necessidade de intermediários, tudo se trataria diretamente com D'us. A existência de intermediários, inclusive, seria considerada uma forma de idolatria, já que cada judeu teria a força, através do cumprimento das Mitzvót, de se elevar e se conectar diretamente com D'us.
 
Além disso, quando estamos acostumados com uma rotina, nos sentimos protegidos em nossa "zona de conforto". Porém, quando saímos da normalidade, perdemos o controle da situação. Faltou um pouco de "maturidade espiritual" ao povo judeu. Eles ainda não estavam preparados para tomar decisões sozinhos, precisavam de alguém fiscalizando a todo o momento para que tomassem a decisão correta.
 
Esta Parashá traz, portanto, dois importantes ensinamentos para nossas vidas. Em primeiro lugar, da mesma forma que um piloto de avião deve estar preparado para qualquer situação de emergência, pois desta maneira saberá reagir de forma rápida e acertada quando um imprevisto surgir, assim também devemos manter o nosso controle. Não podemos abandonar a cabine na primeira turbulência que aparecer. Precisamos sempre avaliar as situações nas quais nos encontramos, refletir sobre prováveis dificuldades que enfrentaremos e imaginar possíveis surpresas. Como em um jogo de xadrez, vence aquele que consegue pensar nas futuras jogadas, que consegue mentalizar o máximo número de possibilidades de movimentação das peças, tanto nossas quanto do nosso adversário. Na vida, nosso adversário é o Yetser Hará, e precisamos sempre imaginar as formas e artimanhas que ele utilizará para nos derrubar, para já estarmos preparados.
 
Outro ensinamento extremamente importante é em relação à educação dos nossos filhos. Devemos educá-los a terem certa autonomia, de forma que, mesmo quando não houver ninguém por perto fiscalizando, eles estarão prontos a fazer a coisa certa. Precisamos incentivá-los em sua "independência espiritual", ajudá-los a tomar decisões corretas sozinhos, mesmo quando surgirem condições adversas. O que é considerado ter sucesso na educação dos filhos? Garantir que eles estejam bem mesmo quando não estamos olhando. Pode parecer algo pequeno, mas será que nossos filhos escovariam os dentes todos os dias se não cobrássemos? Se dermos todo o suporte necessário aos nossos filhos, como conhecimento, responsabilidade e autoestima, teremos cumprido a nossa difícil missão de educá-los.

 

SHABAT SHALOM
 

R' Efraim Birbojm

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