SHABAT SHALOM
R' Efraim Birbojm
BS"D
ATINGINDO SEU PRÓPRIO POTENCIAL - PARASHÁ PINCHÁS 5772 (13 de julho de 2012)
"Eduardo foi convidado para participar de uma corrida. Era uma competição diferente, e Eduardo ficou sabendo de apenas algumas poucas informações: a data e o local da corrida, o valor do prêmio milionário que o vencedor receberia e que o outro competidor seria Rafael, um velho conhecido seu. As demais regras seriam divulgadas apenas no dia da competição, o que deixou Eduardo muito ansioso.
Quando finalmente chegou o dia marcado, Eduardo chegou ao local combinado. A competição seria uma corrida de 3 horas por uma estrada onde não havia limites de velocidade. Os organizadores então trouxeram para Rafael um lindo carro esportivo, com as mais modernas tecnologias. Eduardo ficou imaginando que receberia um carro igual, mas foi com grande surpresa que ele viu os organizadores trazendo para ele, nada mais e nada menos do que... uma bicicleta. Seria uma piada? Será que ele estava participando de um daqueles programas humorísticos de "câmera oculta"? Enquanto o outro competidor havia recebido um carro esportivo, ele havia recebido uma bicicleta, e ainda por cima sem marchas! Eduardo ficou muito decepcionado, aquela competição parecia muito injusta. Como ele poderia, com uma bicicleta, competir contra um carro?
A corrida começou e, apesar do desânimo, Eduardo deu o melhor de si. Ele pedalava com vontade e se esforçava, principalmente nas subidas, mas por mais que tentasse, não chegava nem perto de Rafael. Não que Rafael estivesse fazendo muito esforço, ao contrário, apesar de poder voar a quase 300 km/h, ele passeava tranquilamente, aproveitava para tomar sol e escutar Rock no seu aparelho de som digital. O tempo passava, Eduardo pingava de suor e seus músculos doíam, enquanto Rafael estava tranquilo, sentado no seu carro, com o ar condicionado ligado. Como Rafael viu que era muito mais rápido que Eduardo, não se preocupou em acelerar. Foi tranquilo, fez inclusive uma parada para cochilar e aproveitou para telefonar para seus amigos para contar sobre a sua grande sorte.
Após 3 horas de prova, Eduardo estava acabado. Apesar do esforço, havia conseguido completar apenas 90 km do percurso, enquanto Rafael, tranquilo, havia completado 100 km. Rafael já festejava por dentro, estava com um grande sorriso no rosto. Porém, o sorriso desapareceu quando os juízes anunciaram que Eduardo era o vencedor. Agora era Eduardo quem sorria. As dores musculares já não incomodavam mais, todo o esforço tinha valido a pena, ele era milionário! Rafael, inconformado, foi tirar satisfações com um dos organizadores:
- Escute aqui, eu venci, pois eu andei mais. Ele andou apenas 90 Km, enquanto eu andei 100 Km. Eu mereço receber o prêmio!
- É verdade que você andou mais – disse o organizador – mas quem falou que este era o requisito para a vitória? Você acha que se fosse este o requisito, seria justo você receber um carro esportivo e o outro competidor receber apenas uma bicicleta? Você não percebeu esta aparente "injustiça"?
- Na verdade – continuou o organizador - o vencedor foi aquele que melhor aproveitou o potencial do que lhe foi oferecido. O Eduardo recebeu uma bicicleta e andou com ela 90 Km. Como o máximo que ele poderia ter andado seria 100 km, ele aproveitou 90% do seu potencial. Mas você, que recebeu um carro possante, poderia ter andado quase 1.000 km com ele, mas como andou apenas 100 km, aproveitou só 10% do seu potencial. É verdade que você, no total, andou mais do que ele. Mas do seu enorme potencial, você não aproveitou quase nada, enquanto ele, com um potencial muito menor, aproveitou quase tudo. O Eduardo é o vencedor, pois a corrida não era um contra o outro, era cada um contra si mesmo."
Assim D'us também julga nossos atos. Ele não leva em consideração até onde cada um chegou, mas quanto cada um aproveitou em relação ao seu próprio potencial.
********************************************
Na Parashá desta semana, Pinchás, a Torá escreve em sequência dois assuntos aparentemente desconectados. Após terem cometido muitas transgressões durante os 40 anos no deserto e terem recebido castigos tão duros de D'us, o povo judeu estava desmotivado de entrar em Israel. Muitos estavam tão desanimados que preferiam até mesmo voltar para o Egito. Neste contexto vieram as cinco filhas de um homem chamado Tzlofechad reclamar que elas também queriam um pedaço de terra em Israel. Qual era o motivo da reclamação delas? Quando elas viram que D'us havia pedido uma nova contagem do povo antes da entrada em Israel, entenderam que aquele número era para fazer a divisão das terras entre as famílias que havia em cada tribo. Mas elas perceberam que apenas os homens foram contados, e então entenderam que a divisão das terras seria feita apenas de acordo com a quantidade de homens em cada família. Mas o pai delas, Tzlofechad, havia morrido sem deixar filhos homens e, portanto, elas não teriam direito a nenhuma terra, por isso foram reclamar. D'us gostou desta reclamação, pois demonstrou a vontade que elas tinham de ir para Israel, contrastando com o desânimo do resto do povo. Imediatamente a Torá ensinou as leis de herança, com os detalhes de como os bens deveriam ser passados para os filhos e parentes depois da morte dos pais.
Logo depois deste evento a Torá traz outro assunto. Moshé, avisado que sua morte estava iminente, pediu para D'us um novo líder para o povo, como está escrito: "Que nomeie Hashem, D'us dos espíritos de toda a carne, um homem sobre a congregação" (Bamidbar 27:16). Qual a conexão entre estes dois assuntos aparentemente tão distintos, a herança passada dos pais para os filhos e a escolha de um novo líder?
Explica Rashi, comentarista da Torá, que quando Moshé viu que D'us havia ensinado para o povo as leis de herança, isto é, que os filhos herdam o que era de seus pais, ele sentiu que era o momento de fazer um pedido pessoal para D'us. Ele pediu para que seus dois filhos, Guershom e Eliezer, também herdassem sua grandeza e se tornassem os próximos líderes do povo judeu. Porém, vemos que D'us não escutou o pedido de Moshé, pois logo depois está escrito "E disse D'us para Moshé: Pegue Yoshua bin Nun, um homem que está repleto de espírito (de sabedoria), e apoie suas mãos sobre ele" (Bamidbar 27:18). Isto quer dizer que D'us pessoalmente escolheu Yoshua, e não os filhos de Moshé, como o próximo líder do povo judeu. Mas qual o motivo desta escolha de D'us? O mais lógico não seria Moshé ter passado a liderança para seus filhos, como fizeram futuramente a maioria dos reis, que passaram o trono para seus descendentes? Então por que os filhos de Moshé não foram os escolhidos?
Há um Midrash (parte da Torá Oral) que traz uma resposta surpreendente. O Midrash diz que os filhos de Moshé não foram os escolhidos pois não sentavam para estudar Torá. Já Yoshua, ao contrário, não saía da tenda de estudos e se dedicava ao máximo para adquirir sabedoria de seu mestre Moshé. Mas como entender este Midrash? Moshé se importava demais com o povo, e comprovou isto durante toda sua vida, ao se dedicar de corpo e alma às necessidades do povo antes mesmo de pensar em suas próprias necessidades. Então como ele pode ter pensado em pedir para D'us que nomeasse como líderes do povo seus filhos, se eram pessoas que não estudavam Torá? Ele não sabia o quanto era importante que o novo líder tivesse muita sabedoria para ser também um juiz e um professor para o povo? Ele deixou que subisse à sua cabeça a vontade de que seus filhos herdassem seu posto de liderança, mesmo eles não sendo aptos para isso?
Explica o livro Lekach Tov que existe uma grande diferença entre o mundo material e o mundo espiritual em relação a quanto o esforço influencia no valor de algo realizado ou produzido. No mundo material, o valor das coisas não leva em consideração os esforços envolvidos, o que importa são apenas os resultados. Por exemplo, se um artesão habilidoso leva um dia para fabricar um vaso, enquanto outro artesão menos habilidoso leva 3 dias e precisa de muito mais esforço e dedicação, quando os dois vasos estão prontos, eles têm no mercado exatamente o mesmo valor. Isto quer dizer que todo o esforço e a dificuldade envolvidos na fabricação do vaso não são levados em consideração. Mais do que isso, se uma pessoa passa o dia inteiro criando e digitando uma matéria para ser publicada no jornal, mas no momento de salvar o arquivo fica corrompido e não pode mais ser aberto, quanto vale o que a pessoa fez e todo o esforço que ela despendeu? Absolutamente nada.
Porém, não é isto que ocorre no mundo espiritual. O valor de cada ato espiritual, como o cumprimento de uma Mitzvá ou o estudo da Torá, não leva em consideração apenas o resultado, mas também todo o esforço envolvido. Quanto maior a dificuldade, maior o valor do ato, como nos ensina a última Mishná do Pirkei Avót (Ética dos Patriarcas): "De acordo com a dificuldade, assim é a recompensa". Isto quer dizer que mesmo se duas pessoas cumprirem exatamente a mesma Mitzvá, mas uma delas cumprir com facilidade enquanto a outra cumprir com muita dificuldade e esforço, apesar do resultado ter sido o mesmo, o valor da Mitzvá é completamente diferente para cada pessoa. Para aquele que se esforçou mais, o valor de sua Mitzvá é muito maior.
Com este conceito podemos entender o ensinamento do Midrash. Certamente Moshé não era um irresponsável, nunca indicaria com líder alguém que não tivesse capacidade para isso. A verdade é que, em termos de nível espiritual e de conhecimento da Torá, os filhos de Moshé eram tão grandes quanto Yoshua. Mas o problema é que eles tinham um potencial de crescimento ainda maior do que o de Yoshua, eles poderiam ter chegado ainda mais alto. O que aconteceu? Eles desperdiçaram seu potencial, pois não utilizaram todas as suas forças e aptidões. Se tivessem se esforçado mais, teriam chegado muito mais alto do que Yoshua.
Quando o Midrash diz que eles não estudaram Torá, não quer dizer que não estudaram nada e não tinham conhecimento. O Midrash quer nos ensinar que eles não atingiram seus verdadeiros potenciais espirituais e, por isso, comparado com nível que poderiam ter chegado, é como se não tivessem estudado. Eles perderam para sempre a oportunidade de serem os líderes do povo judeu. Já Yoshua, ao contrário, apesar de ter menos aptidões do que os filhos de Moshé, utilizou seu potencial no limite. Ele madrugava para ir para a tenda de estudos, passava o dia inteiro próximo de Moshé, absorvendo seus conhecimentos, e só voltava para casa tarde da noite. Seu amor pela Torá e pelos conhecimentos era tão grande que era ele quem organizava a tenda de estudos no final do dia, arrumando as mesas, cadeiras e livros. Por isso foi ele, e não os filhos de Moshé, o escolhido para ser o sucessor na liderança do povo.
Este conceito espiritual pode ser aplicado também em outras áreas da vida e nos ajuda a responder uma das grandes perguntas filosóficas. Olhamos para o mundo e vemos muitas desigualdades. Enquanto alguns nascem em famílias abastadas, outros passam por dificuldades e privações. Enquanto alguns nascem fortes e saudáveis, outros nascem fracos e doentes. Por que há tanta desigualdade no mundo? Por que uma pessoa nasce milionária e pode doar milhões, enquanto outra nasce pobre e pode doar apenas alguns trocados? Por que uma pessoa nasce saudável e pode caminhar sem dificuldade para a sinagoga, enquanto outra precisa ir de muletas ou em uma cadeira de rodas. Onde está a justiça de D'us?
A resposta é que, pelo fato de D'us não medir as Mitzvót pelo resultado e sim pelo esforço, as dificuldades se transformam em oportunidades. Aquela pessoa pobre, que doa com esforço apenas alguns reais, uma quantia significativo para suas poucas possibilidades, seu ato vale aos olhos de D'us como se ele tivesse doado uma soma muito grande de dinheiro. Aquele que vai para a sinagoga com dificuldade, cada passo vale muito mais, cada palavra de sua reza tem muito mais força.
Yoshua nunca invejou os filhos de Moshé por eles terem mais aptidões, e no final vemos que foi ele o escolhido para liderar o povo judeu. Da mesma maneira, não devemos invejar se os outros têm mais dinheiro ou mais aptidões. A inveja é uma tolice, pois recebemos de D'us exatamente as ferramentas necessárias para cumprir nosso papel espiritual no mundo, nada a mais e nada a menos. Devemos lembrar sempre que a corrida verdadeira da vida não é contra os outros, é contra nós mesmos.
SHABAT SHALOM
R' Efraim Birbojm
**************************************************************************
HORÁRIO DE ACENDIMENTO DAS VELAS DE SHABAT
São Paulo: 17h18 Rio de Janeiro: 17h02 Belo Horizonte: 17h14 Jerusalém: 19h06
**************************************************************************
Este E-mail é dedicado à Refua Shlema (pronta recuperação) de: Frade (Fanny) bat Chava, Chana bat Rachel, Léa bat Chana; Pessach ben Sima, Eliashiv ben Tzivia; Israel Itzchak ben Sima; Eliahu ben Sara Chava; Avraham David ben Reizel; Yechezkel ben Sarit Sara Chaya; Sara Beila bat Tzvia; Estela bat Arlete; Ester bat Feige; Moshe Yehuda ben Sheva Ruchel; Esther Damaris bat Sara Maria; Yair Chaim ben Chana; Dalia bat Ester; Ghita Leia Bat Miriam; Chaim David ben Messodi; David ben Beila; Avraham ben Linda; Tzvi ben Liba; Chaim Verahamin ben Margarete; Rivka bat Brucha; Esther bat Miriam, Sara Adel bat Miriam, Mordechai Ghershon Ben Malia Rachel, Pinchas Ben Chaia, Yitzchak Yoel Hacohen Ben Rivka, Yitzchak Yaacov Ben Chaia Devora, Avraham Ben Dinah, Avraham David Hacohen Ben Rivka, Bracha Chaya Ides Bat Sarah Rivka, Tzipora Bat Shoshana, Levona Bat Yona e Havivah Bat Basia, Daniel Chaim ben Tzofia Bracha, Chana Miriam bat Chana, Yael Melilla bat Ginete, Bela bat Sima; Israel ben Zahava; Nissim ben Elis Shoshana; Avraham ben Margarita; Sharon Bat Chana; Rachel bat Nechama, Yehuda ben Ita, Latife bat Renee, Avraham bem Sime, Clarisse Chaia bat Nasha Blima, Tzvi Mendel ben Ester, Marcos Mordechai Itschak ben Habibe, Yacov Eliezer ben Sara Masha, Yossef Gershon ben Taube, Manha Milma bat Ita Prinzac, Rachel bat Luna, Chaim Shmuel ben Sara, Moshe Avraham Tzvi ben Ahuva, Avraham ben Ahuva, Miriam bat Yehudit, Alexander Baruch ben Guita, Shmuel ben Nechama Diná, Avracham Moshe ben Miriam Tobá, Guershon Arie ben Dvora, Mazal bat Miriam, Yadah ben Zarife, Shmuel Ben Chava, Mordechai ben Malka, Chaim Dov Rafael ben Esther, Menachem ben Feigue, Shmuel ben Liva, Hechiel Hershl ben Esther, Shlomo ben Chana Rivka, Natan ben Sheina Dina, Mordechai Ghershon ben Malia Rochel, Benyomin ben Perl, Ytzchok Yoel haCohen ben Rivka, Sarah Malka ben Rivka, Malka bat Toibe, Chana Miriam bat Sarah, Feigue bat Guitel, Gutel bat Slodk, Esther bat Chaia Sara, Michael ben Tzivia, Ester bat Lhuba, Brane bat Reize, Chaya Rivka Bat Miriam Reizl, Michele Chaia bat Eny, Avraham ben Chana, Chaia Sluva bat Chaika, Esther bat Arlette, Bentzion ben Chana, Guitel bat Miriam, Chaia Feigue bat Ides, Esther bat Arlette, Rachel bat Adele, Itzhak ben Faride, Pessach ben Chani, Menusha bat Hana, Sarah bat Reizel, Yossef ben Dinah, Bentzion ben Chana, Yossef ben Mazal, Dvora bat Stera, Miriam bat Dvora Simcha, Isaac Ben Chava, Yossef Shalom ben Chaya Musha, Miriam Bat Lea, Yossef ben Simcha, Moshe ben Rachel, Ida bat Mazal Fortunée, Israel Rafael ben Sara Nesha, Amalia Mili bat Luciana, Guitel (Gretta) bat Miriam, Fiszel Czeresnia.
--------------------------------------------
Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) do meu querido e saudoso avô, Ben Tzion (Benjamin) ben Shie Z"L, que lutou toda sua vida para manter acesa a luz do judaísmo, principalmente na comunidade judaica de Santos. Que possa ter um merecido descanso eterno.
Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) dos meus queridos e saudosos avós, Meir ben Eliezer Baruch Z"L e Shandla bat Hersh Mendel Z"L, que nos inspiraram a manter e a amar o judaísmo, não apenas como uma idéia bonita, mas como algo para ser vivido no dia-a-dia. Que possam ter um merecido descanso eterno.
Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) de minha querida e saudosa tia, Léa bat Meir Z"L. Que possa ter um merecido descanso eterno.
-------------------------------------------
Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) de: Avraham ben Ytzchak, Joyce bat Ivonne, Feiga bat Guedalia, Chana bat Dov, Kalo (Korin) bat Sinyoru (Eugeni), Leica bat Rivka, Guershon Yossef ben Pinchas; Dovid ben Eliezer, Reizel bat Beile Zelde, Yossef ben Levi, Eliezer ben Mendel, Menachem Mendel ben Myriam, Ytzhak ben Avraham, Mordechai ben Schmuel, Feigue bat Ida, Sara bat Rachel, Perla bat Chana, Moshé (Maurício) ben Leon, Reizel bat Chaya Sarah Breindl; Hylel ben Shmuel; David ben Bentzion Dov, Yacov ben Dvora; Moussa HaCohen ben Gamilla, Naum ben Tube (Tereza); Naum ben Usher Zelig; Laia bat Morkdka Nuchym; Rachel bat Lulu; Yaacov ben Zequie; Moshe Chaim ben Linda; Mordechai ben Avraham; Chaim ben Rachel; Beila bat Yacov; Itzchak ben Abe; Eliezer ben Arieh; Yaacov ben Sara, Mazal bat Dvóra, Pinchas Ben Chaia, Messoda (Mercedes) bat Orovida, Avraham ben Simchá, Bela bat Moshe, Moshe Leib ben Isser, Miriam bat Tzvi, Moises ben Victoria, Adela bat Estrella, Avraham Alberto ben Adela, Judith bat Miriam, Sara bat Efraim, Shirley bat Adolpho, Hunne ben Chaim, Zacharia ben Ytzchak, Aharon bem Chaim, Taube bat Avraham, Yaacok Yehuda ben Schepsl, Dvoire bat Moshé, Shalom ben Messod, Yossef Chaim ben Avraham, Tzvi ben Baruch, Gitl bat Abraham, Akiva ben Mordechai, Refael Mordechai ben Leon (Yehudá), Moshe ben Arie, Chaike bat Itzhak, Viki bat Moshe, Dvora bat Moshé, Chaya Perl bat Ethel, Beila Masha bat Moshe Ela, Sheitl bas Iudl, Boruch Zindel ben Herchel Tzvi, Moshe Ela ben Avraham, Chaia Sara bat Avraham, Ester bat Baruch, Baruch ben Tzvi, Renée bat Pauline, Menia bat Toube, Avraham ben Yossef, Zelda bat Mechel, Pinchas Elyahu ben Yaakov, Shoshana bat Chaskiel David, Ricardo ben Diana, Chasse bat Eliyahu Nissim, Reizel bat Eliyahu Nissim.
--------------------------------------------
Para inscrever ou retirar nomes da lista, para indicar nomes de pessoas doentes ou Leilui Nishmat (elevação da alma), e para comentar, dar sugestões, fazer críticas ou perguntas sobre o E-mail de Shabat,favor mandar um E-mail para ravefraimbirbojm@gmail.com
(Observação: para Refua Shlema deve ser enviado o nome da mãe, mas para Leilui Nishmat deve ser enviado o nome do pai).
BS"D
VIVER, E NÃO MORRER, POR UM IDEAL - PARASHÁ BALAK 5772 (06 de julho de 2012)
"Roberto era uma ótima pessoa. Era muito responsável e queria que sua família tivesse uma vida tranquila e sem nenhum tipo de privação. Para isso, trabalhava duro, inclusive aos domingos e feriados. Mas seu filho, o pequeno Johny, não estava contente. Apesar de ter os melhores brinquedos, ele sentia a falta do pai. Toda semana Johny perguntava para seu pai se eles poderiam jogar bola no domingo, mas sempre recebia a mesma resposta: "Infelizmente nesta semana não vai dar, filhão. O papai precisa trabalhar".
Então, numa certa semana, após muitas e muitas recusas de Roberto, Johny perguntou:
- Pai, quanto dinheiro você ganha quando trabalha no domingo?
O pai, perplexo com a pergunta do filho de 5 anos, fez algumas contas rápidas de cabeça e respondeu o valor. O filho agradeceu e entrou no quarto, sem dar nenhuma satisfação do porquê tinha perguntado aquilo. O pai ficou curioso, mas preferiu não falar nada.
No domingo de manhã, Roberto estava saindo de casa para ir trabalhar quando viu Johny parado na porta de casa. Era muito cedo, por que será que ele já tinha levantado? Johny mostrou ao pai a mão fechada. Quando abriu, Roberto viu que havia muitas moedinhas. Johny então começou a contá-las em voz alta e, quando terminou a conta, estendeu o dinheiro ao pai e disse:
- Pai, isto deve ser suficiente para pagar 1 hora do seu domingo. Podemos agora sair para jogar futebol?"
Esta história é um bom exemplo de como vivemos em uma triste ironia. Toda razão pelo qual um pai trabalha tão duro é para dar aos filhos uma boa vida. Mas o trabalho acaba ocupando tanto nosso tempo que, no final das contas, perdemos o propósito das coisas. Pois os filhos acabam tendo tudo do bom e do melhor, mas ficam sem o principal: ficam sem um pai...
********************************************
Nesta semana lemos a Parashá Balak, que nos descreve um dos personagens mais contraditórios da Torá: o profeta Bilaam. Em geral, todas as pessoas que estão mencionadas na Torá têm um comportamento bem definido, isto é, ou são Tzadikim (justos), apesar de algumas vezes cometerem erros, ou são Reshaim (malvados). Mas Bilaam é uma grande exceção. Por um lado era uma pessoa com alto nível de profecia, talvez até maior do que Moshé Rabeinu, e podia falar diretamente com D'us através de sonhos. Por outro lado, se comportava como um animal, dominado por seus desejos e pela busca de honrarias.
Bilaam era muito famoso por utilizar seus "dons espirituais" para amaldiçoar pessoas ou povos inteiros. O rei Balak, do povo de Moav, teve medo do avanço esmagador do povo judeu, que no deserto conseguiu derrotar todas as grandes potências da época. Balak sabia que era inútil tentar lutar contra os judeus, pois eram abençoados por D'us. Ele sabia que o sucesso na batalha dependia de méritos espirituais e, por isso, contratou Bilaam para amaldiçoar o povo judeu, aumentando suas chances de vitória. Bilaam aceitou, em troca de uma grande quantidade de moedas de ouro, mas sua missão foi um grande fracasso, pois D'us protegeu o povo judeu e, por três vezes, transformou as tentativas de maldição de Bilaam em Brachót (bênçãos) para o povo judeu.
Das palavras que saíram da boca de Bilaam aprendemos muito para nossas vidas. Por exemplo, da primeira vez em que ele tentou amaldiçoar o povo judeu, assim ele falou: "Que minha alma morra a morte dos justos, e que meu fim seja como o deles" (Bamidbar 23:10). O que estas palavras significam? Que tipo de morte Bilaam queria? E por que ele, um grande Rashá, se compara aos Tzadikim?
A resposta começa na diferença entre Bilaam e os grandes profetas do povo judeu. Os grandes profetas judeus tiveram que trabalhar duro para atingir o nível de profecia. Para cada um deles foi um trabalho de crescimento gradual, durante toda a vida. Pessoas como Moshé Rabeinu e Eliahu Hanavi trabalharam muito para chegar ao nível em que chegaram. Já Bilaam recebeu seu elevado nível espiritual pronto, sem nenhum esforço, e por isso não conseguiu manter-se elevado.
Mas se Bilaam era um profeta, então ele sabia toda a verdade. Ele sabia da existência de D'us, sabia que Ele entregou ao povo judeu a Torá, o documento Divino que contém valores morais para toda a humanidade. E se ele sabia que a Torá era Divina, sabia que todos nossos atos têm consequências espirituais eternas, para o bem ou para o mal. Então, com todo este conhecimento, como ele pode ter se transformado em uma pessoa tão baixa, quase no nível de um animal?
Explica um dos mais famosos comentaristas da Torá, o Rav Chaim ben Atar, mais conhecido como Or Hachaim, que Bilaam não conseguiu internalizar as verdades que conhecia porque não parava para refletir e, consequentemente, seus atos não estavam de acordo com seu elevado potencial espiritual. Mas por outro lado, as palavras que saíram de sua boca demonstram que, apesar de viver uma vida desregrada e vazia, ele esperava receber, após a morte, a mesma recompensa dos grandes Tzadikim, isto é, o Mundo Vindouro e seus prazeres espirituais infinitos. Bilaam, que sabia a verdade, achava que receberia uma recompensa mesmo sem ter feito nenhum bom ato? Certamente que não. Ele sabia que existe um sistema de castigo e recompensa para os nossos atos, nada é de graça no mundo espiritual. Então como ele esperava receber esta grande recompensa eterna?
O Or HaChaim traz uma resposta surpreendente. Bilaam planejava corrigir sua conduta e fazer Teshuvá (se arrepender de todos os seus maus atos). Mas quando ele pretendia fazer isto? Bilaam sabia que vivia uma vida de mentira e que perdia, a cada instante, méritos para adquirir a vida eterna no Mundo Vindouro. Ele queria mudar, queria ser uma pessoa correta, mas queria isto somente no final de sua vida.
Mas por que deixar para o final da vida? Se esta era a verdade, por que não se arrependeu imediatamente?
Bilaam fez um erro nos seus cálculos. E por mais ilógico que seus pensamentos possam parecer, não foi o único na história que errou desta maneira. O Or HaChaim diz que conheceu pessoalmente muitos Reshaim que afirmaram que, se fosse possível fazer Teshuvá e imediatamente morrer, eles fariam, mas não conseguiriam fazer Teshuvá e viver da maneira correta uma vida inteira. Eles argumentavam que eram dominados pelo Yetzer Hará, a má inclinação, e por isso logo voltariam aos maus atos. Bilaam e todos os seus "seguidores" durante a história achavam que era impossível derrotar o Yetzer Hará. Mas eles se esqueceram de um fundamento ensinado pelos nossos sábios: "Não há nada que pode impedir a vontade verdadeira". Mesmo que eles tinham muito Yetzer Hará, se quisessem de verdade poderiam ter vencido. Mas preferiram se acomodar e aceitar passivamente a derrota.
Bilaam não é apenas mais um personagem da Torá. Ele representa as pessoas que sabem a verdade e estão dispostas a morrer por ela, mas não estão dispostas a viver por ela. Parece que Bilaam era um grande tolo e fraco. Mas será que muitas vezes não cometemos o mesmo erro? Será que não nos comportamos da mesma maneira no nosso cotidiano, apesar de saber a verdade?
Há uma questão básica que todos devem se perguntar em algum momento da vida: "Qual é o propósito da minha vida? Pelo que eu estou vivendo?". E, ao contrário do que parece, esta não é uma questão simples de ser respondida. A grande maioria das pessoas não tem resposta, pois nunca se questionou ou, mesmo se chegou ao questionamento, nunca se aprofundou para encontrar respostas. E mesmo entre os que realmente buscam respostas, a maioria define seu propósito de maneira vaga, dizendo que a meta é se aproximar de D'us. Mas há muitas maneiras de se aproximar de D'us, e não é fácil encontrar um caminho específico, que se adeque ao potencial e às características individuais de cada pessoa. Como fazer então, na prática, para ter a certeza de que estamos vivendo uma vida de verdade?
O Rav Noach Weinberg dá uma sugestão para tornar esta busca menos abstrata. A pessoa deve pensar nas coisas pelas quais ela está disposta a morrer. Então, ela deve dizer a si mesma: "Eu não quero morrer por isso. Eu quero viver por isso".
Um excelente exemplo, que demonstra que não vivemos de acordo com nossas convicções, é como cuidamos dos nossos filhos. Qualquer um de nós daria a vida pelos filhos, mas será que dedicamos o tempo e a energia suficientes para viver por eles? Muitas vezes optamos por uma vida com mais conforto, mesmo que isto resulte em praticamente trocar o tempo com os filhos por mais e mais tempo no escritório. Também muitos dariam a vida pelo povo judeu, em situações em que a continuidade do judaísmo está sob ameaça de destruição, como fizeram tantos mártires durante nossa história. Mas quanto nos dedicamos para viver pelo povo judeu? Quanto do nosso tempo é dedicado aos nossos irmãos necessitados? Quanta energia gastamos para trazer de volta judeus afastados, que mal sabem o que é judaísmo? Abrimos mão do tempo em que ficamos no escritório em prol do judaísmo ou do povo judeu? Nos sentimos verdadeiramente responsáveis pela continuidade do judaísmo? Infelizmente não.
Apesar do seu potencial espiritual elevado, Bilaam é chamado pela Torá de Rashá, pois ele estava apenas disposto a morrer pela verdade, não a viver por ela. Por isso ele acabou se deixando levar pelos seus desejos mais baixos. Qualquer um deve parar e se questionar sobre suas convicções, para não nos perdermos com a correria de nossas vidas. A dica prática é sempre lembrar quais são as coisas pelas quais estaríamos dispostos a morrer, e nos questionar o quanto estamos efetivamente vivendo por elas.
Explica o Rav Yonathan Guefen que em muitas gerações os judeus precisaram morrer fazendo "Kidush Hashem" (santificando o nome de D'us), isto é, dando suas próprias vidas para manter a chama do judaísmo aceso. Durante a Inquisição, por exemplo, muitos judeus preferiram morrer a se converter. Também os judeus preferiram abandonar a comodidade de suas vidas em Portugal e na Espanha, e muitos morreram de fome e doenças pelo caminho, mas nunca abandonaram seu judaísmo. Mas nossa geração não precisa mais de judeus que estão dispostos a morrer pelo judaísmo. Nossa geração precisa cada vez mais de judeus que estão dispostos a viver pelo judaísmo. Pois decidir fazer um ato heroico e logo depois morrer é muito louvável e uma decisão difícil, mas não se compara a viver uma vida inteira heroicamente fazendo o que é correto, mesmo quando vai contra nosso comodismo e nossos desejos.
SHABAT SHALOM
R' Efraim Birbojm
**************************************************************************
HORÁRIO DE ACENDIMENTO DAS VELAS DE SHABAT
São Paulo: 17h16 Rio de Janeiro: 16h59 Belo Horizonte: 17h12 Jerusalém: 19h08
**************************************************************************
Este E-mail é dedicado à Refua Shlema (pronta recuperação) de: Frade (Fanny) bat Chava, Chana bat Rachel, Léa bat Chana; Pessach ben Sima, Eliashiv ben Tzivia; Israel Itzchak ben Sima; Eliahu ben Sara Chava; Avraham David ben Reizel; Yechezkel ben Sarit Sara Chaya; Sara Beila bat Tzvia; Estela bat Arlete; Ester bat Feige; Moshe Yehuda ben Sheva Ruchel; Esther Damaris bat Sara Maria; Yair Chaim ben Chana; Dalia bat Ester; Ghita Leia Bat Miriam; Chaim David ben Messodi; David ben Beila; Avraham ben Linda; Tzvi ben Liba; Chaim Verahamin ben Margarete; Rivka bat Brucha; Esther bat Miriam, Sara Adel bat Miriam, Mordechai Ghershon Ben Malia Rachel, Pinchas Ben Chaia, Yitzchak Yoel Hacohen Ben Rivka, Yitzchak Yaacov Ben Chaia Devora, Avraham Ben Dinah, Avraham David Hacohen Ben Rivka, Bracha Chaya Ides Bat Sarah Rivka, Tzipora Bat Shoshana, Levona Bat Yona e Havivah Bat Basia, Daniel Chaim ben Tzofia Bracha, Chana Miriam bat Chana, Yael Melilla bat Ginete, Bela bat Sima; Israel ben Zahava; Nissim ben Elis Shoshana; Avraham ben Margarita; Sharon Bat Chana; Rachel bat Nechama, Yehuda ben Ita, Latife bat Renee, Avraham bem Sime, Clarisse Chaia bat Nasha Blima, Tzvi Mendel ben Ester, Marcos Mordechai Itschak ben Habibe, Yacov Eliezer ben Sara Masha, Yossef Gershon ben Taube, Manha Milma bat Ita Prinzac, Rachel bat Luna, Chaim Shmuel ben Sara, Moshe Avraham Tzvi ben Ahuva, Avraham ben Ahuva, Miriam bat Yehudit, Alexander Baruch ben Guita, Shmuel ben Nechama Diná, Avracham Moshe ben Miriam Tobá, Guershon Arie ben Dvora, Mazal bat Miriam, Yadah ben Zarife, Shmuel Ben Chava, Mordechai ben Malka, Chaim Dov Rafael ben Esther, Menachem ben Feigue, Shmuel ben Liva, Hechiel Hershl ben Esther, Shlomo ben Chana Rivka, Natan ben Sheina Dina, Mordechai Ghershon ben Malia Rochel, Benyomin ben Perl, Ytzchok Yoel haCohen ben Rivka, Sarah Malka ben Rivka, Malka bat Toibe, Chana Miriam bat Sarah, Feigue bat Guitel, Gutel bat Slodk, Esther bat Chaia Sara, Michael ben Tzivia, Ester bat Lhuba, Brane bat Reize, Chaya Rivka Bat Miriam Reizl, Michele Chaia bat Eny, Avraham ben Chana, Chaia Sluva bat Chaika, Esther bat Arlette, Bentzion ben Chana, Guitel bat Miriam, Chaia Feigue bat Ides, Esther bat Arlette, Rachel bat Adele, Itzhak ben Faride, Pessach ben Chani, Menusha bat Hana, Sarah bat Reizel, Yossef ben Dinah, Bentzion ben Chana, Yossef ben Mazal, Dvora bat Stera, Miriam bat Dvora Simcha, Isaac Ben Chava, Yossef Shalom ben Chaya Musha, Miriam Bat Lea, Yossef ben Simcha, Moshe ben Rachel, Ida bat Mazal Fortunée, Israel Rafael ben Sara Nesha, Amalia Mili bat Luciana, Guitel (Gretta) bat Miriam, Fiszel Czeresnia.
--------------------------------------------
Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) do meu querido e saudoso avô, Ben Tzion (Benjamin) ben Shie Z"L, que lutou toda sua vida para manter acesa a luz do judaísmo, principalmente na comunidade judaica de Santos. Que possa ter um merecido descanso eterno.
Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) dos meus queridos e saudosos avós, Meir ben Eliezer Baruch Z"L e Shandla bat Hersh Mendel Z"L, que nos inspiraram a manter e a amar o judaísmo, não apenas como uma idéia bonita, mas como algo para ser vivido no dia-a-dia. Que possam ter um merecido descanso eterno.
Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) de minha querida e saudosa tia, Léa bat Meir Z"L. Que possa ter um merecido descanso eterno.
-------------------------------------------
Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) de: Avraham ben Ytzchak, Joyce bat Ivonne, Feiga bat Guedalia, Chana bat Dov, Kalo (Korin) bat Sinyoru (Eugeni), Leica bat Rivka, Guershon Yossef ben Pinchas; Dovid ben Eliezer, Reizel bat Beile Zelde, Yossef ben Levi, Eliezer ben Mendel, Menachem Mendel ben Myriam, Ytzhak ben Avraham, Mordechai ben Schmuel, Feigue bat Ida, Sara bat Rachel, Perla bat Chana, Moshé (Maurício) ben Leon, Reizel bat Chaya Sarah Breindl; Hylel ben Shmuel; David ben Bentzion Dov, Yacov ben Dvora; Moussa HaCohen ben Gamilla, Naum ben Tube (Tereza); Naum ben Usher Zelig; Laia bat Morkdka Nuchym; Rachel bat Lulu; Yaacov ben Zequie; Moshe Chaim ben Linda; Mordechai ben Avraham; Chaim ben Rachel; Beila bat Yacov; Itzchak ben Abe; Eliezer ben Arieh; Yaacov ben Sara, Mazal bat Dvóra, Pinchas Ben Chaia, Messoda (Mercedes) bat Orovida, Avraham ben Simchá, Bela bat Moshe, Moshe Leib ben Isser, Miriam bat Tzvi, Moises ben Victoria, Adela bat Estrella, Avraham Alberto ben Adela, Judith bat Miriam, Sara bat Efraim, Shirley bat Adolpho, Hunne ben Chaim, Zacharia ben Ytzchak, Aharon bem Chaim, Taube bat Avraham, Yaacok Yehuda ben Schepsl, Dvoire bat Moshé, Shalom ben Messod, Yossef Chaim ben Avraham, Tzvi ben Baruch, Gitl bat Abraham, Akiva ben Mordechai, Refael Mordechai ben Leon (Yehudá), Moshe ben Arie, Chaike bat Itzhak, Viki bat Moshe, Dvora bat Moshé, Chaya Perl bat Ethel, Beila Masha bat Moshe Ela, Sheitl bas Iudl, Boruch Zindel ben Herchel Tzvi, Moshe Ela ben Avraham, Chaia Sara bat Avraham, Ester bat Baruch, Baruch ben Tzvi, Renée bat Pauline, Menia bat Toube, Avraham ben Yossef, Zelda bat Mechel, Pinchas Elyahu ben Yaakov, Shoshana bat Chaskiel David, Ricardo ben Diana, Chasse bat Eliyahu Nissim, Reizel bat Eliyahu Nissim.
--------------------------------------------
Para inscrever ou retirar nomes da lista, para indicar nomes de pessoas doentes ou Leilui Nishmat (elevação da alma), e para comentar, dar sugestões, fazer críticas ou perguntas sobre o E-mail de Shabat,favor mandar um E-mail para ravefraimbirbojm@gmail.com
(Observação: para Refua Shlema deve ser enviado o nome da mãe, mas para Leilui Nishmat deve ser enviado o nome do pai).
BS"D
SOFRIMENTOS PARA O BEM - PARASHÁ CHUKAT 5772 (29 de junho de 2012)
"Havia um fazendeiro judeu muito rico. Certa vez passou pelas suas terras um grande rabino cabalista, conhecedor dos profundos mistérios da Torá. O fazendeiro não desperdiçou a oportunidade de receber alguém tão especial. Convidou-o a se hospedar em sua casa e recebeu-o com todas as honras, oferecendo do bom e do melhor. Conversaram muito durante alguns dias e, em uma das conversas, o rabino cabalista comentou que conhecia a língua dos pássaros. O fazendeiro ficou obstinado com a ideia de entender os pássaros e insistiu muito com o rabino para que lhe ensinasse. Quanto mais o rabino negava, mais o fazendeiro insistia. O rabino, percebendo que não conseguiria dissuadi-lo, concordou em ensiná-lo, mas antes fez uma dura advertência. Avisou que utilizar aquele conhecimento sem o devido cuidado era extremamente perigoso, pois os pássaros podiam prever o futuro, e escutar o que eles diziam poderia ter consequências trágicas.
As advertências tiveram um efeito contrário, pois quando o fazendeiro escutou que seria capaz de prever o futuro, se animou ainda mais. Durante dias aprendeu, com dedicação, a língua dos pássaros. Após algumas semanas o rabino foi embora e o fazendeiro resolveu dar uma volta para testar suas novas habilidades. Escutou então dois pássaros falando que no dia seguinte haveria um grande roubo naquela região. Um bando armado roubaria o gado dos fazendeiros, causando um grande prejuízo. Quando o fazendeiro escutou aquilo, logo correu para tomar as devidas providências. Contratou vários seguranças armados, deixou todo o seu gado trancado no curral e conseguiu, assim, evitar o roubo dos seus animais.
Na manhã seguinte, contente por ter evitado aquele grande prejuízo, ele foi novamente passear e escutou outra conversa entre os pássaros. Eles diziam que no dia seguinte um grande incêndio destruiria parte da fazenda e traria uma terrível perda para o fazendeiro. Novamente o fazendeiro não perdeu tempo. Preparou centenas de baldes d'água, treinou seus funcionários para combater qualquer princípio de incêndio e pediu para que ninguém na fazenda utilizasse fogo naquele dia. Quando um pequeno fogo começou, vindo da fazenda vizinha, os homens bem preparados conseguiram facilmente apagá-lo antes que se transformasse em um incêndio. Novamente ele se alegrou com sua capacidade de mudar o futuro.
Acordou no dia seguinte e, feliz com seu sucesso, foi dar uma volta. Viu alguns pássaros conversando e escutou-os dizendo que ele iria morrer no dia seguinte. O homem ficou desesperado. O que poderia fazer contra a morte? Seria atacado por um ladrão, sofreria um ataque cardíaco fulminante ou seria atingido por um raio? Entendeu que desta vez não conseguiria mudar seu destino e evitar a morte iminente. Lembrou-se então do rabino cabalista e correu para contar-lhe tudo o que havia acontecido, na esperança que ele poderia ajudá-lo. O rabino balançou tristemente a cabeça e disse ao fazendeiro:
- A culpa é toda minha. Nunca deveria ter-lhe ensinado a língua dos pássaros. Eu avisei que era muito perigoso saber o futuro sem estar preparado. Provavelmente você já tinha um decreto de morte celestial, mas por você ter feito a Mitzvá de "Achnassat Orchim" (receber hóspedes) de uma maneira tão completa, D'us quis revogar seu decreto. Mas Ele não podia simplesmente cancelar o decreto, então o transformou em um decreto de sofrimento, através do roubo do seu gado, mas você fez de tudo para cancelar este decreto. Então D'us transformou seu decreto de morte em uma enorme perda financeira que viria através de um incêndio na sua casa, mas você também cancelou este decreto. Agora D'us realmente cumprirá o decreto de morte original, e não nos resta mais nada a fazer..."
Temos que saber olhar todas as dificuldades e sofrimentos como uma grande bondade de D'us, pois somente Ele conhece o futuro e sabe realmente o que é melhor para nossas vidas.
********************************************
Na Parashá desta semana, Chukat, os judeus já haviam permanecido no deserto os 40 anos que D'us tinha decretado e estavam em Kadesh, prestes a entrar em Israel. A forma mais curta e rápida seria cortando pelo território de Edom, os descendentes de Essav. D'us ordenou a Moshé que evitasse qualquer tipo de confronto, e então Moshé enviou emissários para falar com o rei de Edom e pedir autorização para atravessar suas terras, garantindo que não seria causado nenhum prejuízo e nada seria tocado. Moshé instruiu seus emissários a começar a conversa contando sobre todo o sofrimento que eles haviam passado durante a dura escravidão no Egito. Por que os mensageiros não foram direto ao assunto?
Explica o Rav Yohanan Zweig que tanto Yaacov quanto Essav teriam direito à terra de Israel, como herdeiros de Avraham Avinu. Mas quando D'us prometeu a Avraham que daria a terra aos seus descendentes, avisou que o pré-requisito seria que eles passassem por um período de sofrimentos e escravidão, como está escrito: "Saiba com certeza que seus descendentes serão estranhos em uma terra que não será deles. E eles os servirão, e eles serão oprimidos por 400 anos" (Bereshit 15:13). Enquanto Yaacov e seus filhos foram para o Egito, para passar pelas dificuldades da escravidão e meritar a terra de Israel, Essav preferiu uma vida tranquila, abdicando do mérito de herdar a terra de Israel, e se estabeleceu na terra de Sehir, fora de Israel. Foi por isso que Moshé mencionou a escravidão, para relembrar aos descendentes de Essav que agora o povo judeu tinha conquistado o direito de ir para a terra de Israel e, portanto, não tinham nenhum interesse no território de Edom. Mesmo assim os argumentos de Moshé não foram suficientes e o rei de Edom proibiu o povo judeu de atravessar suas terras, ameaçando iniciar uma guerra caso eles tentassem passar à força. Moshé poderia facilmente ter esmagado o povo de Edom, como fez posteriormente com os reis Og e Sihon, mas seguiu o comando de D'us e deu a volta, evitando qualquer atrito com eles.
Entre os argumentos utilizados pelos emissários de Moshé, há um que nos chama a atenção, como está escrito: "E gritamos para D'us, e Ele escutou nossa voz, e nos mandou um emissário e nos tirou do Egito" (Bamidbar 20:16). A expressão utilizada para "emissário" é "Malach", que também significa "anjo". Rashi, comentarista da Torá, explica que o versículo se refere a Moshé, e daqui aprendemos que D'us chama Seus profetas de anjos. A geração do deserto teve o grande mérito de ter entre eles um emissário de D'us do nível de Moshé, um verdadeiro anjo, que não apenas ensinava as leis da Torá para o povo, mas o advertia quando se afastava do caminho correto. Porém, por que nós não temos nenhum profeta que reze por nós e implore por misericórdia quando passamos por sofrimentos e dificuldades, como fazia Moshé em sua geração?
O Rav Isroel Meir HaCohen, mais conhecido como Chafetz Chaim, nos ensina que se prestarmos atenção em todo o processo de salvação do povo judeu no Egito, conseguiremos entender como D'us controla o mundo de maneira que sempre o melhor acontece para nós, mesmo quando não conseguimos enxergar isto no momento em que as coisas ocorrem. O peso da escravidão no Egito era terrível, e quando Moshé via o sofrimento dos seus irmãos, tentava ajudar com todas as suas forças. Quando ele via um judeu que já não aguentava o grande peso dos tijolos que carregava nas costas, corria para ajudá-lo a se reerguer e continuar o trabalho. Quando viu um egípcio golpeando um judeu e tentando matá-lo, levantou-se contra o egípcio e salvou o judeu, mesmo colocando sua própria vida em risco. Mas acima de tudo, ele sentia a dor do povo judeu e, com todo o seu coração, rezava e implorava pela salvação do povo. Apesar de Moshé estar pronto para se tornar o líder e salvador do povo judeu, ainda não havia chegado o momento da redenção, pois o povo ainda não estava pronto.
Mas havia um problema no fato de Moshé rezar pela salvação do povo. O exílio era como uma panela no fogo, mas cuja comida ainda não estava completamente cozida. O fogo serve para lentamente cozinhar e deixar a comida no ponto certo. Se uma pessoa retirar a panela antes da hora, causa com que a comida nunca mais fique pronta. As dificuldades no Egito eram como o fogo e o povo judeu era como a comida que ainda não estava pronta. As rezas de Moshé tinham tanta força que poderiam diminuir a escravidão e os sofrimentos do povo judeu. Porém, D'us sabia que todas aquelas dificuldades e sofrimentos eram para o bem do povo, eram parte da preparação para o recebimento da Torá, e não seria bom para todo o futuro do povo judeu acelerar o momento da redenção enquanto eles não estivessem totalmente preparados. Por isso D'us criou uma situação para "tirar Moshé de cena". Após matar um egípcio para proteger um judeu que apanhava, Moshé precisou fugir para Midian para salvar sua vida. Durante todo o tempo em que ele ficou em Midian, a escravidão do povo judeu ficou ainda mais pesada e os sofrimentos aumentaram muito, tudo de acordo com os planos de D'us. A saída de Moshé "aumentou o fogo da panela", acelerando o cozimento e antecipando o momento em que a comida ficaria pronta. Com estes sofrimentos adicionais, D'us conseguiu antecipar o momento da redenção do povo judeu. Dos 400 anos em que os judeus deveriam ter ficado como escravos, eles ficaram apenas 210. Tudo graças aos sofrimentos adicionais pelos quais eles passaram.
O mesmo ocorre em nossa geração. Estamos em uma época onde são imensas as dificuldades e sofrimentos, tanto em nível pessoal quanto em relação ao povo judeu como um todo. Israel não tem paz com seus vizinhos, o antissemitismo ressurge de forma ameaçadora em todo o mundo, sem contar no aumento da violência, das dificuldades financeiras e da banalização dos desvios morais. Mas tudo isso é uma preparação para a redenção final, para a vinda do Mashiach. Se nós tivéssemos também um profeta, que rezasse e implorasse por nós, provavelmente os sofrimentos diminuiriam ou até mesmo terminariam antes do momento certo. D'us quer que o povo judeu volte em arrependimento antes da vinda do Mashiach, pois Ele quer nos dar ainda mais méritos. As dificuldades e sofrimentos, sem nenhum profeta que reze por nós, são justamente o "aumento do fogo" que pode antecipar o fim do grande exílio no qual estamos imersos há mais de 2.000 anos, desde a destruição do nosso Beit Hamikdash (Templo Sagrado).
Desta explicação do Chafetz Chaim fica um dos ensinamentos mais importantes para nossas vidas. D'us vê tudo e controla tudo, Ele sente todo o sofrimento pelo qual passamos e se entristece com todas as nossas tristezas e sofrimentos. Mas Ele sabe que os sofrimentos são a forma de nos despertar e de limpar nossos erros e transgressões. Ele sabe que é a maneira de trazer nossos corações de volta ao caminho correto. Infelizmente, quando a pessoa está tranquila e com abundância, Ela se esquece de D'us e de sua espiritualidade. Somente quando recebemos uma "cutucada" é que nos despertamos. Tudo é para o nosso bem, tudo é feito de maneira que nosso futuro será o melhor possível, mesmo que agora, durante o sofrimento, não conseguimos enxergar.
Precisamos trabalhar a nossa Emuná (fé). Nossos profetas e sábios já haviam previsto que os testes pelos quais as pessoas passariam no final dos tempos seriam muito difíceis, justamente para nos dar muitos méritos. Como ensina a última Mishná do Pirkei Avót (Ética dos Patriarcas): "De acordo com a dificuldade, assim será a recompensa". Aqueles que conseguirem passar os testes do fim dos tempos receberão a devida recompensa. Olhando a história, podemos ter o consolo de que, da mesma forma que as dificuldades no Egito trouxeram muita luz para o povo judeu, assim também todos os sofrimentos pelos quais estamos passando servirão apenas para trazer muitos bons frutos, em breve.
SHABAT SHALOM
R' Efraim Birbojm
**************************************************************************
HORÁRIO DE ACENDIMENTO DAS VELAS DE SHABAT
São Paulo: 17h13 Rio de Janeiro: 16h57 Belo Horizonte: 17h09 Jerusalém: 19h09
**************************************************************************
Este E-mail é dedicado à Refua Shlema (pronta recuperação) de: Frade (Fanny) bat Chava, Chana bat Rachel, Léa bat Chana; Pessach ben Sima, Eliashiv ben Tzivia; Israel Itzchak ben Sima; Eliahu ben Sara Chava; Avraham David ben Reizel; Yechezkel ben Sarit Sara Chaya; Sara Beila bat Tzvia; Estela bat Arlete; Ester bat Feige; Moshe Yehuda ben Sheva Ruchel; Esther Damaris bat Sara Maria; Yair Chaim ben Chana; Dalia bat Ester; Ghita Leia Bat Miriam; Chaim David ben Messodi; David ben Beila; Avraham ben Linda; Tzvi ben Liba; Chaim Verahamin ben Margarete; Rivka bat Brucha; Esther bat Miriam, Sara Adel bat Miriam, Mordechai Ghershon Ben Malia Rachel, Pinchas Ben Chaia, Yitzchak Yoel Hacohen Ben Rivka, Yitzchak Yaacov Ben Chaia Devora, Avraham Ben Dinah, Avraham David Hacohen Ben Rivka, Bracha Chaya Ides Bat Sarah Rivka, Tzipora Bat Shoshana, Levona Bat Yona e Havivah Bat Basia, Daniel Chaim ben Tzofia Bracha, Chana Miriam bat Chana, Yael Melilla bat Ginete, Bela bat Sima; Israel ben Zahava; Nissim ben Elis Shoshana; Avraham ben Margarita; Sharon Bat Chana; Rachel bat Nechama, Yehuda ben Ita, Latife bat Renee, Avraham bem Sime, Clarisse Chaia bat Nasha Blima, Tzvi Mendel ben Ester, Marcos Mordechai Itschak ben Habibe, Yacov Eliezer ben Sara Masha, Yossef Gershon ben Taube, Manha Milma bat Ita Prinzac, Rachel bat Luna, Chaim Shmuel ben Sara, Moshe Avraham Tzvi ben Ahuva, Avraham ben Ahuva, Miriam bat Yehudit, Alexander Baruch ben Guita, Shmuel ben Nechama Diná, Avracham Moshe ben Miriam Tobá, Guershon Arie ben Dvora, Mazal bat Miriam, Yadah ben Zarife, Shmuel Ben Chava, Mordechai ben Malka, Chaim Dov Rafael ben Esther, Menachem ben Feigue, Shmuel ben Liva, Hechiel Hershl ben Esther, Shlomo ben Chana Rivka, Natan ben Sheina Dina, Mordechai Ghershon ben Malia Rochel, Benyomin ben Perl, Ytzchok Yoel haCohen ben Rivka, Sarah Malka ben Rivka, Malka bat Toibe, Chana Miriam bat Sarah, Feigue bat Guitel, Gutel bat Slodk, Esther bat Chaia Sara, Michael ben Tzivia, Ester bat Lhuba, Brane bat Reize, Chaya Rivka Bat Miriam Reizl, Michele Chaia bat Eny, Avraham ben Chana, Chaia Sluva bat Chaika, Esther bat Arlette, Bentzion ben Chana, Guitel bat Miriam, Chaia Feigue bat Ides, Esther bat Arlette, Rachel bat Adele, Itzhak ben Faride, Pessach ben Chani, Menusha bat Hana, Sarah bat Reizel, Yossef ben Dinah, Bentzion ben Chana, Yossef ben Mazal, Dvora bat Stera, Miriam bat Dvora Simcha, Isaac Ben Chava, Yossef Shalom ben Chaya Musha, Miriam Bat Lea, Yossef ben Simcha, Moshe ben Rachel, Ida bat Mazal Fortunée, Israel Rafael ben Sara Nesha.
--------------------------------------------
Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) do meu querido e saudoso avô, Ben Tzion (Benjamin) ben Shie Z"L, que lutou toda sua vida para manter acesa a luz do judaísmo, principalmente na comunidade judaica de Santos. Que possa ter um merecido descanso eterno.
Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) dos meus queridos e saudosos avós, Meir ben Eliezer Baruch Z"L e Shandla bat Hersh Mendel Z"L, que nos inspiraram a manter e a amar o judaísmo, não apenas como uma idéia bonita, mas como algo para ser vivido no dia-a-dia. Que possam ter um merecido descanso eterno.
Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) de minha querida e saudosa tia, Léa bat Meir Z"L. Que possa ter um merecido descanso eterno.
-------------------------------------------
Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) de: Avraham ben Ytzchak, Joyce bat Ivonne, Feiga bat Guedalia, Chana bat Dov, Kalo (Korin) bat Sinyoru (Eugeni), Leica bat Rivka, Guershon Yossef ben Pinchas; Dovid ben Eliezer, Reizel bat Beile Zelde, Yossef ben Levi, Eliezer ben Mendel, Menachem Mendel ben Myriam, Ytzhak ben Avraham, Mordechai ben Schmuel, Feigue bat Ida, Sara bat Rachel, Perla bat Chana, Moshé (Maurício) ben Leon, Reizel bat Chaya Sarah Breindl; Hylel ben Shmuel; David ben Bentzion Dov, Yacov ben Dvora; Moussa HaCohen ben Gamilla, Naum ben Tube (Tereza); Naum ben Usher Zelig; Laia bat Morkdka Nuchym; Rachel bat Lulu; Yaacov ben Zequie; Moshe Chaim ben Linda; Mordechai ben Avraham; Chaim ben Rachel; Beila bat Yacov; Itzchak ben Abe; Eliezer ben Arieh; Yaacov ben Sara, Mazal bat Dvóra, Pinchas Ben Chaia, Messoda (Mercedes) bat Orovida, Avraham ben Simchá, Bela bat Moshe, Moshe Leib ben Isser, Miriam bat Tzvi, Moises ben Victoria, Adela bat Estrella, Avraham Alberto ben Adela, Judith bat Miriam, Sara bat Efraim, Shirley bat Adolpho, Hunne ben Chaim, Zacharia ben Ytzchak, Aharon bem Chaim, Taube bat Avraham, Yaacok Yehuda ben Schepsl, Dvoire bat Moshé, Shalom ben Messod, Yossef Chaim ben Avraham, Tzvi ben Baruch, Gitl bat Abraham, Akiva ben Mordechai, Refael Mordechai ben Leon (Yehudá), Moshe ben Arie, Chaike bat Itzhak, Viki bat Moshe, Dvora bat Moshé, Chaya Perl bat Ethel, Beila Masha bat Moshe Ela, Sheitl bas Iudl, Boruch Zindel ben Herchel Tzvi, Moshe Ela ben Avraham, Chaia Sara bat Avraham, Ester bat Baruch, Baruch ben Tzvi, Renée bat Pauline, Menia bat Toube, Avraham ben Yossef, Zelda bat Mechel, Pinchas Elyahu ben Yaakov, Shoshana bat Chaskiel David, Ricardo ben Diana, Chasse bat Eliyahu Nissim, Reizel bat Eliyahu Nissim.
--------------------------------------------
Para inscrever ou retirar nomes da lista, para indicar nomes de pessoas doentes ou Leilui Nishmat (elevação da alma), e para comentar, dar sugestões, fazer críticas ou perguntas sobre o E-mail de Shabat,favor mandar um E-mail para ravefraimbirbojm@gmail.com
(Observação: para Refua Shlema deve ser enviado o nome da mãe, mas para Leilui Nishmat deve ser enviado o nome do pai).