quinta-feira, 29 de abril de 2021

BONDADES VERDADEIRAS - SHABAT SHALOM M@IL - PARASHÁ EMOR 5781

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PARASHÁ EMOR



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  • As Leis Sacerdotais.
  • Cohen Gadol.
  • Cohanim Defeituosos.
  • Pureza dos Cohanim.
  • Terumá.
  • Animais defeituosos.
  • Animais aceitáveis.
  • Korban Todá.
  • Kidush Hashem e Chilul Hashem.
  • Dias Especiais e Festas.
  • A Menorá.
  • Lechem HaPanim.
  • O Blasfemador.
  • Penalidades por Blasfêmia.
BS"D

BONDADES VERDADEIRAS - PARASHÁ EMOR 5781 (30 de abril de 2021)

 
Alguém certa vez perguntou a um dos homens mais ricos do mundo, Bill Gates: "Há alguém mais rico do que você no mundo?". Bill Gates respondeu que sim, e logo em seguida contou a seguinte história:

"Foi na época em que eu não era nem rico nem famoso. Eu estava no aeroporto de Nova York quando vi um vendedor de jornais. Eu decidi comprar um jornal para ler as notícias do dia. Porém, depois de pegar o jornal das mãos do vendedor, procurei nos meus bolsos e descobri que não tinha dinheiro suficiente. Então, envergonhado, pedi desculpas ao vendedor, devolvi a ele o jornal e expliquei que não tinha dinheiro. O vendedor então olhou para mim com olhos piedosos e disse: "Não se preocupe, eu estou te dando o jornal de graça". Não quis aceitar, sabia que estava tirando o sustento dele, mas ele insistiu tanto que acabei levando.
 
Casualmente, depois de dois ou três meses, aterrissei no mesmo aeroporto e novamente estava sem dinheiro para comprar um jornal. O vendedor ofereceu-me o jornal de graça novamente. Eu recusei e disse que não podia aceitar, pois sabia que com aquele dinheiro ele sustentava sua família. O vendedor abriu um sorriso e disse: "Você pode levar, estou diminuindo um pouquinho dos meus ganhos, mas não estou perdendo nada. Por favor, aceite". Peguei o jornal e percebi o sorriso feliz no rosto do vendedor.
 
Depois de 19 anos, eu já havia me tornado alguém muito rico e famoso, as pessoas já me reconheciam na rua. Certo dia, lembrei-me daquele vendedor de jornais. Comecei a procurá-lo e, depois de aproximadamente um mês de buscas, eu o encontrei. Eu perguntei a ele: "Você me conhece?". Ele disse: "Sim, você é o Bill Gates". Perguntei-lhe de novo: "Você se lembra de uma vez que você me deu o jornal de graça, pois eu não tinha dinheiro para pagar?". O vendedor me disse: "Sim, eu me lembro. Não te dei apenas uma vez, eu te dei duas vezes". Então disse a ele: "Eu quero pagar a ajuda que você me deu essas duas vezes. O que você quiser na sua vida, diga e eu te darei".
 
O vendedor então disse algo que nunca mais esquecerei: "Senhor Bill Gates, você acredita que, ao fazer isso, você estará igualando a sua ajuda com a minha ajuda?". Fui pego de surpresa com aquela pergunta. No fundo, eu achava que sim. Porém, o vendedor me disse: "Eu te ajudei quando eu era um pobre vendedor de jornais, e agora você está me oferecendo ajuda quando você já se tornou um dos homens mais ricos do mundo. Sua ajuda nunca vai se igualar à minha"

Naquele dia, percebi que o vendedor de jornais era mais rico do que eu, pois ele não esperou se tornar rico para ajudar alguém. As pessoas precisam entender que os verdadeiramente ricos são aqueles que possuem um coração rico, e não muito dinheiro. É fácil doar quando nos sobra. O difícil é doar mesmo sem ter sobrando".

Nesta semana lemos a Parashá Emor (literalmente "Diga"), que começa descrevendo as leis que se aplicam aos Cohanim e o comportamento acima da média esperado deles, já que são os representantes espirituais de todo o povo. Como eles são modelos para as pessoas, então seu comportamento em todas as áreas deve ser exemplar. A Parashá também descreve o quanto devemos ser cuidadosos na escolha dos animais que serão utilizados como Korbanót, garantindo que estejam isentos de qualquer tipo de defeito, nos ensinando que assim deve ser o nosso Serviço a D'us, sempre buscando a perfeição e eliminando qualquer eventual defeito.
 
Na continuação, a Parashá descreve as principais datas do Calendário judaico, listando as principais Festas e a essência de cada uma delas. Porém, no meio do assunto, logo após falar sobre a Festa de Shavuót, a Torá faz uma interrupção e descreve as Mitzvót relacionadas com a caridade que devemos fazer aos pobres através da produção do campo, como está escrito: "Quando você fizer a colheita da sua terra, não removerá completamente os cantos do seu campo ao fazer a colheita e não recolherá as espigas da sua colheita, para os pobres e estrangeiros os deixarão" (Vayikrá 23:22). Este versículo refere-se a três importantes Mitzvót, chamadas "Leket", "Shichechá" e "Peá". "Leket" (literalmente "recolhimento") é cumprida no momento da colheita, quando algumas espigas caem no chão e as deixamos ali para que os pobres venham recolhê-las; "Shichechá" (literalmente "esquecimento") é cumprida quando feixes de espigas são esquecidos e deixados para trás no momento em que são recolhidos. O dono do campo não deve voltar atrás para recolhê-los, ele deve deixá-los no chão, para que os pobres e necessitados venham recolhê-los; "Peá" (literalmente "cantos do campo") é a Mitzvá de deixar, no momento da colheita, os cantos do campo intactos, para que os pobres possam vir fazer a colheita. Após apresentar estas leis, a Torá retoma a descrição das Festas.
 
Este ensinamento desperta alguns questionamentos. Em primeiro lugar, por que essas Mitzvót de Leket, Shichechá e Peá são repetidas, após já terem sido ensinadas na Parashá da semana passada, Kedoshim? Além disso, por que essas Mitzvót foram inseridas ensinadas no meio da explicação sobre as Festas judaicas? E por que justamente logo depois de descrever a Festa de Shavuót?
 
Explica Rashi (França, 1040 - 1105) que, uma vez que as Festas judaicas eram épocas nas quais os Korbanót eram trazidos a Jerusalém pelo povo judeu para serem oferecidos no Beit Hamikdash, a Torá está nos ensinando que uma pessoa que faz bondade com os pobres e divide com eles o que tem é considerado como se tivesse construído o Beit Hamikdash e oferecido Korbanót nele.
 
Por que o ensinamento de Leket, Shichechá e Peá vem justamente após Shavuót? A Festa de Shavuót também é chamada de "Chag HaKatsir" (Festa da colheita), pois coincide com a época da colheita do trigo. Portanto, logo depois da época da colheita, a Torá vem nos ensinar as Mitzvót de caridade associadas com os frutos da terra. Além disso, de acordo com o Rav Moshé Schreiber zt"l (Alemanha, 1762 - Eslováquia, 1839), mais conhecido como Chatam Sofer, isso explica por que Shavuót tem apenas um dia de Festividade, enquanto Pessach e Sucót têm sete dias. Se ocupar com as necessidades dos pobres tem a mesma santidade das Festas judaicas. Como nos dias seguintes a Shavuót a pessoa costumava cumprir as Mitzvót de Leket, Shichechá e Peá, era considerado como se os dias da Mitzvá fossem uma extensão da santidade da Festa de Shavuót.
 
Porém, ainda seguem alguns questionamentos. A Torá está repleta de Mitzvót que envolvem atos de bondade com o próximo, em especial com os necessitados. Então por que justamente estas formas de caridade, Leket, Shichechá e Peá, foram escolhidas para representar a construção do nosso Beit Hamikdash e a oferenda de Korbanót? Além disso, qual é o significado da comparação desses atos de bondade com a construção do Beit Hamikdash e a oferenda de Korbanót?
 
Explica o Rav Yochanan Zweig que na Parashá Terumá, quando D'us ordenou ao povo judeu a construção do Mishkan, todos os materiais, entre eles alguns de valor muito elevado, deveriam ser doados pelo povo, para que eles pudessem participar na construção. Porém, ao pedir a doação de materiais, D'us não usou expressão "dêem para Mim", e sim "peguem para Mim", para enfatizar que não podemos dar nada para D'us, tudo é Dele. Esta linguagem utilizada pela Torá demonstra que reconhecemos que a riqueza que possuímos é, na verdade, de D'us, e não nossa. Portanto, mesmo que doamos os materiais, construímos o Mishkan com o que já era de D'us. Esse conceito também é válido para os Korbanót que oferecemos no Beit Hamikdash. Nós não "damos" os Korbanót para D'us, pois tudo é Dele. Ao invés disso, através do gesto simbólico de oferecer um Korban, reconhecemos que tudo o que temos é realmente Dele.
 
A maioria das formas de caridade envolvem doar nosso dinheiro ou bens a uma pessoa pobre e necessitada. Este ato de doação, que deveria ser sempre "Leshem Shamaim", com o intuito de cumprir a vontade de D'us e ajudar os necessitados, muitas vezes causa no doador um sentimento de orgulho. Uma das consequências do orgulho é a pessoa distorcer sua percepção sobre a realidade da vida, de modo que sinta que está dando aquilo que lhe pertence. Porém, sabemos que tudo pertence a D'us, Ele apenas permite que possamos utilizar do Seu mundo para cumprir a Sua vontade. Nada pertence realmente a nós, tudo é de D'us e está conosco apenas como "cuidadores". Então como fazer bondades sem tropeçar na terrível transgressão de sentir orgulho?
 
As Mitzvót de Leket, Shichechá e Peá são formas únicas de caridade, pois o dono do campo não dá nada aos pobres. Inclusive, ele está proibido de recolher a colheita que caiu ou que ficou para trás. Desta maneira, ele não pode nem mesmo escolher quais serão os pobres beneficiados. O dono do campo é ordenado a deixar o produto onde está e permitir que qualquer pessoa necessitada leve-o para si. Esse procedimento transmite ao proprietário da terra o conceito de que ele não controla a riqueza. Assim ele entenderá que a caridade é apenas o meio através do qual D'us distribui Suas riquezas. Talvez por este motivo a Torá repete essas Mitzvót, por serem atos de caridade verdadeiros, que vêm isentos do sentimento de orgulho.
 
Quando uma pessoa cumpre essas Mitzvót, que são uma das formas mais difíceis de caridade, pois não são acompanhadas do sentimento de satisfação de realmente ter doado, é como se ela tivesse construído o Beit Hamikdash e oferecido Korbanót. A comparação é clara, pois essas ações também requerem que a pessoa compreenda que ela é apenas o canal através do qual D'us distribui o que é Seu. Portanto, qualquer Mitzvá feita de coração, com humildade, certamente é recebida com enorme alegria por D'us.
 

SHABAT SHALOM
 

R' Efraim Birbojm

 

Este E-mail é dedicado à Refua Shlema (pronta recuperação) de: Chana bat Rachel, Pessach ben Sima, Rachel bat Luna, Eliahu ben Esther, Moshe ben Feigue, Laila bat Sara, Eliezer ben Shoshana, Mache bat Beile Guice, Feiga Bassi Bat Ania, Mara bat Chana Mirel, Dina bat Celde, Celde bat Lea, Rivka Lea bat Nechuma, Mordechai Ben Sara, Simcha bat Shengle, Chaia bat Yehudit.
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Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) dos meus queridos e saudosos avós, Ben Tzion (Benjamin) ben Shie Z"L e Frade (Fany) bat Efraim Z"L, que lutaram toda a vida para manter acesa a luz do judaísmo, principalmente na comunidade judaica de Santos. Que possam ter um merecido descanso eterno.
 
Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) dos meus queridos e saudosos avós, Meir ben Eliezer Baruch Z"L e Shandla bat Hersh Mendel Z"L, que nos inspiraram a manter e a amar o judaísmo, não apenas como uma idéia bonita, mas como algo para ser vivido no dia-a-dia. Que possam ter um merecido descanso eterno.
 
Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) de minha querida e saudosa tia, Léa bat Meir Z"L. Que possa ter um merecido descanso eterno.
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Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) de: Moussa HaCohen ben Gamilla z"l, Renée bat Pauline z"l, Eliezer ben Arieh z"l; Arieh ben Abraham Itzac z"l, Shmuel ben Moshe z"l, Chaia Mushka bat HaRav Avraham Meir z"l, Dvora Bacha bat Schmil Joseph Rycer z"l, Alberto ben Esther z"l, Malka Betito bat Allegra z"l, Shlomo ben Salha z"l, Yechiel Mendel ben David z"l, Faiga bat Mordechai HaLewy z"l, Reuven ben Alexander z"l, Mechel ben Haim z"l, Yaacov ben Israel z"l.
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Para inscrever ou retirar nomes da lista, para indicar nomes de pessoas doentes ou Leilui Nishmat (elevação da alma), e para comentar, dar sugestões, fazer críticas ou perguntas sobre o E-mail de Shabat,favor mandar um E-mail para ravefraimbirbojm@gmail.com
 
(Observação: para Refua Shlema deve ser enviado o nome do doente e o nome da mãe. Para Leilui Nishmat, os Sefaradim devem enviar o nome do falecido e o nome da mãe, enquanto os Ashkenazim devem enviar o nome do falecido e o nome do pai).
VÍDEO DAS PARASHIÓT ACHAREI MÓT E KEDOSHIM
ASSUNTOS DA PARASHÁ
 
PARASHAT ACHAREI MÓT
  • Lembrança da morte dos filhos de Aharon, Nadav e Avihu.
  • O Serviço de Yom Kipur.
  • Sacrifício de animais fora do Mishkan.
  • Proibição de comer sangue.
  • Mitzvá de cobrir o sangue derramado na Shechitá.
  • Viva pelas Mitzvót
  • Não viver como os outros povos
  • Relacionamentos proibidos.
  • Idolatria de Molech
  • Outras Relações Proibidas.
  • Santidade de Eretz Israel.
PARASHAT KEDOSHIM
  • Leis de Santidade.
  • Honrar os pais.
  • Shabat.
  • Proibição de Idolatria.
  • Leis de Korbanót.
  • Ajuda aos necessitados (Leket, Shichechá e Peá).
  • Honestidade nos negócios.
  • Não desviar a justiça.
  • Ame ao próximo como a si mesmo.
  • Misturas proibidas (Kilaim e Shaatnez).
  • Orlá.
  • Proibição de fazer tatuagem.
  • Não envergonhar os estrangeiros.
  • Casamentos proibidos e castigos.
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VÍDEO DA PARASHÁ TZAV
VÍDEO DE PESSACH
ASSUNTOS DA PARASHÁ TZAV
  • Cinzas do Altar.
  • 3 fogos do Altar.
  • Leis da Oferenda de Minchá (Farinha).
  • Oferenda do Cohen Gadol e seus filhos.
  • Leis das Oferendas de Pecado (Chatat).
  • Leis das Oferendas de Culpa (Asham).
  • Presentes dos Cohanim.
  • Leis das Oferendas de Agradecimento (Todá)
  • Pigul e Notar - Oferendas que não são mais aceitas.
  • Proibição de consumir as Oferendas em um estado de impureza.
  • Proibição de comer gordura (Chelev) e sangue.
  • A Porção das oferendas dada ao Cohen.
  • Consagração dos Cohanim.
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quinta-feira, 22 de abril de 2021

A VIDA É O MAIS IMPORTANTE? - SHABAT SHALOM M@IL - PARASHIÓT ACHAREI MÓT E KEDOSHIM 5781

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  • Honestidade nos negócios.
  • Não desviar a justiça.
  • Ame ao próximo como a si mesmo.
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A VIDA É O MAIS IMPORTANTE? - PARASHIÓT ACHAREI MÓT E KEDOSHIM 5781 (23/abril/2021)

 
"O Sr. Yossef era um judeu já bem idoso, com a saúde bastante comprometida. Ao fazer exames de rotina, alguns dias antes de Yom Kipur, ele aproveitou para perguntar ao médico se havia algum problema em jejuar. O médico disse ao Sr. Yossef que certamente ele não poderia fazer nenhum jejum, pois isso colocaria sua vida em risco. Os exames não estavam bons e ele precisava se cuidar.
 
Desesperado, o Sr. Yossef foi falar com o rabino da sinagoga. O rabino sugeriu que ele escutasse a opinião de outro médico, mas que fosse dessa vez a um médico judeu religioso, que além de saber medicina também entendesse a importância do jejum de Yom Kipur. O Sr. Yossef levou todos os seus exames e foi para a consulta, esperançoso que o médico o permitiria jejuar. Porém, para a sua enorme tristeza, o médico religioso também argumentou que, com a idade dele e os maus resultados dos exames, seria muito perigoso ele jejuar.
 
O Sr. Yossef chegou muito triste na sinagoga e foi diretamente contar ao rabino o que o médico havia falado.
 
- Sinto muito - disse o rabino - mas o correto neste caso é escutar a orientação médica. Trata-se de um risco de vida, e a Torá é clara neste caso. O senhor não deve jejuar em Yom Kipur.
 
Porém, o Sr. Yossef ainda não estava convencido. Ele avisou ao rabino que não se importava com o que os médicos haviam dito. Ele estava decidido a cumprir a Mitzvá de jejuar em Yom Kipur de qualquer maneira.
 
- Por favor, Sr. Yossef, me avise durante o Yom Kipur se o senhor estiver realmente jejuando - disse o rabino - Pois caso o senhor estiver realmente jejuando, eu preciso me certificar de que o senhor não será chamado na Torá e não receberá nenhum tipo de honra na sinagoga.
 
- Mas o que eu estou fazendo de errado? - perguntou o Sr. Yossef, assustado - Eu só quero fazer o jejum de Yom Kipur, como faço desde os 13 anos de idade!
 
O rabino olhou muito sério para ele e disse:
 
- Sr. Yossef, D'us nos ensinou, através da Sua Torá, que no caso de risco de vida, estamos isentos das Mitzvót. Se mesmo assim o senhor insiste em colocar sua vida em risco para cumprir uma Mitzvá, isso significa que o senhor não segue D'us, e sim o seu próprio deus. Portanto, o senhor não poderá subir na Torá, pois estará cometendo idolatria em pleno Yom Kipur!"
 
Em todas as situações devemos consultar a Torá, nosso "Manual de instruções", pois não é suficiente fazermos o que nós achamos ser correto, devemos fazer o que D'us nos ensinou ser correto.

 

Nesta semana lemos duas Parashiót juntas, Acharei Mót (literalmente "Depois da morte") e Kedoshim (literalmente "Sagrados"). A Parashá Acharei Mót tem como tema central os Serviços espirituais que eram realizados no Mishkan no dia mais sagrado do ano, Yom Kipur. Já a Parashá Kedoshim ensina muitas leis "Bein Adam Lechaveiró" (entre a pessoa e seu companheiro), entre elas um dos mais importantes ensinamentos da Torá, o "ame ao próximo como a si mesmo", nos transmitindo uma mensagem muito importante: o comportamento adequando em relação aos outros seres humanos, o amor por cada criatura e os atos cotidianos de bondade e compaixão são bases importantes para chegarmos aos máximos níveis de santidade e proximidade com D'us.
 
Uma das Mitzvót que chamam a atenção na Parashá Kedoshim é "Não fique parado ao lado do sangue derramado do seu companheiro" (Vayikrá 19:16). Rashi (França, 1040 - 1105) explica que esta Mitzvá nos ensina a não ficarmos parados assistindo a morte de outra pessoa quando temos a possibilidade de salvá-la, pois isto é considerado omissão de socorro. Por exemplo, se vemos uma pessoa que está se afogando no rio, sendo ameaçada por um animal feroz ou sendo atacada por ladrões que vieram roubá-la, temos a obrigação de tentar salvar a vida dela. Desta Mitzvá podemos perceber o quanto a Torá valoriza a vida. O Talmud (Sanhedrin 37a) vai além e afirma que aquele que salva uma vida é considerado como se tivesse salvado o mundo todo.

Podemos usar este conceito para fazer uma importante reflexão: o que é mais importante, a vida humana ou o cumprimento das Mitzvót? Podemos quebrar uma Mitzvá para salvar uma vida? Por um lado poderíamos pensar que a vida, apesar de ser sagrada, não está acima dos mandamentos de D'us. Porém, há um versículo na Parashá Acharei Mót que nos ensina aparentemente o contrário. Assim diz o versículo: "E vocês devem observar Meus decretos e Minhas leis, que o homem deve cumprir e viver por elas, Eu sou Hashem" (Vaikrá 18:5). O Talmud (Sanhedrin 74a) aprende da expressão "viver por elas" que devemos viver pelas Mitzvót, e não morrer por elas. Mas qual é o significa destas palavras do Talmud?
 
Dentro do judaísmo, o martírio é raramente requerido de uma pessoa. A Torá preza a vida, preza vivermos por um ideal, não morrermos por ele. Esta regra de "viver por elas" é tão forte que, mesmo as únicas exceções, as três graves transgressões que somos ordenados a entregar a nossa vida para não transgredi-las, que são idolatria, relações ilícitas e assassinato, precisam de uma "permissão especial" da Torá para podermos entregar nossa vida por elas. O Talmud precisa buscar fontes que nos ensinam a permissão de entregar a vida em cada uma destas três situações, já que vão contra a regra geral de "viver por elas". Portanto, fora essas três exceções, a pessoa tem a permissão de violar qualquer proibição da Torá para salvar uma vida.
 
Na prática, o que isto significa? Que se a pessoa tiver que comer pão em Pessach para sobreviver, ela deve comer. Se ela precisar fazer uma "Melachá" (trabalho proibido) no Shabat para salvar uma vida, o quanto mais rápido ela agir, maior será a Mitzvá que estará cumprindo. Se a pessoa estiver em uma ilha deserta e precisar comer porco para não morrer de fome, ela é obrigada a fazer. A prioridade da nossa vida é viver pelas Mitzvót, e não morrer por elas. Alguns comentaristas explicam que uma pessoa que está comendo algo proibido para salvar sua vida deve inclusive fazer uma Brachá sobre este alimento, pois está cumprindo o que D'us quer dela. E, ao contrário, se a pessoa quiser ser "rigorosa" e entregar sua vida para não descumprir uma Mitzvá da Torá, certamente será cobrada por seu ato, já que ela não fez o que D'us ordenou, como o homem que fazia questão de jejuar em Yom Kipur, mesmo que isso causasse um risco de vida.
 
À primeira vista, portanto, o Talmud parece estar nos dizendo que a vida tem um valor mais elevado do que as Mitzvót. Porém, isto pode estar correto? O que faz a vida ser tão preciosa? A possibilidade de saborear uma boa comida? A oportunidade de assistir um belo pôr do sol na praia? O prazer de ler um bom livro? Qual é o sentido de estarmos vivos sem as Mitzvót?
 
Explica o Rav Moshe Feinstein zt"l (Lituânia, 1895 - EUA, 1986) que o Talmud não está nos ensinando que a vida é mais importante do que as Mitzvót.  A coisa mais importante que temos são as Mitzvót, pois devemos "viver por elas", isto é, são elas nos conduzem ao Mundo Vindouro, à vida eterna, a vida verdadeira. Este mundo é apenas uma passagem, uma preparação. A vida sem Mitzvót, portanto, não faz absolutamente nenhum sentido. Uma vida sem Mitzvót é uma vida sem propósito. Por que fazemos uma contagem de 49 dias, conhecida como "Sefirat HaOmer", conectando Pessach, a Festa da Liberdade, com Shavuót, a Festa da entrega da Torá? Para nos ensinar que todos os milagres que aconteceram na saída do Egito e todo o nosso processo de libertação da escravidão somente fizeram sentido quando recebemos a Torá no Monte Sinai. Foi para isso que fomos libertados. Foi para cumprir a Torá no máximo nível espiritual que fomos diretamente para a Terra de Israel. Então, se todo o sentido da vida é o cumprimento das Mitzvót, por que uma pessoa não é obrigada a entregar sua vida para não descumprir uma Mitzvá?
 
Responde o Rav Yssocher Frand que, em casos de perigo de vida, é permitido violar uma proibição da Torá pois, através disso, a pessoa que está em perigo poderá viver para cumprir muitas outras Mitzvót. A permissão de descumprir uma Mitzvá para salvar uma vida, portanto, está baseada no fato que isto gerará a possibilidade da pessoa cumprir mais Mitzvót. Deste ensinamento fica claro o valor verdadeiro das Mitzvót que, portanto, estaria acima até mesmo do valor da vida.
 
Para o povo judeu, as Mitzvót são o alimento da vida, conforme dizemos na nossa Tefilá: "Pois elas são a nossa vida e o alongamento dos nossos dias". Podemos comer uma comida saborosa, assistir um belo por do sol na praia e ler um bom livro, mas não é para isso que estamos vivos. A vida é o que temos de mais sagrado, mas são as Mitzvót que dão o sentido verdadeiro para ela.
 

SHABAT SHALOM
 

R' Efraim Birbojm

 

Este E-mail é dedicado à Refua Shlema (pronta recuperação) de: Chana bat Rachel, Pessach ben Sima, Rachel bat Luna, Eliahu ben Esther, Moshe ben Feigue, Laila bat Sara, Eliezer ben Shoshana, Mache bat Beile Guice, Feiga Bassi Bat Ania, Mara bat Chana Mirel, Dina bat Celde, Celde bat Lea, Rivka Lea bat Nechuma, Mordechai Ben Sara, Simcha bat Shengle.
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Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) dos meus queridos e saudosos avós, Ben Tzion (Benjamin) ben Shie Z"L e Frade (Fany) bat Efraim Z"L, que lutaram toda a vida para manter acesa a luz do judaísmo, principalmente na comunidade judaica de Santos. Que possam ter um merecido descanso eterno.
 
Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) dos meus queridos e saudosos avós, Meir ben Eliezer Baruch Z"L e Shandla bat Hersh Mendel Z"L, que nos inspiraram a manter e a amar o judaísmo, não apenas como uma idéia bonita, mas como algo para ser vivido no dia-a-dia. Que possam ter um merecido descanso eterno.
 
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VÍDEO DA PARASHÁ TZAV
VÍDEO DE PESSACH
ASSUNTOS DA PARASHÁ TZAV
  • Cinzas do Altar.
  • 3 fogos do Altar.
  • Leis da Oferenda de Minchá (Farinha).
  • Oferenda do Cohen Gadol e seus filhos.
  • Leis das Oferendas de Pecado (Chatat).
  • Leis das Oferendas de Culpa (Asham).
  • Presentes dos Cohanim.
  • Leis das Oferendas de Agradecimento (Todá)
  • Pigul e Notar - Oferendas que não são mais aceitas.
  • Proibição de consumir as Oferendas em um estado de impureza.
  • Proibição de comer gordura (Chelev) e sangue.
  • A Porção das oferendas dada ao Cohen.
  • Consagração dos Cohanim.
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