quinta-feira, 28 de setembro de 2017

QUEBRANDO OS MAUS DECRETOS - SHABAT SHALOM M@IL - YOM KIPUR 5778

BS"D
O E-mail desta semana foi carinhosamente oferecido pela Família Lerner em Leilui Nishmat de: 
Miriam Iocheved bat Mordechai Tzvi z"l


Para dedicar uma edição do Shabat Shalom M@il, em comemoração de uma data festiva, no aniversário de falecimento de um parente, pela cura de um doente ou apenas por Chessed, favor entrar em contato através do e-mail efraimbirbojm@gmail.com.
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TEXTO DO VIDUI
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MENSAGEM DE YOM KIPUR 5778
 
O Talmud (Taanit 26b) afirma que Yom Kipur é um dos dias mais alegres do ano. Desde a Criação do mundo, D'us quis dedicar um dia para a expiação dos nossos pecados, para que as pessoas pudessem "esvaziar" as transgressões acumuladas durante o ano e o mundo não precisasse ser destruído. Este dia é Yom Kipur, uma oportunidade de começarmos o novo ano com nossas almas limpas e purificadas.

Mas também devemos fazer a nossa parte, que é a Teshuvá, composta pelo arrependimento sincero, a decisão de não voltar a cometer os mesmo erros e a confissão para D'us das nossas transgressões. Yom Kipur é um dia de misericórdia, uma das maiores demonstrações do amor de D'us pelo povo judeu. Neste dia podemos abrir nossos corações e implorar para que D'us nos perdoe pelos nossos erros.

Mas não podemos nos esquecer de que não é apenas contra D'us que transgredimos durante o ano. Erramos muito com as pessoas. Enganamos, não nos importamos com as dificuldades e sofrimentos dos outros, ofendemos, fizemos piadas de mau gosto. Nossos sábios ensinam que, apesar da enorme força de expiação das transgressões que existe em Yom Kipur, ela somente funciona para limpar os erros que cometemos contra D'us. Os erros que cometemos contra o próximo não são perdoados por D'us até que sejamos perdoados pela pessoa com quem erramos. Por isso, a Halachá (Lei Judaica) nos ensina que é necessário apaziguar a pessoa que machucamos, prejudicamos ou magoamos através de um sincero pedido de perdão.

Portanto, gostaria de aproveitar a oportunidade para pedir perdão a qualquer um de vocês, leitores do "Shabat Shalom M@il", tanto aqueles que eu conheço pessoalmente quanto aqueles cujo meu único contato é através dos e-mails semanais, por qualquer atitude que possa ter ofendido ou magoado, ou por ter causado qualquer tipo de tristeza. Tanto os erros intencionais quanto os não intencionais, tanto os erros que eu me lembro quanto aqueles que eu já me esqueci, de todos eles eu me arrependo profundamente e espero que vocês me perdoem. Se alguém tiver alguma mágoa, por favor me escreva para que eu possa pedir perdão pessoalmente.

Existe uma incrível fórmula para sermos perdoados em Yom Kipur: "Todo aquele que passa por cima da sua honra e perdoa a alguém que lhe fez mal, D'us passa por cima de todas as suas transgressões e o perdoa". Portanto, eu perdoo de todo o coração a qualquer um que possa ter feito algum mal para mim, intencionalmente ou não intencionalmente.

Que possamos ter um ano doce, com muita saúde, crescimento espiritual, paz e respeito ao próximo. Que possamos ter paz dentro do povo judeu, que possamos voltar a ser um povo unido, um povo que ama ao próximo como a si mesmo, para que tenhamos o mérito da vinda imediata do Mashiach e possamos receber todas as Brachót que D'us, há mais de 2 mil anos, aguarda para nos mandar.

Shaná Tová e Gmar Chatimá Tová

Com carinho,

R' Efraim Birbojm
VÍDEO YOM KIPUR
VÍDEO YOM KIPUR

QUEBRANDO OS MAUS DECRETOS - YOM KIPUR 5778 (29 de setembro de 2017)
 

"Nos dias do Rabi Tanchuma, um sábio muito puro e Tzadik (Justo) que viveu na época do Talmud, houve uma seca muito severa na Terra de Israel, deixando os judeus em uma situação desesperadora. O Rabi Tanchuma, querendo despertar a Misericórdia Divina, decretou a todo povo um jejum, mas nada aconteceu. Ele então decretou um segundo jejum, mas novamente não caiu nenhuma gota de chuva. Quando um terceiro jejum foi decretado e não causou nenhum efeito, o rabino reuniu todo o povo e disse:
 
- Cada um deve se esforçar para fazer mais alguma Mitzvá e dar mais Tzedaká (caridade). Quem sabe se, pelo mérito das Mitzvót e da Tzedaká, D'us será Misericordioso conosco e nos mandará as chuvas que precisamos.
 
Um judeu muito simples, ao escutar as palavras do rabino, se comoveu. Imediatamente ele voltou para casa, pegou todos os bens que tinha e decidiu dividir entre os pobres da cidade. Sua ex-esposa, ao escutar que ele estava distribuindo tudo o que tinha aos pobres, foi até sua casa e disse:
 
- Desde o dia em que saí desta casa eu não tive nenhuma Brachá na vida. Por favor, me dê um pouco de Tzedaká.
 
O homem, que ainda estava muito ressentido com sua ex-esposa, em um primeiro momento não quis dar nada para ela. Porém, ao vê-la imersa em sofrimento, se apiedou e deu a ela Tzedaká. A história chegou aos ouvidos do Rabi Tanchuma e o deixou emocionado. Ao escutar sobre a atitude daquele homem simples, que estava disposto a dividir com os pobres tudo o que tinha e que havia vencido seu sentimento negativo em relação à ex-esposa, levantou os olhos ao céu e disse:
 
- Senhor do Universo, se este homem, um simples mortal com inclinações cruéis dentro de si, sentiu misericórdia e deu aos pobres e à sua ex-esposa Tzedaká, então mais ainda Você, cuja misericórdia é infinita, por favor, tenha misericórdia de nós, filhos de Seus filhos Avraham, Yitzchak e Yaacov.
 
Naquele momento as chuvas começaram a cair, trazendo de volta a tranquilidade ao povo judeu" (História retirada de um Midrash - parte da Torá Oral).
 
Onde os méritos das rezas e dos jejuns do povo inteiro não conseguiram nada, um único bom ato de uma pessoa simples conseguiu despertar a Misericórdia de D'us. Este é o impacto dos nossos pequenos bons atos do cotidiano.

Este Shabat coincide com Yom Kipur, o "Dia do Perdão", um dos dias mais solenes e sagrados do ano. O Rambam (Maimônides) (Espanha, 1135 - Egito, 1204) nos ensina por que Yom Kipur é um dia tão sério: "Da mesma forma que são colocados na balança os méritos e transgressões da pessoa no momento da sua morte, também a cada ano e ano são colocados na balança os méritos e transgressões de cada ser humano do mundo no dia do Yom Tov de Rosh Hashaná. Aquele que é considerado Tzadik (Justo, isto é, que tem mais méritos do que transgressões) é imediatamente inscrito e selado para a vida, aquele que é considerado Rashá (malvado, isto é, aquele que tem mais transgressões do que méritos) é imediatamente inscrito e selado para a morte, enquanto o Beinoni (intermediário, isto é, aquele cujos méritos se igualam às suas transgressões) fica "pendurado" até Yom Kipur. Se ele fizer Teshuvá (se arrepender dos seus erros e receber sobre si não voltar a cometê-los), então ele é selado para a vida. Se não fizer Teshuvá, então ele é selado para a morte". (Mishnê Torá, Halachót Teshuvá 3:3).
 
Portanto, Yom Kipur é o último dia dos "Asseret Yemei Teshuvá", os 10 dias de Misericórdia nos quais D'us ajuda a todos aqueles que querem consertar seus caminhos e serem inscritos no Livro da Vida, como ensina o profeta: "Busque D'us quando Ele pode ser encontrado, chame-O quando Ele está perto" (Yeshayahu 55:6). Nos Asseret Iemei Teshuvá D'us se aproxima ainda mais, nos ajudando a fazermos mudanças verdadeiras nos nossos atos.
 
Nossos sábios ensinam que, além da Teshuvá, também há outra maneira de sairmos com um bom decreto de Yom Kipur. Da história descrita pelo Midrash aprendemos que, mesmo quando as rezas de um enorme Tzadik como o Rabi Tanchuma e os jejuns de todo o povo judeu não foram suficientes para despertar a Misericórdia Divina, um único ato de uma pessoa simples conseguiu atingir este objetivo. Porém, muitas pessoas também fazem bondades e dão Tzedaká, e não vemos milagres abertos acontecendo. O que o ato daquele homem simples teve de tão especial?
 
Explica o Rav Chaim Shmulevitz zt"l (Lituânia, 1902 - Israel, 1979) que aquele homem tinha um lado egoísta, mas ele conseguiu superar suas más inclinações e fazer bondades. O Rav Israel Salanter zt"l (Lituânia, 1810 - Prússia, 1883) ensina que é mais difícil uma pessoa "quebrar" um traço de caráter negativo do que estudar todos os Tratados do Talmud. Esta afirmação do Rav Salanter fica ainda mais impressionante ao nos darmos conta que o Talmud é composto por 63 volumes, alguns deles com mais de 100 páginas. Talvez é justamente por causa desta dificuldade de quebrar um traço de caráter negativo que isto tenha um efeito tão grande nos mundos espirituais, como ensinam os nossos sábios: "De acordo com a dificuldade, assim é a recompensa" (Pirkei Avót 5:23).
 
O Talmud (Sucá 45b) traz outro ensinamento impressionante sobre a quebra dos nossos traços de caráter negativos. De acordo com o Rabi Shimon Bar Yochai, os méritos do Rei Yotam ben Uziahu eram tão grandes que sozinho ele poderia isentar todas as pessoas, desde o início da criação até o fim dos tempos, do peso da justiça estrita. Mas por que este rei teve tantos méritos assim? Explica o Talmud que ele foi muito mais humilde do que outros reis. Durante todo o tempo em que seu pai estava com Tzaráat (uma doença espiritual que causa manchas no corpo), era o rei Yotam que fazia os julgamentos do povo, mas ele se recusou a colocar sobre sua cabeça a coroa real. Além disso, todos os vereditos de seus julgamentos eram proferidos em nome de seu pai, para honrá-lo. O Talmud está ressaltando que os méritos do rei Yotam ben Uziahu, que tinham a força de beneficiar o mundo inteiro em todas as gerações, eram resultado dele ter quebrado um único traço de caráter negativo: a busca pela honra.
 
Outro exemplo incrível é trazido no Talmud (Eiruvin 54b) em relação ao Rabi Preida, que tinha um aluno com dificuldades de aprendizado. Toda vez que o Rav Preida ensinava algo a este aluno, precisava repetir 400 vezes a mesma coisa até que ele entendesse. Certa vez, este aluno perguntou algo ao Rabi Preida, mas mesmo depois das 400 repetições ele não conseguiu entender a explicação. Quando o Rabi Preida questionou o motivo pelo qual daquela vez havia sido diferente das outras vezes, o aluno, envergonhado, confessou que no meio da explicação havia se distraído com outros pensamentos. O que nós faríamos se fossemos o Rav Preida? Não sentiríamos que nosso tempo está sendo jogado no lixo ao precisarmos explicar a mesma coisa 400 vezes? E, em especial desta vez, que por culpa da distração do aluno seria necessário recomeçar as 400 explicações, não iríamos ficar muito irritados com ele, e com razão, pela perda de tempo causada? Porém, não foi desta maneira que o Rabi Preida se comportou. Em um incomparável nível de paciência, ele virou-se para o aluno e disse de forma carinhosa: "Me dê sua atenção e eu te ensinarei". Ele não deu nenhuma bronca no aluno nem se irritou com a perda de tempo, ao contrário, o encorajou e voltou a lhe explicar outras 400 vezes, até ele entender.
 
Qual foi a consequência deste descomunal ato do Rabi Preida? Uma Voz Celestial anunciou: "Rabi Preida, o que você prefere, que sejam acrescentados mais 400 anos em sua vida ou que você e toda a sua geração mereçam entrar no Olam Habá (Mundo Vindouro)?". Como o Rabi Preida escolheu incluir toda a sua geração no Olam Habá, D'us disse para ele: "Pelo fato de você ter escolhido isto, então Eu vou te dar os dois". Tudo isto por Rabi Preida ter quebrado o traço de caráter da raiva, apesar de ser até mesmo justificável uma grande bronca naquela situação.
 
É interessante perceber que em hebraico a palavra "Ki" significa "como". Portanto, o nome "Yom Ha Kipurim" significa "O dia como Purim". Qual é a conexão entre Yom Kipur e Purim, dias aparentemente tão diferentes? Explica o Rav Chaim Shmulevitz que Yom Kipur somente é um dia de perdão para o povo judeu pois neste dia não há entre as pessoas inveja, ódio ou competição, algo semelhante ao que ocorre entre os anjos. E, pelo mérito destes traços de caráter negativos terem sido quebrados, recebemos a possibilidade de nos purificarmos diante de D'us e termos todas as nossas transgressões expiadas. O mesmo ocorreu em Purim, como está escrito: "Os judeus cumpriram e receberam" (Ester 9:27). Explica o Talmud (Shabat 88a) que aquela geração recebeu o que até então o povo judeu não tinha méritos para receber. Por que justamente a geração de Mordechai e Esther chegou a este nível tão especial? Por terem alcançado o verdadeiro amor ao próximo e a união completa. O perigo do extermínio fez com quer os judeus seu unissem de uma maneira tão intensa que quaisquer sentimentos de inveja, ódio ou competição desapareceram completamente, como ocorre no dia de Yom Kipur. Quando o povo judeu chega neste nível, merece de D'us uma Misericórdia tão especial que até mesmo milagres acontecem no mundo.      
 
É exatamente esta a "fórmula" que nossos sábios do Talmud (Rosh Hashaná 17a) nos ensinaram para conseguirmos passar pelo difícil julgamento Divino: "Todo aquele que passa por cima de seus traços de caráter negativos, então no Céu passam por cima de todas as suas transgressões". Da forma como nos comportamos com o próximo, assim D'us se comporta conosco. Quando vencemos nossos traços de caráter negativos, como a inveja, o ódio, a raiva e a busca pela honra, que causam tanta desunião dentro do povo judeu, então D'us também nos julga com mais leniência e permite que aqueles que se arrependem de suas transgressões possam apagá-las completamente, um verdadeiro milagre. Medida por medida, quando quebramos nossas más características, D'us quebra nossos maus decretos.
 
Yom Kipur é um dia de misericórdia. Se formos misericordiosos com os outros, se conseguirmos nos esforçar para anular os nossos traços de caráter negativos, em especial aqueles que podem causar sofrimentos a outras pessoas, então estaremos garantindo um ano de muitas Brachót, não apenas para nós mesmos, mas para o mundo inteiro.
 
SHABAT SHALOM, GMAR CHATIMÁ TOVÁ E TSOM KAL

R' Efraim Birbojm

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HORÁRIO DE ACENDIMENTO DAS VELAS DE SHABAT E YOM KIPUR:

                   São Paulo: 17h45  Rio de Janeiro: 17h32                    Belo Horizonte: 17h33  Jerusalém: 17h51
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Este E-mail é dedicado à Refua Shlema (pronta recuperação) de: Chana bat Rachel, Pessach ben Sima, Rachel bat Luna, Eliahu ben Esther, Moshe ben Feigue.
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Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) dos meus queridos e saudosos avós, Ben Tzion (Benjamin) ben Shie Z"L e Frade (Fany) bat Efraim Z"L, que lutaram toda a vida para manter acesa a luz do judaísmo, principalmente na comunidade judaica de Santos. Que possam ter um merecido descanso eterno.
 
Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) dos meus queridos e saudosos avós, Meir ben Eliezer Baruch Z"L e Shandla bat Hersh Mendel Z"L, que nos inspiraram a manter e a amar o judaísmo, não apenas como uma idéia bonita, mas como algo para ser vivido no dia-a-dia. Que possam ter um merecido descanso eterno.
 
Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) de minha querida e saudosa tia, Léa bat Meir Z"L. Que possa ter um merecido descanso eterno.
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Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) de: Moussa HaCohen ben Gamilla z"l, Renée bat Pauline z"l, Eliezer ben Arieh z"l; Arieh ben Abraham Itzac z"l, Shmuel ben Moshe z"l, Chaia Mushka bat HaRav Avraham Meir z"l, Dvora Bacha bat Schmil Joseph Rycer z"l, Alberto ben Esther z"l, Malka Betito bat Allegra z"l.
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terça-feira, 19 de setembro de 2017

MENSAGEM SHANÁ TOVÁ 5778

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MENSAGEM SHANÁ TOVÁ 5778

 Por mais incrível que pareça, mais um ano está terminando. Parece que foi ontem que estávamos na mesa de Rosh Hashaná, comendo a maça com mel e desejando aos nossos familiares um ano bom e doce, e novamente estamos fechando mais um ciclo. Nossos sábios perguntam: Por que desejamos um ano bom e doce? Não é suficiente que o ano seja bom?

"Certo dia, um professor ateu quis provocar um grupo de crianças no início da aula. Ele perguntou, de forma debochada, quem era D'us. Uma das crianças, na inocência, respondeu:
 
- D'us é o Criador. Ele fez a terra, o mar e tudo que está neles. Ele também nos criou, por isso somos filhos Dele.
 
O professor então, de forma desafiadora, questionou:
 
- Como você sabe que D'us existe, se você nunca O viu?
 
A sala ficou toda em silêncio. As crianças não sabiam o que responder. Até que Avraham, um menino muito tímido, levantou a mão e falou:
 
- A minha mãe sempre me diz que D'us é como o açúcar no leite que ela me prepara todas as manhãs. Eu não consigo ver o açúcar que está dentro da caneca de leite, mas eu sei que o açúcar está lá, pois o leite fica doce. Da mesma maneira, nós não podemos enxergar D'us, mas sabemos que Ele está entre nós, pois sentimos a doçura dos Seus atos de bondade".
 
Muitas vezes as bondades de D'us vêm escondidas, vêm de maneira que precisamos refletir para percebê-las. Por isso, desejamos que o ano não seja apenas bom, mas que também possamos perceber as infinitas bondades de D'us em nossas vidas, que possamos sentir a doçura da Sua bondade.
 
Baruch Hashem, conforme pedimos para D'us no ano passado, este ano realmente foi bom e doce. Isto não quer dizer que não tivemos nossas dificuldades e nossos sofrimentos. Mas, ao fazer um balanço do ano, não podemos focar nas dificuldades, não é justo com D'us, que nos faz tantas bondades. Temos que focar em quantas coisas boas recebemos durante o ano, começando pelo simples fato de podermos abrir os olhos cada manhã e enxergar as maravilhas do mundo ou podermos levantar da cama e caminhar com as nossas pernas. Mesmo as dificuldades devem ser vistas através de uma ótica positiva. Os problemas nos deixaram mais fortes, mais sábios e mais experientes. O simples fato de estarmos vivos por si só já vale o agradecimento e o reconhecimento a D'us.
 
Além de agradecer imensamente a D'us por todas as oportunidades, eu tenho muito a agradecer a vocês, leitores do Shabat Shalom M@il. Sinto o quanto este e-mail já virou parte central da minha semana, da minha vida. Uma incrível oportunidade de aprender novos ensinamentos da Torá e poder transmiti-los. Como dizem nossos sábios: "Mais do que o bezerro quer mamar, a vaca quer dar o leite". Me alegra muito poder dividir com vocês a sabedoria da Torá, que nos preenche e ilumina o nosso caminho em um mundo com uma escuridão espiritual cada vez maior.
 
Ao fecharmos o ciclo de mais um ano, aproveito a oportunidade para agradecer por todo o apoio, pelos elogios, incentivos e sugestões que recebi durante o ano. É gratificante escutar pessoas que, ao me encontrarem, dizem: "Você está presente todas as semanas na nossa Seudá de Shabat". Me dá forças para continuar este trabalho. Espero que os ensinamentos que eu compartilhei possam ter ajudado todos a melhorarem e crescerem espiritualmente da mesma maneira que me ajudaram.
 
Agradeço a cada um dos leitores, por serem a minha fonte de inspiração e motivação para continuar este trabalho. Agradeço à minha esposa e meus filhos, pela alegria que me trazem, por preencherem minha vida e por abrirem mão do tempo que eu dedico para escrever o Shabat Shalom M@il. Agradeço aos meus pais, por toda a dedicação, pelo amor que recebi e recebo, pela excelente educação que me deram e pelos valores que me transmitiram. E, acima de tudo, agradeço a D'us, pela bondade infinita de ter me colocado em um caminho de Torá e Mitzvót.
 
Que possamos aproveitar estes últimos dias do ano para aumentar ainda mais os nossos méritos. Como estamos todos de coração mais aberto, é hora de reconstruir relacionamentos abalados e pedir perdão àqueles que possamos ter magoado. Nestes últimos dias do ano abrem-se os portões da Misericórdia de D'us e recebemos uma ajuda especial para o nosso crescimento espiritual.
 
Aproveito a oportunidade para pedir perdão a qualquer um que possa ter se sentido ofendido pelas mensagens que eu enviei ou por alguma atitude que eu tenha tomado. Se alguém tiver alguma mágoa ou reclamação, por favor, me avise para que eu possa pedir perdão pessoalmente. Também perdoo de coração a qualquer um que possa ter me causado sofrimentos.
 
Que possamos ser inscritos no Livro da Vida, com muita saúde, sustento, alegrias, paz e espiritualidade. E que neste ano de 5778 possamos continuar nos encontrando, semanalmente, neste incrível mundo dos conhecimentos da Torá.
 
SHANÁ TOVÁ
 
Com muito carinho,
 
R' Efraim Birbojm







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quinta-feira, 14 de setembro de 2017

DEFEITO DOS OUTROS - SHABAT SHALOM M@IL - PARASHIÓT NITZAVIM E VAYELECH 5777 E ROSH HASHANÁ 5778

BS"D
O E-mail desta semana foi carinhosamente oferecido pela Família Rosenbaum em Leilui Nishmat de: 

Yechiel Mendel ben David z"l

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DEFEITO DOS OUTROS - PARASHIÓT NITZAVIM E VAYELECH 5777 E ROSH HASHANÁ 5778 (15 de setembro de 2017)

"O Sr. Antônio foi conversar com um médico. Ele estava muito preocupado com sua esposa, pois achava que ela estava ficando completamente surda. Ele perguntava coisas e ela simplesmente não respondia. O médico pediu, através de um teste bem simples, para o Sr. Antônio fazer um pré-diagnóstico de sua esposa:

- Sr. Antônio, quando sua esposa não estiver olhando, o senhor comece a falar com ela, a certa distância, em um tom normal. O senhor vai se aproximando e repetindo a frase, até perceber a que distância ela começa a escutá-lo.
 
Naquela mesma noite, quando a mulher estava preparando o jantar, o Sr. Antônio decidiu fazer o teste sugerido pelo médico. Mediu a distância que estava em relação à mulher e perguntou, em um tom normal:

- Marta, o que temos para o jantar? 

Como não ouviu nada, aproximou-se mais 5 metros e repetiu a pergunta. Nada ainda, nenhuma resposta. Então, aproximou-se mais 5 metros e perguntou pela terceira vez. Silêncio total. Por fim, quase encostando a boca no ouvido da esposa, perguntou mais uma vez. Desta vez escutou-a respondendo:

- Frango, meu bem, frango. É a quarta vez que você me pergunta e é a quarta vez que eu te respondo..."

Muitas vezes achamos que o defeito está com os outros quando, na realidade, o defeito está em nós mesmos.

Nesta semana lemos duas Parashiót juntas, Nitzavim (literalmente "Parados") e Vayelech (literalmente "E foi"). E na próxima 4ª feira de noite (20 de setembro) começa Rosh Hashaná, o Ano Novo judaico, o dia no qual todos os nossos atos passam diante de D'us para serem analisados. Os que são considerados Tzadikim (justos) são imediatamente inscritos no Livro da Vida, os que são considerados Reshaim (malvados) são imediatamente inscritos no Livro da Morte e os que são considerados Beinonim (pessoas de nível intermediário) ficam com o seu julgamento pendente até o dia de Yom Kipur. Porém, nos assusta a ideia de um julgamento tão rigoroso e detalhado. D'us vê cada ato que fizemos e cada intenção. Fizemos inúmeros erros e tivemos infinitos maus pensamentos durante o ano. Então como passaremos por este julgamento tão rigoroso? O que fazer para sairmos com um bom decreto?
 
A resposta está na Parashá Nitzavim: "Esta Mitzvá que eu comando hoje para vocês não está escondida de vocês e nem está distante. Não está nos céu para que você diga "Quem subirá até o céu para trazê-la para nós, para que possamos escutá-la e cumpri-la" (Devarim 30:11,12). De acordo com o Ramban zt"l (Nachmânides) (Espanha, 1194 - Israel, 1270), a Torá está se referindo à Mitzvá de Teshuvá, do arrependimento e conserto dos nossos maus atos. A Teshuvá pode apagar os nossos erros e, portanto, pode mudar o nosso julgamento de Rosh Hashaná. Além disso, de acordo com esta explicação do Ramban, a Torá está ressaltando que a Teshuvá não é uma Mitzvá que está longe do nosso alcance, ao contrário, é uma Mitzvá facilmente atingível se fizermos o esforço necessário.
 
O Rav Chaim Shmulevitz zt"l (Lituânia, 1902 - Israel, 1979) questiona esta explicação do Ramban. Se a Teshuvá é algo tão acessível a todos, então por que tão poucos fazem Teshuvá da forma apropriada? Se está tão claro para nós quais foram os erros que cometemos, por que não admitimos e não nos arrependemos deles?
 
A resposta está em um interessante Midrash (parte da Torá Oral) que descreve detalhes sobre o que ocorreu após o primeiro assassinato da história da humanidade, quando Cain, movido pela inveja, se levantou e matou seu próprio irmão, Hevel (Abel). Apesar do crime hediondo, D'us não puniu Cain imediatamente após o assassinato, e sim perguntou a ele: "Onde está seu irmão Hevel?" (Bereshit 4:9). Cain respondeu para D'us: "Por acaso eu sou o cuidador do meu irmão?" (Bereshit 4:9). O Midrash se aprofunda nesta resposta de Cain e explica que assim ele quis dizer para D'us: "Você não é o protetor de toda a vida? Então por que Você está perguntando para mim?... Eu o matei, mas foi Você quem me deu a má inclinação. Você deveria proteger a todos, mas Você permitiu que eu o matasse, portanto foi Você que o matou... Se Você tivesse aceitado a minha oferenda como aceitou a dele, eu não teria sentido inveja dele". As palavras do Midrash são assustadoras. D'us iniciou uma conversação com Cain justamente para lhe dar a chance de fazer Teshuvá, mas ele desperdiçou a oportunidade. Por que? Pois se recusou a aceitar a culpa por sua participação no assassinato. Ele chegou ao ponto de culpar a D'us para não assumir que tinha errado.
 
É justamente este o motivo que impede as pessoas de fazerem Teshuvá da maneira correta. Normalmente estamos plenamente conscientes das transgressões que cometemos, mas há um fator que nos impede de nos arrependermos da maneira apropriada: a falta de habilidade em aceitar que a responsabilidade dos nossos maus atos recai, em última instância, apenas sobre nós mesmos. Sempre temos um repertório completo de desculpas para justificar nossas falhas. Culpamos a nossa educação, as nossas inclinações naturais e a sociedade na qual vivemos, tirando das nossas costas a responsabilidade sobre os nossos erros. Como um dos pré-requisitos para a Teshuvá verdadeira é o reconhecimento que "eu poderia ter feito melhor" ou "eu poderia ter vencido o meu Yetzer Hará (má inclinação)", sem a admissão da culpa pelos nossos erros não podemos nem mesmo começar o nosso processo de Teshuvá. Porém, quando assumimos a responsabilidade pelos nossos atos, a Teshuvá se torna um processo muito mais fácil de ser alcançado.
 
Esta dificuldade em assumir a culpa pelos nossos atos também é facilmente percebida no primeiro e mais decisivo erro da história da humanidade, que nos afeta até os dias de hoje: a transgressão de Adam Harishon e Chavá. À primeira vista, a pior parte da transgressão de Adam foi ter desobedecido a ordem de D'us e ter comido do fruto que Ele havia proibido, o que levou à expulsão de Adam do Gan Éden e outras terríveis consequências que afetaram toda a humanidade. Porém, novamente percebemos que a punição não ocorreu imediatamente depois da transgressão. D'us iniciou uma conversa com Adam e Chavá, dando a eles a oportunidade de admitirem seu erro. Entretanto, a reação deles foi extremamente negativa. Ao invés de assumir a culpa, Adam respondeu "A esposa que Você me deu, ela me deu do fruto e eu comi" (Bereshit 3:12), desviando a culpa para Chavá e para D'us, que havia lhe dado a esposa. D'us então deu a Chavá a chance de assumir seu erro, mas ela também desperdiçou a oportunidade ao responder "a serpente me enganou e eu comi" (Bereshit 3:13). Somente então D'us puniu Adam e Chavá pela sua transgressão. Tanto no caso de Cain quanto no caso de Adam, o adiamento da aplicação do castigo nos ensina que, se eles tivessem assumido a responsabilidade por seus atos, certamente seus castigos teriam sido muito mais brandos e talvez a história da humanidade teria sido completamente diferente.
 
De Adam e Cain aprendemos que a habilidade de admitir os próprios erros é talvez até mais importante do que não transgredir. Afinal, todos nós estamos propensos a errar em algum momento da vida, por mais que nos esforcemos para fazer sempre o que é correto, como afirmou o mais sábio de todos os homens, Shlomo HaMelech: "Não há nenhum Tzadik no mundo que faz o bem e não transgride" (Kohelet 7:20). O verdadeiro indicador do nosso nível espiritual é, portanto, a nossa habilidade de se levantar após uma queda espiritual e admitir o nosso erro.
 
Passaram-se centenas de anos até que um homem se levantou e assumiu a responsabilidade por seus atos, consertando o erro de Adam HaRishon. Nossos sábios perguntam: "Por que Yehudá, o filho de Yaacov, teve o mérito de seus descendentes se tornarem os reis de Israel?" A resposta é incrível: "Pois ele admitiu seu erro no incidente com Tamar". Tamar estava prestes a morrer queimada, acusada de ter cometido adultério, quando ela deu a Yehudá a oportunidade dele assumir a sua participação. Yehudá poderia facilmente ter ficado quieto. Entretanto, em um determinado momento, ele corajosamente se levantou e aceitou a responsabilidade, como está escrito: "E Yehudá assumiu e disse: 'Ela está mais certa do que eu'" (Bereshit 38:26). Aquele foi o momento da criação da semente do Mashiach, um descendente de Yehudá que levará de volta a humanidade ao nível espiritual de antes da transgressão de Adam e Chavá. Uma das formas de consertar uma transgressão é corrigir o traço de caráter negativo demonstrado nela. Como a principal falha de Adam foi a falta de habilidade em aceitar sobre si a responsabilidade por seus erros, o nascimento da semente do Mashiach ocorreu justamente após o sucesso de Yehudá em tomar sobre si a responsabilidade por seus atos.
 
David HaMelech também foi um dos descendentes de Yehudá. Apesar de seu gigantesco nível espiritual, ele cometeu dois erros que poderiam ter custado seu reinado. David foi duramente repreendido pelo profeta Nathan por estes erros. Porém, David não procurou desculpas nem em quem jogar a responsabilidade. Ao escutar as palavras do profeta, imediatamente David disse: "Eu pequei diante de D'us" (Shmuel 2 12:13). David HaMelech mostrou sua disposição para assumir a responsabilidade por seus erros ao imediatamente assumir sua culpa. Por sua Teshuvá completa, ele foi perdoado e não perdeu seu reinado.
 
Vivemos uma sociedade que cada vez mais se esquiva do conceito da responsabilidade pelos atos cometidos. Pessoas esclarecidas e com elevado nível acadêmico defendem a ideia de que ninguém pode ser considerado culpado pelos seus maus comportamentos. O principal argumento utilizado é que as pessoas não têm escolha, pois são "predestinadas" por uma combinação de fatores externos, como acontecimentos do passado, educação, elementos genéticos e influência da sociedade. Nesta linha de raciocínio, qualquer criminoso deve ser perdoado por seus crimes, pois não teve escolha. Segundo estas pessoas, as falhas nos traços de caráter devem ser aceitas com naturalidade, pois são inevitáveis.
 
Este conceito vai totalmente contra os ensinamentos da Torá. De acordo com o judaísmo, isto é um ato de covardia e de acomodação. A única maneira de fazermos Teshuvá é admitirmos que a responsabilidade pelo nosso comportamento, no final das contas, recai apenas sobre nós. Outros elementos certamente podem aumentar o nosso teste, mas em última instância temos o potencial de vencê-los. Se formos corajosos o suficiente para admitir que podemos e devemos melhorar, então certamente D'us nos ajudará a crescer e, apesar dos nossos muitos erros, nos inscreverá no Livro da Vida. 

QUE SEJAMOS INSCRITOS E SELADOS NO LIVRO DA VIDA

SHABAT SHALOM E SHANÁ TOVÁ

R' Efraim Birbojm

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