quarta-feira, 4 de maio de 2016

DO FUNDO DO POÇO PARA O CÉU - SHABAT SHALOM M@IL - PARASHAT ACHAREI MÓT 5776 

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DO FUNDO DO POÇO PARA O CÉU - PARASHAT ACHAREI MÓT 5776 (06 de maio de 2016) 

"Por volta do ano de 1900 havia um judeu em Jerusalém muito pobre, chamado Sr. Pessach, que se mudou para a cidade de Tzefat. Tudo o que ele tinha era um volume do Talmud com dois Tratados, Beitzá e Rosh Hashaná, que ele revisou três mil vezes. Depois que ele faleceu, sua família decidiu escrever este fato em sua lápide, para que as pessoas que visitassem seu túmulo vissem o que é o amor verdadeiro pelo estudo da Torá.
 
Mais de cem anos depois, um garoto de dezesseis anos chamado David (nome fictício) estava tendo problemas na Yeshivá. Ele simplesmente não conseguia entender o Talmud e não conseguia se concentrar nas aulas. Sem se aconselhar com ninguém, David decidiu abandonar a Yeshivá. Infelizmente, depois disso ele começou a andar com um grupo de rapazes de má índole, e os amigos da Yeshivá ficaram sem escutar notícias dele por um bom tempo.
 
Porém, certo dia, cerca de seis meses depois, David ressurgiu de repente na Yeshivá. Sentou-se na sua mesa, abriu seu livro do Talmud e começou a estudar com fervor, como se houvesse fogo dentro dele. O Rosh Yeshivá (Diretor espiritual), curioso, aproximou-se dele e perguntou:
 
- David, o que aconteceu com você? Sinceramente, eu achei que não te veria nunca mais na Yeshivá. O que te fez voltar, e com tanto fervor?
 
- Rav, eu vou te contar - respondeu David - Quando eu saí da Yeshivá, me envolvi com um grupo de amigos que eram uma péssima influência. Eles não levavam a vida a sério, estavam sempre com bebidas e drogas, se envolviam em pequenos furtos e ficavam vagando sem destino. Nós saímos de Jerusalém e fomos para Tel Aviv, depois para Netanya, e para várias outras cidades, dormindo em bancos de praça e em albergues. Nossa vida era completamente vazia e sem sentido, ninguém naquele grupo tinha qualquer objetivo na vida. Um dia chegamos à cidade de Tzefat e, quando estávamos vagando por um velho cemitério, uma das lápides chamou minha atenção. A inscrição dizia: "Aqui jaz o Sr. Pessach, que revisou os Tratados de Beitzá e Rosh Hashaná três mil vezes". Foi um grande choque para mim, pois pensei: "Enquanto eu estou vivendo uma vida completamente vazia e sem sentido, há pessoas que realmente levam a vida a sério". Eu odiei tanto continuar naquela vida vazia e sem sentido que decidi voltar para a Yeshivá, com uma vontade renovada, e desta vez eu garanto que não vou mais embora" (História Real)
 
Muitas pessoas acabam, em algum momento da vida, se questionando sobre viver sem sentido. Algumas tomam atitudes e mudam, outras infelizmente ficam apenas nos questionamentos.

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A Parashat desta semana, Acharei Mót (que literalmente significa "Depois da morte"), descreve todos os serviços que o Cohen Gadol (Sumo Sacerdote) fazia no Beit Hamikdash (Templo Sagrado) no dia mais sagrado do ano, Yom Kipur, o "Dia da Expiação" do povo judeu. Além disso, a Parashat também traz uma lista de vários tipos de relacionamentos íntimos proibidos, muitos que implicavam até mesmo em pena de morte. Porém, antes de listar os relacionamentos proibidos, a Torá faz uma interessante introdução: "Não façam as práticas da terra do Egito, na qual vocês moraram; e não façam as práticas da terra de Knaan, para onde Eu trago vocês" (Vayikrá 18:3). Rashi (França, 1040 - 1105) explica que os egípcios e os habitantes de Knaan eram as nações moralmente mais decadentes da face da Terra. E, em especial, as regiões onde os judeus moravam eram as piores e mais corrompidas de todas. Sabemos que não existem coincidências, então por que D'us intencionalmente colocou o povo judeu em lugares tão corrompidos e moralmente degradados?
 
Responde o Rav Eliyahu Dessler zt"l (Império Russo, 1892 - Israel, 1953) que deste ensinamento podemos aprender algo muito importante sobre como reagir às más influências dos ambientes onde vivemos. Normalmente somos fortemente influenciados pela sociedade na qual vivemos, e quando esta sociedade fica repleta de pessoas com má índole, mesmo as boas pessoas acabam recebendo influências negativas. Porém, se a pessoa é forte o suficiente para superar estas más influências, não permitindo que elas afetem seus valores morais, então acontece algo incrível: estas más influências podem até mesmo ajudá-la a fortalecer sua espiritualidade e seu serviço Divino. Mas como pode ser que más influências podem nos deixar espiritualmente mais fortes?
 
Tudo o que D'us faz no mundo material nos ensina algo sobre o mundo espiritual. Por exemplo, como funcionam as vacinas, que nos protegem de vários tipos de doenças? No processo de imunização, a vacina injeta no corpo da pessoa os próprios vírus e bactérias que causam certas doenças, mas já mortos ou enfraquecidos. O nosso sistema imunológico, ao perceber a presença destes "corpos estranhos", produz anticorpos, um verdadeiro "exército de proteção" contra estes vírus e bactérias. A partir do momento em que o corpo produziu os anticorpos, mesmo que o vírus e a bactéria entrem na pessoa, são facilmente combatidos e não conseguem infectá-la. Isto quer dizer que o princípio ativo da vacina é justamente utilizar a doença para produzir uma pessoa mais forte e saudável.

Este mesmo princípio pode se aplicar em nossa espiritualidade. Explica o Rav Dessler que quando a pessoa vê em volta de si um ambiente negativo e consegue vencer as más-influências, o mal se torna ainda mais repugnante aos seus olhos, pois ela consegue alcançar um reconhecimento mais profundo das falhas e defeitos da sociedade onde vive, permitindo que ela se fortaleça ainda mais em sua apreciação do bem. Isto explica o movimento tão forte dos "Baalei Teshuvá", pessoas que abandonaram vidas seculares e se conectaram aos valores milenares da Torá. Normalmente os "Baalei Teshuvá" são pessoas que enxergaram que estavam vivendo em sociedades sem objetivos e sem sentido, e cuja moralidade se degradava diante dos seus olhos em uma velocidade impressionante. E é justamente por terem enxergado este lado tão baixo da sociedade que os "Baalei Teshuvá" acabam se tornando "militantes" na tentativa de ajudar outras pessoas a despertarem do sono espiritual e começarem a viver uma vida com mais sentido e moralidade.
 
Isto quer dizer que D'us intencionalmente colocou o povo judeu no Egito, um lugar moralmente degradado e baixo, para que os judeus pudessem desenvolver um profundo ódio por toda aquela impureza. De acordo com o Rav Dessler, a repugnância que eles desenvolveram pela impureza espiritual do Egito, mais do que os sofrimentos físicos, foi o que verdadeiramente motivou os judeus a gritarem para que D'us os libertasse daquele lugar terrível. E foi justamente esta repugnância que permitiu que eles crescessem espiritualmente de maneira tão intensa e rápida, saindo do nível 49 de impureza e atingindo, em pouco tempo, o nível de santidade necessária para poderem receber a Torá no Monte Sinai. Se eles estivessem em um ambiente menos imoral, não teriam sido capazes de crescer tanto e de maneira tão rápida.
 
Isto também explica por que o povo judeu teve que ir para uma terra igualmente repugnante. Parte do plano de D'us era que o povo judeu visse o comportamento completamente imoral dos habitantes da terra de Knaan e desenvolvesse uma aversão ao mal, o que elevaria sua apreciação pela moralidade contida na Torá. Obviamente os judeus tinham o livre arbítrio, isto é, podiam tanto rejeitar completamente os maus hábitos dos habitantes de Knaan quanto aceitá-los como vizinhos e, com isso, serem influenciados de forma negativa. Infelizmente a história nos ensina que eles não destruíram completamente seus vizinhos e, com o tempo, acabaram sendo influenciados de forma negativa por eles. É justamente o mesmo teste que cada um de nós passa na vida: aceitar os valores imorais da sociedade e, infelizmente e sem perceber, acabar vivendo de acordo com eles, ou refutá-los completamente e enxergá-los como sendo hábitos ruins e repugnantes.
 
É por isso que vemos que, durante toda a história do povo judeu, fomos colocados por D'us em ambientes muito negativos e corrompidos, desde a época dos nossos patriarcas. Na verdade, todas as vezes que D'us queria que alguém alcançasse níveis espirituais extremamente elevados, Ele lançava esta pessoa nos ambientes mais baixos e corrompidos, para que esta pessoa pudesse aprender o quanto o mal pode ser algo baixo e negativo, e assim se fortalecer para buscar o extremo oposto, o bem absoluto.
 
Este conceito do Rav Dessler nos ajuda a entender uma passagem interessante da Hagadá de Pessach, que descreve o processo de libertação do povo judeu da terrível escravidão do Egito. No início da Hagadá mencionamos que nossos antepassados foram idólatras. Porém, como isto se conecta com a história da saída do Egito? A resposta é que justamente pelo fato de Avraham Avinu estar rodeado por tanta negatividade é que ele conseguiu chegar a um nível tão alto de santidade, a ponto de sua força espiritual nunca mais ser anulada. A redenção do Egito brotou diretamente da santidade alcançada por Avraham. Por isso mencionamos na Hagadá que nossos antepassados foram idólatras, justamente para ressaltar que o crescimento de Avraham e o incrível nível espiritual que ele chegou foi consequência direta da impureza do ambiente no qual ele vivia, e foi esta grandeza que plantou a semente da saída do Egito.
 
Ensina o Rav Yehonasan Gefen que é por isso também que a Hagadá menciona muitas más influências, que incluem nossos ancestrais idólatras, os egípcios malvados e Lavan, o arameu, conhecido por sua maldade e malandragem. Talvez a intenção dos nossos sábios que compilaram a Hagadá era despertar o nosso desgosto e aversão por comportamentos tão imorais, elevando assim nossa apreciação de D'us por ter nos salvado deles, fisicamente e espiritualmente, e por ter nos dado a Torá, nosso "Manual" de boas condutas.
 
No mundo de hoje é quase inevitável sermos "contaminados" pelas más influências. Somos bombardeados diariamente, através das notícias, dos filmes e das pessoas à nossa volta, com mensagens negativas. Comportamentos promíscuos, enganação, roubo e todos os tipos de desonestidade se banalizaram. Atualmente a exceção é ser correto e honesto. Obviamente que o mais aconselhável é nos esforçarmos para reduzir ao máximo estes tipos de influências negativas em nossas vidas. Apesar disso, devemos estar conscientes de que é impossível estarmos completamente "blindados". O ensinamento do Rav Dessler nos ajuda a ver nossa realidade de uma maneira diferente, para aprendermos a lidar com estas influências negativas, e talvez até mesmo utilizá-las para o bem. Quando observamos a decadência da sociedade ocidental, e para onde a falta de moralidade está levando a vida das pessoas, podemos melhorar nossa apreciação da beleza do estilo de vida equilibrado ensinado pela Torá. Pois quanto mais escuro, mais apreciamos o brilho de uma luz.

SHABAT SHALOM

Rav Efraim Birbojm

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quarta-feira, 27 de abril de 2016

VENCENDO AS TENTAÇÕES - SHABAT SHALOM M@IL - PESSACH II 5776. 

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VENCENDO AS TENTAÇÕES - PESSACH II 5776 (29 de abril de 2016) 

O Conde Valentine Potocki vinha de uma família nobre da Polônia. Ao viajar pelo mundo, encontrou-se com um erudito judeu estudando o Talmud (Torá Oral) e se interessou pela sabedoria milenar da Torá. Em pouco tempo ele se converteu ao judaísmo e ficou conhecido como Avraham ben Avraham, o famoso "Ger Tzedek (convertido) de Vilna". Naquela época, a Inquisição perseguia todos aqueles que abraçavam outra fé. Avraham foi aconselhado pelo Rav Eliahu zt"l (Lituânia, 1720 - 1797), mais conhecido como Gaon MiVilna, a se esconder em uma sinagoga na pequena cidade de Ilya.
 
Naquela cidade havia alguns jovens garotos judeus sem educação, que ficavam o tempo inteiro zombando de Avraham e insultando-o, chamando-o de "falso" e "farsante". Avraham escutava as ofensas em silêncio e nunca respondia de volta. Porém, um dia ele acabou perdendo a paciência e gritou com um dos garotos, ensinando-lhe a ter bons modos. O garoto ficou assustado e contou o ocorrido ao pai, obviamente sem mencionar o quanto eles haviam humilhado o homem. O pai do garoto, que tinha contato com as autoridades, ficou muito irritado e delatou Avraham aos inquisidores da Igreja, informando seu esconderijo na sinagoga. Infelizmente Avraham ben Avraham foi preso, julgado pela Inquisição e, ao se recusar a abandonar o judaísmo e voltar à sua crença anterior, foi condenado a morrer na fogueira em praça pública. No dia marcado para a execução, pouco antes de acender a fogueira, um dos monges disse para ele de maneira cínica:
 
- Não se preocupe, neste mundo nós vamos matá-lo, mas no Mundo Vindouro você poderá se vingar de nós.
 
Avraham ben Avraham tinha muita Emuná (fé) em D'us. Sem perder a tranquilidade, ele deu um sorriso e, olhando diretamente nos olhos do monge, respondeu:
 
- Você realmente acha que no Mundo Vindouro eu estarei pensando sobre esse ato insignificante de queimar o meu corpo finito? No momento em que minha alma estiver sendo exposta à verdade suprema, certamente a vingança será o pensamento mais distante da minha mente.
 
O monge ficou surpreso ao escutar aquela declaração de fé de um homem que não se abalava mesmo diante de uma morte dolorosa e terrível. Mas Avraham ben Avraham ainda não havia terminado, e acrescentou:
 
- E eu garanto que não vou descansar no Mundo Vindouro até conseguir que o homem que me delatou seja salvo do Gehinom (local onde as pessoas passam por sofrimentos espirituais após a morte, para expiar erros cometidos em vida).
 
Avraham ben Avraham morreu santificando o nome de D'us, de forma corajosa e heroica. Como muitos do povo judeu, ele conseguiu chegar ao nível de colocar a vontade de D'us na frente de suas próprias vontades, chegando a um nível mais alto até mesmo que os anjos (História Real).

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A partir do anoitecer desta quinta-feira (28/04) novamente teremos um Yom Tov, o "Shevii de Pessach" (Sétimo dia de Pessach). O primeiro dia de Pessach é Yom Tov, pois foi o dia em que o povo judeu saiu do Egito. Mas o que houve de especial no sétimo dia para que também fosse Yom Tov? Explicam os nossos sábios que, apesar de já terem saído fisicamente do Egito, os judeus ainda se sentiam escravos, incapazes de lutar contra seus opressores. A prova disso é que os egípcios voltaram a perseguir os judeus no deserto e, apesar dos judeus estarem em esmagadora maioria, eles ainda não conseguiam se levantar contra seus opressores. Vendo-se diante do Mar Vermelho, intransponível, e perseguidos pelos egípcios, os judeus gritaram desesperadamente para D'us. Era o sétimo dia depois da saída do Egito, e neste dia aconteceu o incrível milagre da abertura do Mar Vermelho, permitindo a passagem do povo judeu em terra firme. Mesmo vendo aquele incrível milagre, os egípcios continuaram perseguindo os judeus até dentro do mar, até que as águas fecharam-se sobre os egípcios, matando-os. Os judeus somente se sentiram seguros e livres de verdade quando viram na praia o corpo dos seus opressores. A escravidão havia acabado de vez.
 
Pessach é a festa do agradecimento e do louvor a D'us por todas as bondades e milagres que Ele fez, nos libertando fisicamente e espiritualmente do Egito. Durante todos os dias de Pessach recitamos o Halel, que é composto por diversos capítulos de Tehilim (Salmos) que trazem louvores a D'us. Em um dos Tehilim está escrito: "Quando o povo judeu saiu do Egito... O mar viu e fugiu" (Salmos 114:1,3). Segundo nossos sábios, este versículo refere-se à abertura do Mar Vermelho. Mas o que fez o mar "fugir", isto é, se abrir? Explica o Midrash (parte da Torá Oral) que o mar se abriu ao ver Moshé carregando o caixão de Yossef. Mas por que Moshé estava carregando o caixão de Yossef?
 
Yossef, filho do nosso patriarca Yaacov, após ter sido vendido como escravo, acabou tornando-se o vice-rei do Egito e conseguiu salvar toda a sua família da terrível fome que também atingiu a terra de Israel. Yossef já sabia que o povo judeu permaneceria por muitos anos no Egito, mas que um dia voltariam para Israel. Antes de falecer, Yossef pediu para que os judeus prometessem que, quando saíssem do Egito, levassem seu corpo para ser enterrado em Israel. No momento em que finalmente saíram do Egito, enquanto o povo judeu inteiro estava preocupado em pedir aos egípcios ouro e prata, para sair  com riquezas, Moshé estava preocupado em cumprir a promessa e se ocupou pessoalmente em pegar o caixão de Yossef, como disse o mais sábio de todos os homens, Shlomo HaMelech (Rei Salomão): "Aquele que é sábio no coração pega Mitzvót" (Mishlei 10:8).
 
Porém, se D'us havia ordenado ao mar que abrisse suas águas para permitir a passagem do povo judeu, então por que foi necessário que o mar visse o caixão de Yossef? Não era suficiente a ordem do Criador do Universo? Responde o Rav Yaacov Naiman zt"l (Bielorússia, 1909 - EUA, 2009) que se D'us realmente tivesse ordenado ao mar que se abrisse, certamente o mar teria cumprido imediatamente a vontade de D'us e não haveria necessidade de nenhum outro elemento externo. Mas neste caso D'us não havia ordenado nada diretamente ao mar, e sim havia pedido para Moshé: "Levante seu cajado, estenda sua mão ao mar e abra-o" (Shemot 14:16). Isto quer dizer que não foi D'us que ordenou diretamente ao mar que se abrisse, e sim Moshé que deveria ordenar. Mas com que força Moshé poderia fazer algo tão incrível?
 
Podemos aprender regras espirituais importantes prestando atenção nos pequenos detalhes do cotidiano. Por exemplo, o que podemos aprender de um simples jogo de damas? Em primeiro lugar, aprendemos que somente podemos ir para frente, nunca para trás. Também aprendemos que não podemos saltar casas, apenas caminhar uma de cada vez. Mas há uma regra ainda mais interessante no jogo de damas: quando você chega ao outro lado do tabuleiro e faz uma dama, as regras anteriores já não se aplicam mais. A peça pode se movimentar em qualquer direção e saltar quantas casas quiser.
 
Explica o Rav Naiman que o mesmo se aplica em nossas vidas. O mundo material foi criado com certas leis físicas que se aplicam a todos os seres humano. Porém, a pessoa que é um Tzadik (Justo), isto é, que se elevou ao se comportar de uma maneira exemplar, quebrando suas próprias vontades para cumprir a vontade de D'us, torna-se um sócio de D'us na Criação do Universo. O Tzadik tem o poder de ordenar ao mar que ele se abra, não apenas como um intermediário de D'us, mas pelo seu próprio potencial alcançado. Ao se elevar e se conectar de uma maneira especial com D'us, ele adquire o poder de mudar as leis da natureza, como afirma o Talmud (Moed Katan 16b) que quando um Tzadik decreta, D'us cumpre. Foi baseado nisso que D'us pediu a Moshé que ordenasse ao mar que se abrisse para a passagem do povo judeu. Porém, apenas a ordem de Moshé não foi suficiente, pois de acordo com o Midrash o mar argumentou: "É verdade que ele cumpre a vontade de D'us, mas eu também cumpro, então por que eu deveria escutá-lo?". Somente quando o mar viu o caixão de Yossef e percebeu a verdadeira grandeza do ser humano é que ele se rendeu e escutou a ordem de Moshé.
 
Cada um dos nossos antepassados que se destacaram recebeu um "apelido", que descreve a área em que ele se destacou. Por exemplo, nossos patriarcas são chamados de "Avinu" (nosso pai), pois deles herdamos a nossa "genética espiritual". Moshé é chamado de "Rabeinu" (nosso mestre), pois dele recebemos a Torá. Yossef é chamado de "Tzadik" (Justo). Por que? Pois ele era um homem extremamente rico, poderoso e bonito. Tinha o Egito inteiro aos seus pés, a ponto das mulheres egípcias subirem nos muros da cidade para vê-lo passar, e mesmo assim ele teve autocontrole e nunca se corrompeu. Porém, seu maior teste aconteceu quando ele ainda era um simples escravo do Potifar, um dos ministros do Faraó. A esposa de Potifar, encantada com a beleza de Yossef, por diversas vezes tentou seduzi-lo, mas Yossef conseguiu resistir. O teste foi extremamente difícil, pois ela era uma mulher muito atraente e persistente, e causava tentações diárias a Yossef. Um dia ela perdeu a paciência com as constantes recusas de Yossef e agarrou-o pela roupa. Yossef sabia que era mais forte que ela e que poderia facilmente lutar e se soltar, mas teve medo de ser vencido pelo seu Yetzer Hará (má inclinação) se continuasse perto dela por mais alguns instantes. Ele preferiu deixar seu casaco nas mãos dela e fugir da tentação, apesar de saber das possíveis consequências do seu ato. E como ele temia, aquele casaco foi usado como prova da culpa de Yossef em uma falsa acusação feita pela esposa do Potifar contra ele, o que lhe custou 12 anos na prisão.
 
É por isso que o Midrash disse que o mar fugiu quando viu o caixão de Yossef. Da mesma forma que Yossef fugiu da transgressão, de forma heroica, vencendo seus próprios desejos para cumprir a vontade de D'us, assim também o mar "fugiu", isto é, se rendeu diante de Yossef HaTzadik e abriu suas águas. Quando uma pessoa passa por testes difíceis e consegue vencer, ela se eleva a um nível acima até mesmo dos anjos. Diante da grandeza de Yossef, o mar entendeu que não podia ir contra a vontade dos Tzadikim, que passam por testes e conseguem vencê-los.
 
A Festa de Pessach é chamada de "Zman Cheruteinu" (A época da nossa liberdade). Não apenas a liberdade física da saída do Egito, mas também a liberdade espiritual. A palavra "Egito", em hebraico, é "Mitzraim", e vem da mesma raiz de "Metzarim", que significa "limitações". Sair do Egito significou sair de tudo o que nos limita e nos prende às regras do mundo material. Através das Mitzvót, que nos ajudam a desenvolver nosso autocontrole, podemos nos elevar acima dos anjos e controlar até mesmo as forças da natureza.
 
Passamos na vida por muitos testes difíceis. Há duas maneiras de reagir às dificuldades: podemos reclamar da vida e questionar D'us, ou podemos entender que cada teste é uma oportunidade de crescimento. Com cada teste podemos nos elevar e nos libertar dos desejos e vontades que nos aprisionam. Os anjos e o restante de toda a criação fazem a vontade de D'us, mas eles não têm livre arbítrio e não passam por testes. Quando passamos por testes e vencemos, nos elevamos acima de todas as criaturas, inclusive dos anjos. O mundo é sustentado pelos Tzadikim, que conseguem deixar de lado suas vontades e desejos para cumprir a vontade de D'us, mesmo quando é difícil e os desejos parecem ser tentadores.

SHABAT SHALOM e PESSACH KASHER VÊ SAMEACH

Rav Efraim Birbojm

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Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) de: Avraham ben Ytzchak, Joyce bat Ivonne, Feiga bat Guedalia, Chana bat Dov, Kalo (Korin) bat Sinyoru (Eugeni), Leica bat Rivka, Guershon Yossef ben Pinchas; Dovid ben Eliezer, Reizel bat Beile Zelde, Yossef ben Levi, Eliezer ben Mendel, Menachem Mendel ben Myriam, Ytzhak ben Avraham, Mordechai ben Schmuel, Feigue bat Ida, Sara bat Rachel, Perla bat Chana, Moshé (Maurício) ben Leon, Reizel bat Chaya Sarah Breindl; Hylel ben Shmuel; David ben Bentzion Dov, Yacov ben Dvora; Moussa HaCohen ben Gamilla, Naum ben Tube (Tereza); Naum ben Usher Zelig; Laia bat Morkdka Nuchym; Rachel bat Lulu; Yaacov ben Zequie; Moshe Chaim ben Linda; Mordechai ben Avraham; Chaim ben Rachel; Beila bat Yacov; Itzchak ben Abe; Eliezer ben Arieh; Yaacov ben Sara, Mazal bat Dvóra, Pinchas Ben Chaia, Messoda (Mercedes) bat Orovida, Avraham ben Simchá, Bela bat Moshe, Moshe Leib ben Isser, Miriam bat Tzvi, Moises ben Victoria, Adela bat Estrella, Avraham Alberto ben Adela, Judith bat Miriam, Sara bat Efraim, Shirley bat Adolpho, Hunne ben Chaim, Zacharia ben Ytzchak, Aharon bem Chaim, Taube bat Avraham, Yaacok Yehuda ben Schepsl, Dvoire bat Moshé, Shalom ben Messod, Yossef Chaim ben Avraham, Tzvi ben Baruch, Gitl bat Abraham, Akiva ben Mordechai, Refael Mordechai ben Leon (Yehudá), Moshe ben Arie, Chaike bat Itzhak, Viki bat Moshe, Dvora bat Moshé, Chaya Perl bat Ethel, Beila Masha bat Moshe Ela, Sheitl bas Iudl, Boruch Zindel ben Herchel Tzvi, Moshe Ela ben Avraham, Chaia Sara bat Avraham, Ester bat Baruch, Baruch ben Tzvi, Renée bat Pauline, Menia bat Toube, Avraham ben Yossef, Zelda bat Mechel, Pinchas Elyahu ben Yaakov, Shoshana bat Chaskiel David, Ricardo ben Diana, Chasse bat Eliyahu Nissim, Reizel bat Eliyahu Nissim, Yossef Shalom ben Chaia Musha, Amelia bat Yacov, Chana bat Cheina, Shaul ben Yoshua, Milton ben Sami, Maria bat Srul, Yehoshua Reuven ben Moshe Eliezer, Chaia Michele bat Eni, Arie Leib ben Itschak, Chaia Ruchel bat Tsine, Malka bat Sara, Penina bat Moshe, Schmuel ben Beniamin, Chaim ben Moshe Leib, Avraham ben Meir, Shimshon ben Baruch, Yafa bat Salha, Baruch ben Yaacov, Sarita bat Miriam, Michael Ezra ben Esther, Clarice Chaia bat Israel, Moshe ben Yaacov, Dov ben Michel, Alberto ben Michel, Malaka bat Chalom, Ita bat Avraham, Meir ben Avraham, Miriam bat Iechiel, Avraham ben Meir, Shirley Mary bat Avraham Israel, Sloime Tzvi ben Pinchas, Mordechai ben Dina z"l, Ruth bat Messoda z"l, Yehudah ben Sarah z"l, Chaia Simchah bat Lea z"l.
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(Observação: para Refua Shlema deve ser enviado o nome do doente e o nome da mãe. Para Leilui Nishmat, os Sefaradim devem enviar o nome do falecido e o nome da mãe, enquanto os Ashkenazim devem enviar o nome do falecido e o nome do pai).
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