segunda-feira, 5 de setembro de 2011

SHABAT SHALOM M@IL - PARASHÁ SHOFTIM 5771

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MEDO DE QUE? - PARASHÁ SHOFTIM 5771 (02 de setembro de 2011)


“Há muitos anos o americano Allen Funt criou uma brincadeira que até hoje diverte milhares de pessoas no mundo inteiro: o “Candid Camera” (Câmera Escondida). A brincadeira consistia em esconder uma câmera e submeter pessoas comuns, que passavam pela rua, a difíceis testes, sem que soubessem que suas reações estavam sendo filmadas. Eram utilizados os mais criativos artifícios para amedrontar ou irritar as pessoas, e atores contracenavam com o desavisado pedestre. Depois que a pessoa passava pelo teste, em geral após um terrível susto ou uma explosão de irritação, o ator abraçava a “vítima”, apontava a câmera escondida e dizia “Smile, you are on Candid Camera” (Sorria, você participou do “Câmera Escondida”).


No dia 3 de fevereiro de 1969, Allen Funt estava no vôo 7 da Easter Airlines, que partiu de New Jersey com destino a Miami. O vôo transcorria tranquilo até que, uma hora após a decolagem, sequestradores foram até a cabine, renderam os pilotos e tomaram controle do avião. Pelo microfone da cabine eles anunciaram aos passageiros o sequestro e avisaram que o avião estava sendo desviado e que aterrissaria em Cuba.


No entanto, apesar da gravidade da situação, na qual os sequestradores poderiam facilmente derrubar o avião ou matar alguns passageiros para pressionar as autoridades a cumprir suas exigências, as pessoas não se sobressaltaram e não entraram em pânico. Por que? Ao verem que Allen Funt estava no vôo e conhecendo sua habilidade de “pregar peças” nas pessoas, todos pensaram que não era um seqüestro real e sim apenas mais uma piada do “Candid Camera”. Por isso todos se mantiveram tranquilos, e alguns até mesmo riram e aplaudiram, deixando os sequestradores sem entenderam a reação dos passageiros.


Provavelmente deve ter sido o único avião sequestrado na história cujos passageiros não sentiram medo. Todos tinham certeza que era uma grande brincadeira organizada por Allen Funt. Quem realmente sentiu medo foi o próprio Allen Funt, o único que sabia que o sequestro era real.


Apesar da maioria dos casos de sequestro terminar com mortos e feridos, este terminou com um final feliz. As autoridades de Cuba conseguiram resgatar com vida os passageiros do avião. Todos os envolvidos na operação de salvamento ressaltaram que o sucesso foi devido, principalmente, à reação calma dos passageiros” (História Real)

Em nossas vidas também passamos por muitos momentos de dificuldade. Certamente as consequências serão muito melhores se conseguirmos manter a calma nestes momentos difíceis.


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Na Parashá desta semana, Shoftim, a Torá nos ensina sobre algumas das particularidades das guerras de conquista da Terra de Israel. Entre vários outros detalhes, a Torá lista as pessoas que estavam isentas de ir para a frente de batalha: todo aquele que tinha construído uma casa e ainda não a havia inaugurado, todo aquele que tinha plantado um vinhedo e ainda não o havia redimido, todo aquele que tinha noivado e ainda não havia casado, e todo aquele que estava com medo. O ponto em comum entre todas estas isenções é que, pelos motivos citados acima, as pessoas estariam com outras preocupações na cabeça e, portanto, não se focariam na guerra. Esta desatenção poderia facilmente “contagiar” os outros soldados, causando uma reação em cadeia negativa e um consequente enfraquecimento do exército.


Mas de todos os motivos de isenção, a maior preocupação era certamente com a pessoa que tinha medo, pois esta poderia facilmente espalhar pânico entre os soldados e “derreter o coração” dos outros combatentes. E assim o Cohen (sacerdote), instantes antes de ir para os combates, advertia os soldados sobre o medo: “Quando você sair para a guerra contra seu inimigo, e você ver o cavalo e a charrete, um povo maior do que o seu, não os tema, pois D’us, Quem te tirou do Egito, está com você” (Devarim 20:1). Nos ensina o Rabi Akiva que, se a pessoa sentisse medo mesmo depois de escutar esta garantia do Cohen de que D’us os protegeria, ele perdia seus méritos espirituais e não era merecedor de que D’us fizesse para ele nenhum milagre. Por isso ele não poderia acompanhar os outros combatentes.


Mas este conceito da Torá é difícil de ser entendido. O medo é um sentimento natural do ser humano. Tememos tudo o que é incerto ou o que é uma ameaça à nossa integridade física ou psicológica. Principalmente tememos a morte quando passamos por situações de risco. Como a Torá esperava que as pessoas não tivessem medo durante a guerra, principalmente quando elas viam que estavam prestes a lutar contra um povo bem equipado e com vantagem numérica?


A pergunta fica ainda mais difícil ao estudarmos um dos ensinamentos de Shlomo Hamelech (Rei Salomão), o mais sábio de todos os homens: “Bem afortunado é aquele que tem medo sempre” (Mishlei - Provérbios 28:14). Se o medo é algo tão negativo, por que Shlomo Hamelech ensina que é feliz quem tem medo sempre? E mesmo se o medo fosse algo positivo, como uma pessoa poderia viver constantemente com medo? Mesmo durante os bons momentos ela deveria sentir medo?


A resposta é que temos uma visão equivocada do que significa medo. Associamos sempre o medo a um sentimento negativo, que nos paralisa e nos desnorteia. Achamos que o único medo que existe é aquele que sentimos ao assistir um filme de terror ou de suspense. Mas a verdade é que existem dois tipos de medo, completamente diferentes. Um medo é realmente negativo, pois nos paralisa e nos afasta do nosso propósito, mas o outro tipo de medo é positivo, pois nos dá a motivação necessária para crescer espiritualmente e chegar ao topo. Explica o Talmud (Brachót 60a) que assim podemos explicar a contradição entre os versículos da Torá e de Mishlei, pois eles estão falando sobre dois tipos de medo diferentes. A Torá fala do medo negativo, que deve ser banido, enquanto Shlomo Hamelech fala do medo positivo, que deve ser cultivado sempre.


O medo negativo, que a Torá adverte e até mesmo isenta a pessoa de ir para a guerra, é consequência da falta de Emuná (fé). Ele nos atinge quando esquecemos de que há Alguém que sabe tudo, controla tudo e faz tudo pelo nosso próprio bem. Portanto, quanto mais a pessoa está afastada de D’us, maior o medo e a insegurança que sente nos momentos de dificuldade e perigo.


Já o medo positivo e desejável, ao contrário, é uma consequência do verdadeiro amor e temor a D’us. Quando fazemos qualquer ato neste mundo, influenciamos nossa eternidade. Quando fazemos bons atos, como respeitar ou ajudar ao próximo, estamos nos comportando como D’us, cuja essência é a bondade ilimitada e, consequentemente, nos aproximamos um pouco mais Dele. Mas quando fazemos atos de maldade, como prejudicar, roubar ou ofender outras pessoas, estamos nos comportando ao contrário de D’us e, consequentemente, nos afastamos um pouco mais Dele.


A pessoa que realmente ama e teme a D’us coloca em seu coração a vontade de se conectar cada vez mais com Ele. Por isso, aquele que sabe que cada Mitzvá o aproximará um pouco mais de D’us por toda a eternidade, não quer perder nenhuma oportunidade. Mesmo durante os bons momentos, a pessoa tem medo de perder alguma chance de fazer algum bom ato ou ajudar alguém. É este o motivo pelo qual vemos pessoas que dedicam suas vidas a ajudar aos outros, pensando sempre em como suprir as necessidades de seu semelhante. É impressionante a quantidade de “Guemachim” (instituições de caridade) que existem em Israel, preocupadas desde doar comida aos necessitados até suprir as menores necessidades das pessoas, ajudando proativamente em qualquer tipo de dificuldade.


Portanto, o medo que é resultado do amor e temor a D’us é algo muito positivo, pois nos incentiva a crescer e a melhorar cada vez mais. Devemos constantemente trabalhar em nosso coração a vontade de fazer o bem e o medo de perder oportunidades de crescimento. Já o medo que é resultado de uma falta de Emuná deve ser eliminado, pois é um medo que nos paralisa, nos prejudica e nos faz perder oportunidades. Mas afinal, há como melhorar nossa Emuná? Há como chegar ao nível de não sofrer ou sentir medo em situações de grande stress e dificuldade?


Por que uma pessoa que participa de um programa de “Câmera Escondida” tem reações tão fortes de medo ou de raiva ao serem expostos a um perigo ou a uma situação de stress? Pois ela não sabe que está sendo filmada e que tudo aquilo é apenas uma ilusão criada pelo diretor do programa para ver como a pessoa reage. Se uma pessoa fosse avisada com antecedência de que, ao virar a esquina, aconteceria alguma situação difícil, mas que na verdade era tudo uma “armação” para que a pessoa aparecesse em uma câmera escondida, ela não ficaria tranqüila e até mesmo se divertiria?


Esta é a maneira de como devemos viver nossas vidas para melhorar a nossa Emuná. Devemos colocar em nossos corações a certeza de que D’us não apenas acompanha tudo o que ocorre, mas é Ele quem cria todas as situações pelas quais passamos, e tudo apenas para o nosso bem. Muitas vezes Ele nos testa, mas para nos fazer o bem, pois a cada teste que vencemos nos elevamos espiritualmente e nos conectamos um pouco mais a Ele. Portanto, cada dificuldade é uma oportunidade de crescimento. Vivendo com a certeza de que tudo o que acontece faz parte dos planos de D’us, podemos vencer nossas dificuldades com facilidade, sem medo ou sofrimento.


Portanto, toda vez que estivermos passando por uma dificuldade, ao invés de reclamar ou desanimar, devemos olhar para cima e sorrir, pois estamos sendo filmados.


“SHETICATEV VETECHATEM BESSEFER CHAIM TOVIM” (QUE SEJAMOS INSCRITOS E SELADOS NO LIVRO DA VIDA).


SHABAT SHALOM


R’ Efraim Birbojm

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

SHABAT SHALOM M@IL - PARASHÁ REÊ 5771

BS"D

 

SORRINDO PARA A VIDA - PARASHÁ REÊ 5771 (26 de agosto de 2011)

 

"Shlomo Klein (nome fictício) trabalhava em um enorme frigorífico na Noruega. No final do dia ele entrou em um dos congeladores para fazer uma inspeção de rotina. A porta do congelador escorregou, desprendeu-se da trava de segurança e fechou, deixando Shlomo trancado. Ele tentou bater na porta e gritar, mas sem sucesso. A maioria dos trabalhadores já tinha ido para casa e o som era abafado pelo grosso revestimento do congelador.

 

Shlomo ficou ali trancado durante cinco horas intermináveis. O frio começou a ficar insuportável, seu corpo tremia e ele se aproximava de um estado de hipotermia. A morte era apenas uma questão de tempo e ele já não tinha mais esperanças de ser salvo. De repente, a porta do congelador se abriu. O porteiro colocou a cabeça para dentro, procurando algo. Ao ver Shlomo quase congelado, veio rapidamente em seu socorro e conseguiu salvar sua vida.

 

A história ficou famosa e o porteiro tornou-se um herói. Foi até mesmo convidado para dar uma entrevista na televisão. Ao ser questionado por que pensou em abrir a porta do congelador, já que não fazia parte de sua rotina de trabalho, ele explicou:

 

- Eu trabalho nesta empresa há 35 anos. Centenas de trabalhadores entram e saem desta fábrica todos os dias. Porém, este judeu é o único que diz "Bom Dia" para mim quando chega de manhã e "Boa noite" no final do dia, quando ele sai. Todos os outros trabalhadores tratam-me como se eu fosse invisível.

 

Hoje - continuou o porteiro - ele disse "Bom dia" quando chegou, mas eu não escutei nenhum "Boa noite". Por que isso me chamou a atenção? Pois eu espero seu "Bom dia" e seu "Boa noite" todos os dias. Portanto eu tinha certeza que não havia escutado seu "Boa noite" naquele dia. Como todas as luzes estavam apagadas e não havia mais ninguém na fábrica, imaginei que algo ruim pudesse ter acontecido. Então eu o procurei por toda a fábrica e o encontrei, a tempo de salvá-lo, dentro do congelador" (História Real)

 

Pode parecer algo simples, mas há pessoas que esperam o dia inteiro apenas para escutar um "Bom dia" e um "Boa noite". E elas podem estar bem perto de você.

 

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A Parashá desta semana, Reê, trata, entre outros assuntos, de um tema central no judaísmo: a Tzedaká (caridade). E assim está escrito: "Abra sua mão para ele (um homem pobre), você deve emprestar o que ele necessita, qualquer coisa que falte para ele... Você deve certamente doar para ele, e você não deve se sentir mal em seu coração quando doar para ele, pois como recompensa disso D'us te abençoará em todos os seus atos e todos os seus empreendimentos" (Devarim 15:8,10). Mas destes versículos ficam algumas perguntas. O que nos ensina a linguagem "Abra sua mão"? Por que a Torá não diz simplesmente "Doe"? E além disso, por que a Torá se importa como nosso sentimento no momento de doar algo, ressaltando que não devemos nos sentir mal? O que importa não é apenas doar ao pobre o que ele necessita?

 

O Gaon Mi Vilna, baseado em ensinamentos do Talmud (Baba Batra 9b), nos diz algo impressionante sobre a Mitzvá de Tzedaká. Uma pessoa que dá uma pequena quantia de dinheiro para um pobre recebe 6 Brachót (Bençãos), enquanto alguém que conversa de maneira amigável enquanto dá a mesma quantia recebe outras 11 Brachót adicionais. Mas o que isto quer dizer? Certamente é um comportamento desejável e bonito ser amigável com um pobre, mas por que isto merece quase o dobro de Brachót do que dar ao pobre o dinheiro que ele desesperadamente necessita?

 

A mesma dificuldade encontramos em outro ensinamento dos nossos sábios. Em "Avót de Rabbi Natan" está escrito: "Se uma pessoa dá para seu amigo todos os presentes do mundo, mas o faz com uma cara mal-humorada, é considerado como se não tivesse dado nada. Mas aquele que cumprimenta seu companheiro com um rosto amigável, mesmo que ele não tenha dado nenhum presente, é considerado como se tivesse dado todos os presentes do mundo". Como entender estes ensinamentos?

 

Quando a Torá diz "abra sua mão", além do entendimento mais simples, que nos ensina a doar sem mesquinharia, quantas vezes for necessário, há um lindo ensinamento oculto nestas palavras. Quando olhamos nossa mão fechada, nossos dedos parecem ser todos iguais. Porém, quando abrimos nossa mão, vemos que os dedos são bem diferentes, alguns maiores, outros menores. Isto nos ensina que, quando vamos doar algo para alguém necessitado, não podemos doar algo "padrão", precisamos entender as necessidades específicas de cada pessoa, saber exatamente o que ela precisa receber.

 

Explica o Rav Chaim Fridlander que achamos que cumprimos nossa obrigação de ajudar ao próximo doando bens materiais. Mas a verdade é que o que as pessoas precisam de verdade não se encontra nos bens materiais. As pessoas necessitam da certeza de que existe alguém que se interessa e se preocupa com elas. Um presente é apenas um lembrete de que o doador pensou nas necessidades de seu companheiro e em como alegrá-lo. Se o presente não for acompanhado de um sentimento de calor humano, um sorriso, um rosto alegre, o propósito principal se perdeu e a pessoa não sente que é especial. E ao contrário, se a pessoa dá um sorriso verdadeiro para seu companheiro, mesmo sem dar nenhum presente, ele está dando o que a pessoa realmente precisa: o desejo de se sentir cuidado e querido. Portanto, mostrar interesse por alguém é um ato de bondade maior do que dar Tzadaká, e por isso recebe mais Brachót.  

 

Além disso, nos ensina o Saba Mi Kelem que a Mitzvá de Tzedaká tem uma particularidade: ela não se cumpre apenas com o ato de doar, pois o propósito da Mitzvá de Tzedaká é fazer com que o doador ame ao próximo. Portanto, aquele que dá uma Tzedaká mas não sente a dor do próximo e não sofre junto com ele não cumpriu a Mitzvá de forma completa. Quando doamos algo junto com um sorriso ou um abraço, estamos participamos do sofrimento do próximo e dando para ele mais do que algumas moedas. Estamos dando para ele uma esperança de vida.

 

Nos ensina o Talmud que certa vez um rabino se encontrou com Eliahu Hanavi em um mercado e perguntou se havia alguém ali que já tinha méritos para receber vida eterna no Mundo Vindouro. Eliahu Hanavi apontou para duas pessoas que, apesar de cumprirem as Mitzvót da Torá, não eram os que recebiam sobre si as maiores rigorosidades. Curioso, o rabino questionou as duas pessoas para saber o que elas faziam de especial. Elas responderam que dedicavam seu tempo para alegrar pessoas que estavam tristes. A tristeza é algo que aproxima a pessoa da morte, como acontece com pessoas depressivas, que se suicidam ou morrem de desgosto. Portanto, aquele que traz de volta a alegria para uma pessoa que estava triste é como se tivesse devolvido a vida para ela. Então D'us se comporta "Midá Kenegued Midá" (medida por medida) com esta pessoa. Da mesma forma que a pessoa deu ao próximo vida, então D'us dá para ela como recompensa a vida eterna.

 

Se este ensinamento já era importante na época do Talmud, mais ainda se aplica nos nossos dias. Por que vemos tantas pessoas infelizes? Por que tantos jovens, que tem tudo o que o mundo material pode oferecer, se afundam em depressões? Pois atualmente ninguém tem tempo de prestar atenção nos outros. Estamos sempre tão focados nos nossos estudos ou no nosso trabalho que tratamos os outros como se fossem invisíveis. Principalmente pessoas mais simples, como motoristas de taxi, garis ou porteiros. As pessoas podem viver rodeadas de gente, mas se sentem cada vez mais sozinhas. Um pouco de atenção, um sorriso e uma palavra amiga podem mudar a vida de alguém.

 

Bons presentes às vezes podem custar muito caro. Mas um sorriso, o melhor de todos os presentes, é de graça. Por isso, não temos nenhuma desculpa para não passar o dia inteiro sorrindo para os outros.

 

"Para franzir a testa, utilizamos 32 músculos. Para sorrir, utilizamos apenas 28. Portanto, sorria, nem que seja por economia"

 

SHABAT SHALOM

 

R' Efraim Birbojm

 

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Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) dos meus queridos e saudosos avós, Meir ben Eliezer Baruch Z"L e Shandla bat Hersh Mendel, que nos inspiraram a manter e a amar o judaísmo, não apenas como uma idéia bonita, mas como algo para ser vivido no dia-a-dia. Que possam ter um merecido descanso eterno.

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Para inscrever ou retirar nomes da lista, para indicar nomes de pessoas doentes ou Leilui Nishmat (elevação da alma), e para comentar, dar sugestões, fazer críticas ou perguntas sobre o E-mail de Shabat,favor mandar um E-mail para ravefraimbirbojm@gmail.com

 

(Observação: para Refua Shlema deve ser enviado o nome da mãe, mas para Leilui Nishmat deve ser enviado o nome do pai).


sexta-feira, 19 de agosto de 2011

SHABAT SHALOM M@IL - PARASHÁ EKEV 5771

BS"D
 
ENTENDENDO A MENSAGEM - PARASHÁ EKEV 5771 (19 de agosto de 2011)
 
"O Rav Avraham Grodzinski, que chegou a ser o Mashguiach (líder espiritual) da Yeshivá de Slobodka, era um grande erudito de Torá desde muito jovem. Aos 17 anos ele começou a estudar na Yeshivá de Slobodka, tornando-se muito próximo do Rosh Yeshivá (Diretor), Rav Natan Tzvi Finkel. Além de se destacar nos estudos, ele era um rapaz com excelentes Midót (traços de caráter), em especial a vontade de ajudar aos outros. Desde pequeno, enquanto seus amigos iam brincar, ele acompanhava seu pai em trabalhos comunitários voluntários ou se esforçava para cumprir com perfeição a Mitzvá de Achnassat Orchim (receber convidados), pois sua casa estava constantemente cheia de convidados e visitas, em geral rabinos importantes e grandes estudiosos de Torá.
 
Foi justamente por todas estas boas qualidades que o Rav Ber Hirsch Heller, que na época era o Mashguiach da Yeshivá de Slobodka, quis casá-lo com sua filha, Chasia. Eles saíram algumas vezes para se conhecerem melhor e, como era esperado, ela ficou encantada com o rapaz. Apenas algo a incomodava demais: o Rav Grodzinski era notavelmente manco de uma das pernas. Infelizmente, por este motivo, ela desistiu de se comprometer com ele, deixando seu pai muito triste.
 
Algum tempo depois Chasia estava subindo no sótão da casa quando escorregou da escada e caiu, quebrando imediatamente a perna. Sabendo que nada ocorre por acaso, ela refletiu sobre os motivos pelos quais D'us teria mandado aquele sofrimento. O único motivo que veio em sua cabeça foi a tristeza que havia causado ao pai por ter desistido de se casar com o Rav Avraham Grodzinki, um rapaz com tanto potencial e tão boas Midót. Ficou arrepiada ao notar que havia quebrado justamente a mesma perna que ele mancava.
 
Arrependida de sua decisão equivocada, ele comunicou ao pai que gostaria se comprometer com o Rav Avraham Grodzinski, trazendo muita alegria para ambas as famílias. Após algum tempo eles finalmente se casaram e construíram uma casa com muita Torá e muito Chessed (bondade), cujas portas estavam sempre abertas para qualquer necessitado"
 
D'us está constantemente nos mandando "recados". Será que estamos "sintonizados" para escutar e entender o que Ele nos diz?
 
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Na Parashá desta semana, Ekev, Moshé continuou seu discurso de despedida, enfatizando ao povo judeu a necessidade de reforçar a Emuná (fé) no momento em eles estavam prestes a entrar na Terra de Israel. Por que ele sentiu a necessidade de reforçar a Emuná do povo justamente neste momento? Pois o decreto de permanecer 40 anos vagando no deserto foi consequência justamente da falta de Emuná. Como o povo havia passado por muitos sofrimentos e dificuldades, principalmente após alguns erros graves cometidos e os conseqüentes castigos recebidos, Moshé tentou encorajá-los e motivá-los, como está escrito: "E você deve saber em seu coração que, da mesma forma que um pai castiga seu filho, assim D'us castiga vocês" (Devarim 8:5). Que ensinamento Moshé quis transmitir ao comparar os castigos de D'us com a forma como um pai castiga seu filho?
 
O primeiro ponto é que um pai só castiga seu filho por amor e pelo seu crescimento. O pai sofre quando precisa castigar seu filho, mas sabe que o castigo é importante para que ele não continue nos caminhos errados. D'us também nos manda sofrimentos somente por amor e para o nosso próprio benefício. D'us tem controle sobre todo o universo, não há nada que Ele não possa fazer. Portanto, quando chega sobre nós alguma dificuldade, certamente esta é a vontade de D'us. Por isso, sempre que estivermos em um momento doloroso ou passando por uma dificuldade, mesmo quando não conseguimos entender racionalmente porque estamos passando por isso, precisamos ter a certeza de que D'us está fazendo por bondade infinita. D'us não foi obrigado a criar o mundo, Ele criou apenas por bondade e nos mantém vivos por bondade. Portanto, entendemos de maneira lógica que também os sofrimentos são baseados na Sua característica de bondade.
 
Mas há outro ponto importante que podemos aprender da comparação dos castigos de D'us com os castigos de um pai. Toda vez que o filho comete um erro, o pai tenta conversar. Se a conversa não resolve, o pai dá uma bronca. Se mesmo assim a bronca não funciona, então o pai castiga o filho. De que forma o pai castiga seu filho? De maneira que o filho entenda seu erro e o corrija. Se o filho não aprender nada com o castigo e voltar a errar, é sinal de que o castigo não atingiu seu objetivo. Este é também um dos principais propósitos pelo qual D'us nos castiga: para que possamos melhorar algum aspecto do nosso comportamento e não voltar a errar.
 
Explica o Rav Avraham Grodzinski, Mashguiach da Yeshivá de Slobodka, que durante muitos séculos o povo judeu teve grandes profetas, como Moshé Rabeinu e Eliahu Hanavi. A profecia era o canal de comunicação que D'us utilizava para advertir o povo sobre os erros que estavam cometendo. Mesmo quando não eram erros grosseiros e evidentes, os profetas conseguiam investigar o coração das pessoas e apontar com precisão o que precisava ser consertado. Mas atualmente não temos mais profetas. Então como D'us se comunica conosco? Como podemos saber o que é necessário corrigir e consertar em nossos atos e características?
 
A resposta é uma das chaves mais importantes para o nosso verdadeiro crescimento espiritual: quando terminou a profecia no mundo, D'us passou a demonstrar Sua preocupação e a se comunicar conosco através dos sofrimentos. Isto quer dizer que, quando uma pessoa está passando por uma dificuldade ou sofrimento, é D'us que está comunicando, por amor, que algo em sua vida precisa ser melhorado. Portanto, o sofrimento é um grande presente de D'us, uma oportunidade de consertar nossos erros e chegar à perfeição. O Talmud explica que mesmo pequenas dificuldades, como tentar pegar duas moedas no bolso e saírem três, também são considerados sofrimentos e carregam consigo uma mensagem.
 
Mas deste ensinamento do Rav Avraham Grodzinski fica uma pergunta óbvia: quando D'us se comunicava conosco através de profecia, a mensagem era direta e facilmente entendida. Agora que Ele se comunica através dos sofrimentos, como saber exatamente qual é a mensagem e o que devemos melhorar?
 
A resposta está em um dos fundamentos do judaísmo: D'us sempre pune uma pessoa "Midá Kenegued Midá" (medida por medida), isto é, da mesma maneira que cometemos um erro assim somos castigados. A Torá está repleta de exemplos deste comportamento de D'us. Os egípcios afogavam os bebês judeus no Rio Nilo e foram afogados no Mar Vermelho. Shimshon (Sansão) pecou com seus olhos e foi castigado através da cegueira. A pessoa que transgredia falando Lashon Hará (maledicência), tentando com seu ato causar o afastamento entre as pessoas, era castigada passando uma semana isolada do resto do povo. E assim há inúmeros casos na Torá onde podemos encontrar esta marcante característica de D'us.
 
Portanto, a comunicação de D'us continua sendo direta. Pelo fato de D'us nos castigar "Midá Kenegued Midá", se pararmos para refletir ao passarmos por um sofrimento, encontraremos o que precisamos mudar. Se alguém grita conosco, provavelmente estamos sendo desrespeitosos com alguém. Se alguém nos rouba, provavelmente estamos sendo desonestos em alguma área da vida. Se queimamos a língua, provavelmente estamos falando Lashon Hará (maledicência) ou mentiras. E assim com todos os tipos de sofrimentos.
 
Quando passamos por sofrimentos, muitas vezes tentamos escapar desta reflexão, principalmente ao utilizar fatores externos para explicar as nossas dificuldades. Por exemplo, muitos acham que suas dificuldades são sempre resultado de Ain Hará (inveja). Outros imediatamente verificam as Mezuzót para certificar que estão em ordem. É verdade que existe Ain Hará, uma força espiritual que pode causar danos, e por isso devemos tomar cuidado para não despertar a inveja nos outros. É verdade que devemos verificar periodicamente nossas Mezuzót para certificar que nenhuma letra está apagada ou danificada. Mas não podemos perder o foco principal dos sofrimentos, que é a reflexão, buscar algum tipo de crescimento nos nossos atos. Não podemos esquecer que os sofrimentos são uma mensagem clara de D'us nos dizendo que devemos crescer.
 
Temos que tomar apenas o cuidado de utilizar este ensinamento apenas para nós mesmos. É uma grave transgressão ver uma pessoa sofrendo e, ao invés de ajudá-la e confortá-la, ficar tentando buscar motivos para o sofrimento dela, imaginando que transgressão grave ela pode ter cometido. Esta forma de reflexão deve ser aplicada apenas para as nossas próprias dificuldades e sofrimentos.
 
D'us não gostaria de nos mandar sofrimentos. Ele nos manda bondades o tempo inteiro para que possamos refletir e consertar nossos erros. Mas infelizmente não prestamos atenção a tudo de bom que recebemos. Um surdo pagaria milhares de dólares para voltar a escutar, mas escutamos tudo e não damos valor. Um cego daria todo seu dinheiro para ter de volta sua visão, mas enxergamos e não apreciamos. Um paralítico trocaria até seu último centavo para levantar da cadeira de rodas e andar, mas andamos e nem prestamos atenção na bondade que estamos recebendo. E pelo fato de não refletirmos e corrigirmos nossos erros através das coisas boas, D'us precisa nos mandar sofrimentos, pois isto nos balança, nos desperta e nos faz pensar na vida. Ele faz isso apenas por amor e bondade, não o amor limitado de um pai, mas um amor ilimitado que apenas D'us pode sentir por nós.
 
Quando um pai dá uma bronca ou um castigo, ele não quer que seu filho fique depressivo. Ao contrário, ele quer que seu filho utilize o ensinamento de uma maneira positiva, consertando o que estava errado. D'us nos ama muito mais do que um pai ama seu filho. Cada sofrimento é resultado de amor e uma sabedoria infinita. D'us não se revela para nós de maneira aberta neste mundo e, por isso, pode ser que sairemos daqui sem entender muitos dos sofrimentos pelos quais passamos na vida. Mas uma coisa podemos ter certeza: através dos sofrimentos D'us está se comunicando conosco, Ele está demonstrando que se importa. Ele quer nos ensinar a escutar Suas mensagens que chegam através das dificuldades para que possamos, a cada dia, nos conectar um pouco mais com Ele para toda a eternidade.
 
Shabat Shalom
 
Rav Efraim Birbojm
 
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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

SHABAT SHALOM M@IL - PARASHÁ VAETCHANAN 5771

BS"D

 

AUTOCONTROLE – PARASHÁ VAETCHANAN 5771 (12 de agosto de 2011)

 

O rabino Moshe Feinstein foi um dos maiores sábio de Torá dos Estados Unidos durante grande parte do século passado. Escreveu diversos livros, em especial sobre Halachá, a lei judaica, demonstrando um incrível conhecimento. Mas além do seu estudo, Rav Moshe, como era carinhosamente conhecido por todos, era um modelo de bondade, compaixão e preocupação com os outros. Ele conseguiu, através do estudo da Torá e do cumprimento das Mitsvót, trabalhar seu caráter pessoal em um nível quase sobre humano. Isto pode ser verificado em várias histórias contadas por seus parentes e alunos mais próximos.

 

Entre as histórias, uma nos chama a atenção pelo grande nível de autocontrole atingido pelo Rav Moshe Feinstein. Certo dia ele estava na sinagoga, concentrado nos seus estudos, fazendo anotações em sua Guemará (livro da Torá Oral). Alguém o interrompeu em certo momento e ele deixou brevemente sua mesa para resolver algo fora da sinagoga. Enquanto ele estava fora, um dos seus alunos teve curiosidade de ler as anotações que o rabino havia feito na Guemará. Mas ao se aproximar, acidentalmente ele derrubou um frasco de tinta azul sobre a Guemará do Rav Moshe Feinstein, deixando a página completamente azul.

 

O aluno entrou em pânico. Ele havia estragado a Guemará de um dos maiores rabinos da geração! Se sentiu tão envergonhado que não conseguiu nem mesmo se mover para se afastar dali. Quando o Rav Moshe Feinstein voltou para sua mesa e viu sua Guemará completamente arruinada e seu aluno paralisado de medo, abriu um grande sorriso e disse carinhosamente:

 

- Sabe que azul é a minha cor favorita? O livro ficou ainda mais bonito agora do que antes.

 

Então o Rav Moshe Feinstein sentou-se e voltou a estudar, como se nada tivesse acontecido"

 

Muitas pessoas gostariam de ter autocontrole para nunca ofender outro ser humano. Mas apenas querer não é suficiente. A única maneira de atingir níveis espirituais elevados é através de muito esforço e dedicação.

 

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Na Parashá desta semana, Vaetchanan, Moshé continuou com seu discurso de despedida. A Parashá também traz o Shemá Israel, uma das maiores expressões de Emuná (fé) do povo judeu, e a repetição dos 10 Mandamentos, que já haviam sido ensinados na Parashá Itró.

 

No final da Parashá, aprendemos a importância da transmissão da Torá aos filhos. E assim está escrito: "E quando seu filho perguntar no futuro: 'O que são os testemunhos, os estatutos e as leis que Hashem, nosso D'us, comandou a você?'. E você deve contar ao se filho: 'Nós fomos escravos do Faraó no Egito, e D'us nos tirou do Egito com mão forte... E D'us nos comandou a cumprir todos estes estatutos, e temer a D'us, para o nosso bem, todos os dias, para nos dar vida como este dia" (Devarim 6:20,21,24).

 

Mas este versículo, muito conhecido por fazer parte da Agadá de Pessach, na pergunta do filho Chacham (sábio), desperta uma pergunta. Se o filho perguntou ao pai "o que são estas Mitsvót", por que o pai respondeu "D'us nos tirou do Egito"? Por que não disse diretamente que são as leis que D'us nos comandou?

 

Uma pergunta semelhante surge ao observarmos atentamente os Mandamentos da Torá. Logo no primeiro Mandamento está escrito "Eu sou teu D'us, que te tirei da terra do Egito" (Devarim 5:6). A saída do Egito foi acompanhada de muitos milagres, mas que envolviam apenas modificações da natureza existente. Já na criação do mundo os milagres foram muito maiores, pois toda a natureza foi criada a partir do nada. Portanto, a demonstração do poder e da grandeza de D'us foi muito maior na criação do mundo do que na saída do Egito. Então por que não está escrito no primeiro Mandamento "Eu sou teu D'us, que criou o mundo"?

 

Ibn Ezra, um famoso comentarista da Torá, nos ensina que o filho não está questionando "o que são as Mitsvót", e sim "por que recebemos um jugo maior do que as outras pessoas?". Quando a Torá começa respondendo que D'us nos tirou do Egito, está nos ensinando uma importante lição: as Mitsvót foram entregues para o nosso próprio bem. Da mesma forma que D'us nos tirou do Egito por bondade, assim também o comando das Mitsvót foi uma grande bondade. D'us também preferiu associar o primeiro Mandamento à saída do Egito para nos ensinar que da mesma maneira que toda a redenção do Egito foi para o nosso benefício, assim também as Mitsvót são para o nosso próprio benefício.

 

Poderíamos pensar que a Torá se refere aos benefícios que teremos no Mundo Vindouro, onde aproveitaremos, por toda a eternidade, o prazer da proximidade de D'us. Mas explica o Sforno, comentarista da Torá, que apesar do principal benefício das Mitsvót realmente ser no Mundo Vindouro, elas também nos trazem vida neste mundo.

 

Nossos sábios utilizam muito a expressão "jugo das Mitsvót". Por que? Jugo é uma palavra utilizada para descrever a peça de madeira que fica sobre o pescoço do boi durante seu trabalho no campo. O jugo, à primeira vista, é algo negativo, que prende o boi. Mas o que aconteceria se o boi trabalhasse sem o jugo? O tempo inteiro ele se desviaria do caminho, não conseguindo fazer seu trabalho. O jugo é justamente o que mantém o boi em linha reta, ajudando-o a fazer o que ele necessita. O mesmo benefício obtemos com as Mitsvót. À primeira vista parece que elas nos prendem e nos limitam, parecem um peso sobre nossos pescoços, mas a verdade é que as Mitsvót nos ajudam a não desviar do caminho correto. As Mitzvót nos dão autocontrole, nos dão equilíbrio e estabilidade emocional. Em um mundo tão complicado, com relacionamentos humanos cada vez mais difíceis, a Torá surge como uma bóia que não nos deixa afundar. Isto explica porque a cada dia mais pessoas, por mais afastados que estejam, começam a voltar ao cumprimento das Mitsvót.

 

Estes conceitos nos ajudam a entender um difícil Midrash (parte da Torá Oral) que se refere à época da destruição do nosso Beit-Hamikdash (Templo Sagrado). Assim está escrito: "Eles pecaram duplamente, foram castigados duplamente e serão consolados duplamente" (Yalkut Eichá). O que significa que o erro, o castigo e o consolo serão em dose dupla?

 

A resposta está na explicação de Ibn Ezra de que as Mitsvót foram comandadas para o nosso próprio benefício. Por isso, quando uma pessoa comete uma transgressão, ela comete dois crimes: um é a rebeldia contra D'us, o outro é um crime contra si mesmo, por ter causado para si a perda de uma Mitzvá. Consequentemente o castigo também é em dobro: não apenas D'us castiga a pessoa pela desobediência, como um pai que castiga seu filho para discipliná-lo e fazê-lo voltar aos caminhos corretos, mas também a pessoa é castigada com a perda do benefício que receberia pela Mitzvá. E finalmente o consolo também será em dobro: um dia finalmente entenderemos o benefício real de cada Mitzvá e, além disso, enxergaremos que os castigos que D'us nos mandou também foram para o nosso bem, para nos prevenir de perdermos nossa recompensa eterna.

 

Precisamos mudar nossa forma de olhar para as Mitsvót. D'us não ganha nada quando colocamos Tefilin, fazemos uma Tefilá (reza) ou acendemos as velas de Shabat. Quem ganha somos nós mesmos, tanto neste mundo quanto no Mundo Vindouro. E o maior ganho neste mundo é o nosso autocontrole. A Torá nos ajuda a ser donos da nossa vontade, transformando o corpo material em algo espiritual. Apenas querer crescer não é suficiente, as Mitsvót nos levam a praticar e a conquistar avanços diários. Não apenas para competirmos, mas para chegarmos a ser como o Rav Moshe Feinstein, entre tantos outros grandes rabinos, que se tornaram verdadeiros campeões de bondade, sensibilidade e autocontrole.

 

Shabat Shalom

 

Rav Efraim Birbojm

 

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sexta-feira, 5 de agosto de 2011

SHABAT SHALOM M@IL - PARASHÁ DEVARIM E TISHÁ BE AV 5771

BS"D

 

NUNCA MAIS EU RECLAMO - PARASHÁ DEVARIM E TISHÁ BE AV 5771 (5 de agosto de 2011)

 

"Fernando estava no meio de uma longa e cansativa viagem. Havia começado a chover forte e, como ele viu que o tanque estava quase vazio, achou melhor parar logo em um posto de gasolina para não correr o risco de ficar parado no meio da estrada por falta de combustível em um tempo chuvoso daqueles.

 

Fernando estacionou no primeiro posto que encontrou. A tempestade havia apertado ainda mais e o vento forte fazia com que a chuva caísse sobre o frentista, deixando-o completamente ensopado enquanto ele enchia o tanque.  Confortavelmente sentado dentro de seu carro, Fernando viu o frentista trabalhando embaixo daquela chuva fria e sentiu-se mal. Mas o mais interessante é que o frentista não estava triste ou irritado. Ao contrário, ele assobiava alegremente enquanto trabalhava. Após encher o tanque, ainda se ofereceu para medir o nível do óleo e da água do radiador, mesmo embaixo daquela chuva.

 

Quando Fernando estava partindo, como que se desculpando, disse:

 

- Sinto muito que você tenha que estar aí fora com este tempo.

 

- Não se preocupe, isto não me incomoda nem um pouco – respondeu o frentista, com um sorriso no rosto.

 

- Você sempre teve este alto astral? – perguntou Fernando, curioso.

 

Na verdade não – respondeu o frentista – Eu era um jovem que tinha tudo. Estudava em uma boa faculdade, tinha um bom carro, morava com meus pais em uma bela casa e tinha muitos amigos. Mas eu não sabia dar valor para tudo o que eu tinha e estava sempre reclamando de tudo. Perdi bons amigos e diversas vezes briguei com meus pais por motivos fúteis. Foi então que eu fui convocado para lutar no Vietnã. Tive que deixar tudo para trás e viajar para um lugar estranho onde eu não conhecia ninguém. Foi lá que eu conheci o inferno. Passava dias sem comer uma refeição decente, dormindo na lama, acordando com o barulho de tiros e vendo meus colegas caindo mortos ao meu lado.

 

- Então certo dia eu cheguei ao meu limite – continuou o frentista, emocionado. Comecei a lembrar quantas coisas boas eu tinha na minha vida e nunca soubera dar valor, principalmente minha família e meus amigos. Naquele momento eu prometi a mim mesmo que, se um dia eu conseguisse sair vivo daquele inferno, eu seria tão grato a D'us que nunca mais reclamaria de nada. Uma semana depois a guerra acabou e eu fui mandado de volta para casa. E assim, desde aquele dia, nada mais me aborrece"

 

Assumir a responsabilidade por nossas atitudes é parte da construção de uma vida feliz.

 

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Nesta semana começamos o último livro da Torá, Devarim, também conhecido como "Mishnê Torá" (repetição da Torá), já que grande parte do livro recorda os acontecimentos mais importantes dos 40 anos do povo judeu no deserto. E a Parashá desta semana, Devarim, traz o discurso final de Moshé, no qual ele aproveita o momento da despedida, quando as pessoas estavam com o coração mais aberto, para fazer uma crítica construtiva sobre os graves erros cometidos pelo povo judeu.

 

Um dos erros ressaltados por Moshé nos chama a atenção pela profunda falta de sensibilidade do povo judeu. Mesmo após D'us ter garantido que a Terra de Israel era boa, o povo pediu o envio de espiões para verificá-la. As consequências foram desastrosas, pois dos 12 espiões enviados, 10 voltaram falando mal da terra, descrevendo-a como um local habitado por gigantes, sem chance de ser conquistada. Isto causou uma histeria coletiva e um choro sem motivo. Mas o mais grave foi a reclamação feita pelo povo contra D'us, como está escrito: "E vocês falaram mal em suas tendas e disseram: 'Por ódio D'us nos tirou do Egito, para nos entregar nas mãos dos Emoritas para nos destruir' " (Devarim 1:27).

 

D'us, para nos tirar do Egito, fez inúmeros milagres. Mandou as 10 pragas sobre o Egito, abriu o Mar Vermelho para que o povo judeu pudesse passar em segurança e fechou o mar para afogar os egípcios. Além disso, a própria sobrevivência no deserto foi acompanhada de milagres abertos: nuvens que guiavam e protegiam o povo dia e noite, roupas que cresciam junto com a pessoa sem se desgastarem com o tempo, o "Man" que caía do céu diariamente, entre muitos outros milagres.

 

Então surge uma grande pergunta: como pode ser que, após verem tantos milagres abertos e bondades feitas por D'us, os judeus chegaram neste nível espiritual tão baixo de não apenas negar as bondades de D'us, mas também enxergar as bondades como se tivessem sido maldades?

 

Explicam os nossos sábios que, em geral, as pessoas não "despencam" espiritualmente. Nosso Yetzer Hará (má inclinação) vai nos derrotando em pequenas batalhas e, sem percebermos, vamos caindo em queda livre. Foi isto o que aconteceu com o povo judeu. Mas o que motivou o começo da queda?

 

Nos ensina o Rabeinu Yona, em seu livro "Shaarei Teshuvá", que uma das piores características do ser humano é ser reclamão. A natureza do reclamão é estar sempre descontente e reclamando de tudo e de todos, constantemente criticando o que as pessoas fizeram ou disseram. Por sempre focar o lado negativo das coisas, o reclamão se torna uma pessoa rigorosa e intransigente. Mesmo quando alguém faz algo sem intenção, o reclamão julga o próximo para o mal e considera como se tivesse sido uma agressão intencional.

 

E o que ocorre com quem não trabalha esta terrível característica? Ao se acostumar apenas a reclamar e a procurar coisas negativas nos outros, no final o reclamão termina reclamando também daqueles que nunca fizeram nenhum mal, ou pior, reclama daqueles que somente fazem bem a ele. Ele se considera sempre como agredido e perseguido pelos outros, como se os atos errados do próximo fossem intencionais contra ele, mas na verdade ele é o agressor e o perseguidor, que machuca os outros com suas reclamações constantes. Por isso o reclamão acaba se tornando uma pessoa sozinha, pois como se torna alguém inconveniente, seus amigos e pessoas próximas se afastam dele.

 

Mas talvez a pior consequência de ser reclamão é que ele acaba se tornando um negador de bondades recebidas, ao ponto de considerar coisas boas como sendo coisas ruins, pagando o bem com o mal. Ele fica tão obcecado em exigir "justiça" que, mesmo quando alguém faz algo para o seu bem mas de uma maneira que ele não concorda, ele acaba enxergando isso como uma maldade. Por exemplo, os jovens sentem que suas mães são malvadas por não permitirem que eles voltem das festas às 5 da manhã. A mesma mãe que deu vida ao filho, que constantemente dá tudo o que ele necessita, é vista como vilã apenas por sua decisão de ir contra as vontades do filho. Por medo da violência e da inconsequência de muitos motoristas que dirigem embriagados pelas ruas de madrugada, as mães fazem de tudo para proteger seus filhos, mas são vistas como desalmadas. Por que? Pois somos reclamões, olhamos feio para tudo o que não é feito do nosso jeito. Foi isto o que aconteceu com o povo judeu durante os 40 anos no deserto.

 

Em diversos eventos descritos pela Torá podemos perceber que os judeus tinham naturalizado esta péssima característica em seus corações. Apesar das bondades e milagres constantes de D'us, eles reclamavam por causa da comida, por causa da água, por causa do caminho um pouco mais longo, e em diversas situações se rebelavam sem motivo. Nem mesmo os terríveis castigos mandados por D'us eram suficientes para fazer com que as pessoas entendessem o quanto esta característica é nociva. Por não tratarem esta característica negativa eles chegaram ao ponto de realmente acreditar que D'us os havia tirado do Egito, com milagres abertos, quebrando todas as leis da natureza, apenas por maldade, para prejudicá-los no deserto.

 

Quando olhamos os eventos descritos na Torá, enxergamos facilmente os erros do povo judeu e as conseqüências. Mas enxergamos os mesmos erros em nós mesmos? Será que também não somos tão reclamões quanto os judeus do deserto? Será que não sofremos também duras consequências por termos em nossos corações esta terrível característica? Achamos absurda a forma como o povo judeu questionou a bondade de D'us, mas será que não fazemos o mesmo quando acontecem coisas que fogem do nosso controle e entendimento?

 

Na próxima 2a feira de noite é Tishá Be Av, o dia mais triste do ano, no qual nos enlutamos por várias catástrofes que ocorreram com o povo judeu em nossa história. Mas de todas as tragédias, nenhuma se compara à destruição do nosso Beit Hamikdash (Templo Sagrado). Por que ele foi destruído e até hoje, dois mil anos depois, ainda não foi reconstruído? Por causa do ódio gratuito entre os judeus. Se o nosso Beit Hamikdash não foi reconstruído até hoje, é uma prova de que continuamos persistindo no mesmo erro.

 

De onde vem o ódio gratuito? Principalmente de julgarmos sempre os outros para o mal, mesmo sem conhecer as pessoas de verdade. Nos acostumamos a sempre reclamar e exigir nossos direitos, ao invés de focar nos nossos deveres. São cada vez mais comuns passeatas pelos direitos, mas são cada vez menos freqüentes as demonstrações de preocupação verdadeira com o próximo e com os nossos deveres.

 

A Torá nos ensina que não temos direitos, temos deveres, temos obrigações, temos responsabilidades. Somente quando cada um focar mais nos seus próprios erros do que nos erros dos outros estaremos realmente caminhando para um mundo melhor. Um mundo com mais justiça, com mais união, onde o direito de cada um será verdadeiramente respeitado. Somente então mereceremos a reconstrução do nosso Beit Hamikdash.

 

SHABAT SHALOM

 

Rav Efraim Birbojm

 

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Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) do meu querido e saudoso avô, Ben Tzion (Benjamin) ben Shie Z"L, que lutou toda sua vida para manter acesa a luz do judaísmo, principalmente na comunidade judaica de Santos. Que possa ter um merecido descanso eterno.

 

Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) dos meus queridos e saudosos avós, Meir ben Eliezer Baruch Z"L e Shandla bat Hersh Mendel, que nos inspiraram a manter e a amar o judaísmo, não apenas como uma idéia bonita, mas como algo para ser vivido no dia-a-dia. Que possam ter um merecido descanso eterno.

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Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) de: Avraham ben Ytzchak, Joyce bat Ivonne, Feiga bat Guedalia, Chana bat Dov, Kalo (Korin) bat Sinyoru (Eugeni), Leica bat Rivka, Guershon Yossef ben Pinchas; Dovid ben Eliezer, Reizel bat Beile Zelde, Yossef ben Levi, Eliezer ben Mendel, Menachem Mendel ben Myriam, Ytzhak ben Avraham, Mordechai ben Schmuel, Feigue bat Ida, Sara bat Rachel, Perla bat Chana, Moshé (Maurício) ben Leon, Reizel bat Chaya Sarah Breindl; Hylel ben Shmuel; David ben Bentzion Dov, Yacov ben Dvora; Moussa ben Eliahou HaCohen, Naum ben Tube (Tereza); Naum ben Usher Zelig; Laia bat Morkdka Nuchym; Rachel bat Lulu; Yaacov ben Zequie; Moshe Chaim ben Linda; Mordechai ben Avraham; Chaim ben Rachel; Beila bat Yacov; Itzchak ben Abe; Eliezer ben Arieh; Yaacov ben Sara, Mazal bat Dvóra, Pinchas Ben Chaia, Messoda (Mercedes) bat Orovida, Avraham ben Simchá, Bela bat Moshe, Moshe Leib ben Isser, Miriam bat Tzvi, Moises ben Victoria, Adela bat Estrella, Avraham Alberto ben Adela, Judith bat Miriam, Sara bat Efraim, Shirley bat Adolpho, Hunne ben Chaim, Zacharia ben Ytzchak, Aharon bem Chaim, Taube bat Avraham, Yaacok Yehuda ben Schepsl, Dvoire bat Moshé, Shalom ben Messod, Yossef Chaim ben Avraham, Tzvi ben Baruch, Gitl bat Abraham, Akiva ben Mordechai, Refael Mordechai ben Leon (Yehudá), Moshe ben Arie, Chaike bat Itzhak, Viki bat Moshe, Dvora bat Moshé, Chaya Perl bat Ethel, Beila Masha bat Moshe Ela, Sheitl bas Iudl, Boruch Zindel ben Herchel Tzvi, Moshe Ela ben Avraham, Chaia Sara bat Avraham, Ester bat Baruch, Baruch ben Tzvi, Renée bat Itzchak, Menia bat Toube, Avraham ben Yossef.

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(Observação: para Refua Shlema deve ser enviado o nome da mãe, mas para Leilui Nishmat deve ser enviado o nome do pai).