quarta-feira, 15 de setembro de 2021

Mensagem Yom Kipur 5782

VIDUI EM PDF
VÍDEO DE YOM KIPUR
BS"D

MENSAGEM YOM KIPUR 5782
 
Diferente de Rosh Hashaná, que é um dia de Julgamento, Yom Kipur é um dia de Misericórdia Divina, uma das maiores demonstrações do amor de D'us pelo povo judeu. Somos insignificantes perante o Criador e deveríamos passar o dia inteiro agradecendo as Suas bondades, porém acabamos nos desviando e pagamos o bem com o mal. Durante o ano fomos rebeldes, não escutamos o que D'us nos comandou e acabamos tropeçando em várias transgressões, das mais leves às mais pesadas. É difícil continuar a caminhada carregando um pacote tão pesado de transgressões. Por isso, em Sua infinita Misericórdia, D'us nos deu um incrível presente: o dia de Yom Kipur. Neste dia podemos abrir nossos corações e implorar para que D'us nos perdoe pelos nossos erros. Se D'us vê que estamos sendo sinceros, que nos arrependemos, que queremos mudar e futuramente evitar os mesmos erros, então Ele nos perdoa e limpa nossa alma, para que possamos começar o ano mais leves. Isto nos dá a chance de, mesmo após termos "saído da estrada", podermos retomar o nosso caminho de crescimento com o coração completamente purificado.

Parte do processo de Teshuvá (retorno aos caminhos corretos) é o "Vidui", a confissão dos nossos erros. Por isso, deixo em anexo o texto do 
Vidui
, transliterado, traduzido e comentado, para que possamos entender melhor os erros que cometemos e suas consequências. É permitido fazer quantas cópias quiser, inclusive para distribuir a outras pessoas na sinagoga.

Mas não podemos nos esquecer de que não é apenas contra D'us que transgredimos durante o ano. Também erramos muito com as pessoas. Enganamos, roubamos a confiança dos outros, não nos importamos com as dificuldades e sofrimentos das pessoas quando elas mais precisavam, ofendemos, fizemos piadas de mau gosto. Nossos sábios ensinam que, apesar da enorme força de expiação das transgressões que existe em Yom Kipur, ela somente funciona para limpar os erros que cometemos contra D'us. Os erros que cometemos contra o próximo não são perdoados por D'us até que sejamos perdoados pela pessoa com quem erramos. Por isso, a Halachá (Lei Judaica) nos ensina que é necessário apaziguar a pessoa que machucamos, prejudicamos ou magoamos através de um sincero pedido de perdão.

Para entender o quão graves são os erros que cometemos contra as pessoas, é só perceber que D'us, quando nos entregou os 10 Mandamentos, utilizou duas Tábuas, justamente para que em uma Tábua estivessem os Mandamentos entre o homem e D'us, enquanto na outra Tábua estivessem os Mandamentos entre o homem e seu semelhante. Desta maneira, D'us estava nos transmitindo que, aos Seus olhos, as duas Tábuas têm o mesmo valor e transgredi-las é igualmente grave. 

Portanto, gostaria de aproveitar a oportunidade para pedir perdão a qualquer um de vocês, leitores do "Shabat Shalom M@il", tanto aqueles que eu conheço pessoalmente quanto aqueles cujo meu único contato é através dos e-mails semanais, por qualquer atitude que possa ter ofendido ou magoado, ou por ter causado qualquer tipo de tristeza. Tanto os erros intencionais quanto os não intencionais, tanto os erros que eu me lembro quanto aqueles que eu já me esqueci, de todos eles eu me arrependo profundamente e espero que vocês me perdoem. De acordo com a Halachá, não é suficiente mandar uma mensagem para nossos conhecidos dizendo "Desculpe por qualquer coisa". Por isso, peço por favor que, caso alguém realmente tenha alguma mágoa, por favor me escreva para que eu possa pedir perdão pessoalmente.

Existe uma incrível fórmula para sermos perdoados em Yom Kipur: "Todo aquele que passa por cima da sua honra e perdoa a alguém que lhe fez mal, D'us passa por cima de todas as suas transgressões e o perdoa". Portanto, eu perdoo de todo o coração a qualquer um que possa ter feito algum mal para mim, intencionalmente ou não intencionalmente.

Que possamos ter um ano doce, com muita saúde, crescimento espiritual, paz e respeito ao próximo. Que possamos ter paz dentro do povo judeu, que possamos voltar a ser um povo unido, um povo que ama ao próximo como a si mesmo, para que tenhamos o mérito da vinda imediata do Mashiach, a reconstrução do nosso Beit Hamikdash e que possamos receber todas as Brachót que D'us, há mais de 2 mil anos, aguarda para nos mandar.


"A QUEM FIZ MAL, PEÇO PERDÃO
A QUEM EU AJUDEI, QUERIA TER FEITO MAIS
A QUEM ME AJUDOU, AGRADEÇO DE CORAÇÃO"

 
Shaná Tová e Gmar Chatimá Tová

Com carinho,
R' Efraim Birbojm
 






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sexta-feira, 10 de setembro de 2021

NÃO DEIXE A TRANSGRESSÃO GRUDAR - SHABAT SHALOM M@IL - PARASHÁ VAYELECH E YOM KIPUR 5782


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NÃO DEIXE A TRANSGRESSÃO GRUDAR - PARASHÁ VAYELECH E YOM KIPUR 5782 (10/set/2021)

 
Nas corridas de Fórmula Indy, há um carro chamado "pace car" (carro-madrinha), que entra na pista quando ocorre um acidente. Neste momento, os pilotos formam uma fila indiana, mantendo a colocação em que se encontravam antes do acidente. Porém, os tempos de distância entre os carros é anulado. De nada adianta se o primeiro colocado estava quase uma volta à frente do segundo colocado. O "pace car" dá algumas voltas, seguido pelos outros carros, enquanto aguardam a limpeza da pista. Após a pista ser liberada, o "pace car" sai e a corrida é reiniciada.
 
O que acontece no decorrer da corrida? A diferença que havia entre os carros normalmente volta a surgir, mais ou menos na mesma proporção de antes. No entanto, há pilotos que conseguem corrigir seus erros e realizam uma ótima corrida, melhorando muito suas posições.

Em Yom Kipur ocorre algo semelhante. É dada a oportunidade de consertarmos os nossos erros. Nossos Sábios dizem que quem realmente se arrepende dos erros cometidos e perde perdão se iguala, em parte, à um Tzadik. Se a pessoa passou o ano inteiro cometendo transgressões e, na época de Yom Kipur fez uma Teshuvá sincera, todos seus pecados são perdoados. Um Tzadik, que também tenha feito Teshuvá pelas suas poucas transgressões, também é perdoado. Os dois ficam "zerados", sem pecados.

No entanto, se no decorrer do ano esta mesma pessoa voltar a transgredir e mostrar que não fez uma Teshuvá sincera, voltará novamente para o final da fila, longe do Tzadik que estava tão perto.

Nesta semana lemos a Parashá Vayelech (literalmente "E foi"), que traz o último discurso de Moshé diante do povo judeu, no dia de sua morte, quando ele completou 120 anos. Moshé garantiu ao povo que, da mesma forma que eles haviam feito transgressões no deserto, se rebelando contra D'us, isto se repetiria muitas vezes durante nossa história. Então como o povo judeu pôde sobreviver acumulando tantas transgressões? E, em nossas vidas, como não desistir depois de passar um ano cometendo tantos erros?
 
A resposta está na próxima parada do Calendário Judaico, Yom Kipur, o Dia do Perdão, que começamos a reviver na próxima 4ª feira de noite (15 de setembro). Uma única vez no ano todos os nossos pecados podem ser limpos, como está escrito: "Pois neste dia Ele providenciará expiação para você, para te purificar. Diante de D'us, você será purificado de todos as suas transgressões" (Vaykira 16:30). Nesse dia, na época do Templo Sagrado, eram lançados sorteios sobre dois bodes idênticos. Um deles era oferecido como sacrifício para D'us, enquanto o outro era enviado para as colinas e empurrado de um penhasco, para Azazel. Mas esta cerimônia precisa de alguns esclarecimentos. O que representavam os dois bodes? E o que representava jogar um bode para Azazel?
 
Para obter uma visão mais profunda do que acontecia, antes precisamos ter uma compreensão adequada de como o perdão funciona. O Midrash, ao explicar como funciona o perdão do Yom Kipur, traz uma parábola interessante. Uma pessoa cabeluda, com muitos cachos, e uma pessoa careca, estavam ao lado de um silo no momento em que soprou um forte vento, carregando muita palha. Quando a palha caiu sobre o sujeito cabeludo, ela grudou firmemente em seu cabelo, ao passo que, quando caiu sobre a cabeça do careca, ele apenas precisou passar a mão para que a palha se soltasse da cabeça dele.
 
Os dois personagens representados no Midrash são Essav e Yaacov. A Torá descreve Essav como uma pessoa que tinha muitos pelos, enquanto Yaacov é descrito como uma pessoa lisa. Essav, o perverso, se torna imundo o ano todo, pois as transgressões "grudam" nele e, portanto, ele não tem como expiar seus pecados. Yaakov, o Tzadik, é representado pela pessoa "lisa". A palha representa a sujeira espiritual que vem com a transgressão. Yom Kipur pode lavar tudo, contanto que a pessoa não tenha muitos "pelos" que prendam as transgressões. Yaakov, que era um homem liso, foi capaz de limpar seus pecados. Para ele e seus descendentes, Yom Kipur funciona como limpeza de seus erros. Já Essav e seus descendentes, que tinham muitos pelos, não puderam se limpar de suas transgressões.
 
Outro ponto interessante é que Rabi Akiva é apontado como o arqui-inimigo de Essav. Mas qual era a conexão entre eles? Rabi Akiva veio de uma família de convertidos. Alguns comentaristas dizem que ele era descendente de Essav, mas conseguiu superar seu estilo de vida decadente. O Arizal explica que quando Yaakov "agarrou o calcanhar de Essav" no caminho para fora do útero, ele agarrou a alma de Rabi Akiva que estava lá no calcanhar de Essav e levou aquela alma para o seu lado.

A palha também representa pecados e vanidades. Ela é usada pelo Zohar para descrever as coisas negativas neste mundo. Para fingir que era Tzadik, Essav perguntava ao pai: "Como posso tirar Maasser (dízimo) da palha?", mesmo sabendo que estamos isentos de tirar Maasser da palha. A razão pela qual não se tira o Maasser da palha é porque ela não pode ser santificada, já que representa as coisas no mundo que devemos nos distanciar espiritualmente. Essav queria mostrar ao pai que tinha a habilidade de trazer coisas mundanas e vãs para um contexto sagrado. Porém, era apenas uma trapaça para enganar seu pai. Por outro lado, Rabi Akiva e sua esposa Rachel viviam imersos em pobreza, dormindo sobre um monte de palha. O Talmud (Nedarim 50a) nos revela que Rabi Akiva retirava a palha do cabelo de sua esposa. A palha representa as coisas supérfluas, e o cabelo representa a parte que mais se apega às vanidades. Rabi Akiva removeu tudo isso, enquanto Essav as abraçou.
 
Há uma razão pela qual foi Rabi Akiva quem encontrou a missão de sua vida em ser o oposto de Essav, e dedicar sua vida a "tirar palha do cabelo". Rabi Akiva começou como um homem simples, longe de ser um Tzadik. Ao contrário. Ele afirmava que não queria apenas morder qualquer estudioso da Torá que pudesse encontrar, mas que ele queria mordê-los como um burro, cuja mordida é tão forte que quebra ossos. Essav também tentou morder Yaakov, aquele que se sentava e estudava Torá. Rabi Akiva começou como uma pessoa parecida com Essav, ele também sentia ódio pelos estudiosos da Torá. Mas ele acabou se tornando maior do que todos os sábios. Ele era a essência do Baal Teshuvá, a pessoa que despertou e, ao descobriu para que estava realmente neste mundo, aproveitou ao máximo o tempo que lhe restava. Nossos sábios nos dizem que quando D'us mostrou a Moshé uma palestra do Rabi Akiva, ele não conseguiu entender. Havia coisas que não foram reveladas a Moshé, mas que foram reveladas a Rabi Akiva. Como ensina o Talmud (Brachót 34b), o nível que um Baal Teshuvá pode chegar é maior do que o de um Tzadik. Moshé era um Tzadik Gamur, um homem perfeitamente justo desde sua juventude, e ele simplesmente não conseguia se conectar ao nível que Rabi Akiva havia alcançado.
 
Os dois bodes de Yom Kipur são chamadas "seirim", que literalmente significa "peludos". Os bodes de Yom Kipur nos ensinam que o destino do povo judeu é para D'us, e que as coisas negativas podem ser enviadas para Azazel. Quando Yaakov voltou para casa, ele enviou para Essav muitos animais, para acalmá-lo. Entre eles foram enviados 20 bodes. Ele fez isso para compensar os 20 anos em que esteve na casa de Lavan e não teve como enviar o bode de Yom Kipur para Azazel. Pois enviar a cabra para Azazel é realmente enviá-la para Essav.
 
A cada Yom Kipur afirmamos que somos pessoas inerentemente boas. Somos como o homem liso, sem pelos, em quem nada pode grudar. De acordo com o Midrash, o próprio nome "Essav" está associado com a palavra "Shav", que significa "Vanidade". Essav escolheu as luxúrias e vanidades deste mundo, escolheu se identificar com o mal. Ele é chamado de "pessoa com muitos pelos" pois optou por não arrancar os fios de palha, como fez Rabi Akiva, mas sim manter aqueles pedaços de palha presos em seus pelos. Nós enviamos nossas transgressões para Azazel, onde talvez elas encontrem um lugar para ficar, e ficamos limpos das transgressões que cometemos.
 
Explica o Rav Elchanan Shoff que a principal mensagem de Yom Kipur é que, como somos descendentes de Yaacov, nada se gruda à nossa alma, não importa o quanto a pessoa tenha transgredido. Enquanto a pessoa for espiritualmente "lisa", ela pode superar qualquer coisa, como aprendemos com o Rabi Akiva. Ele era a raiz da Torá Oral, da mesma forma que Moshé era a raiz da Torá Escrita. A Torá escrita é sobre a revelação de D'us, enquanto a Torá Oral é sobre nosso esforço e energia. É nossa chance de "dialogar" com D'us. É isso o que Rabi Akiva personifica e trouxe ao mundo.
 
A Guematria de "HaSatan", que é o anjo da guarda de Essav, é 364. Isto significa que ele tem controle sobre nós 364 dias no ano. Mas há um dia no qual estamos imunes a ele. Esse dia é Yom Kipur. É o dia em que nos lembramos que aquele homem com muitos pelos pode ser nosso irmão gêmeo, mas é completamente diferente de nós. Os dois bodes são parecidos por fora, mas não há nada mais diferente no mundo do que aqueles dois bodes, um que vai para D'us e outro que vai para Azazel. Yom Kipur nos recorda que nossa essência é pura e única, e era isso que Rabi Akiva representava.
 
Assim nos ensina o Talmud (Yoma 85b) "Disse Rabi Akiva: 'Quão afortunado você é Israel. Diante de Quem você se torna puro e Quem o purifica? Seu Pai Celestial. Assim como um Mikve purifica o impuro, Hashem purifica Israel'". A própria história de Rabi Akiva nos ensina que não importa o que alguém tenha feito de errado, sua essência permanece pura, e tudo o que ele tem a fazer é limpar qualquer palha que tenha caído em sua alma "lisa", e ela ficará limpa mais uma vez.
 

Que sejamos selados no Livro da Vida
 
SHABAT SHALOM E SHANÁ TOVÁ

 

R' Efraim Birbojm

Este E-mail é dedicado à Refua Shlema (pronta recuperação) de: Chana bat Rachel, Pessach ben Sima.
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Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) dos meus queridos e saudosos avós, Meir ben Eliezer Baruch Z"L e Shandla bat Hersh Mendel Z"L, que nos inspiraram a manter e a amar o judaísmo, não apenas como uma idéia bonita, mas como algo para ser vivido no dia-a-dia. Que possam ter um merecido descanso eterno.
 
Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) de minha querida e saudosa tia, Léa bat Meir Z"L. Que possa ter um merecido descanso eterno.
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domingo, 5 de setembro de 2021

MENSAGEM SHANÁ TOVÁ 5782

BS"D

MENSAGEM SHANÁ TOVÁ 5782
 
Baruch Hashem, temos diante de nós a incrível alegria de chegarmos ao fim de mais um ano. Se estamos lendo este texto, temos infinitos motivos para comemorar. Em primeiro lugar, estamos vivos. Em segundo lugar, estamos lutando e vencendo as dificuldades. Novamente não foi um ano fácil. Perda de parentes queridos e amigos, e o constante medo de uma doença que até agora não conseguimos entender. Mas para ilustrar como devemos lidar com este momento, encontrei uma linda história que gostaria de compartilhar:

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"Um famoso escritor estava em sua sala de estudo. Pegou a caneta e começou a escrever:

'No ano passado precisei fazer uma cirurgia para a retirada da vesícula biliar. Tive que ficar de cama por um bom tempo. Nesse mesmo ano, cheguei à idade de 60 anos e tive que renunciar ao meu trabalho favorito. Havia permanecido 30 anos naquele editorial. No mesmo ano, experimentei a dor pela morte de meu pai e meu filho fracassou em seu exame médico porque teve um acidente de automóvel e ficou hospitalizado por vários dias. A destruição do carro foi outra perda'.
 
Ao final, ele escreveu: "FOI UM ANO MUITO RUIM!"

Quando a esposa do escritor entrou na sala, o encontrou triste em meio aos seus pensamentos. Por trás dele, leu o que estava escrito no papel. Saiu da sala em silêncio e, algum tempo depois, voltou com outro papel, que colocou ao lado do papel do seu marido. Quando o escritor viu o papel, encontrou escrito o seguinte:

'No ano passado finalmente me desfiz de minha vesícula biliar, depois de passar anos com dor. Completei 60 anos com boa saúde e me retirei do meu trabalho. Agora posso utilizar meu tempo para escrever com maior paz e tranquilidade. No mesmo ano, meu pai, com a idade de 95 anos, sem depender de nada e sem nenhuma condição crítica, conheceu seu Criador. No mesmo ano, D'us abençoou o meu filho com uma nova oportunidade de vida. Meu carro foi destruído, mas meu filho ficou vivo sem nenhuma sequela'.

Ao final, ela escreveu: "ESSE ANO FOI UMA GRANDE BENÇÃO"

Eram os mesmos acontecimentos, mas com pontos de vista diferentes. Se refletirmos bem, temos inúmeras razões para ser gratos a D'us. Não é a FELICIDADE que nos torna GRATOS, mas, sim, a GRATIDÃO que nos faz FELIZES! Sempre há algo para agradecer! Você escolhe como escrever sua história!"

 
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Mais um ciclo que se fecha em nossas vidas. Um ano cheio de mudanças e aprendizados. A vida nos dá a incrível oportunidade de aprendermos sempre, com as boas notícias e com as dificuldades, com as alegrias e com as decepções, com as conquistas e com os fracassos. Em especial, nosso maior aprendizado neste ano foi o quanto precisamos confiar em D'us e enxergar Sua mão em cada pequeno detalhe do que ocorre. Nem sempre enxergamos imediatamente, mas se prestarmos atenção, ao menos podemos sentir que é Ele que está direcionando nossas vidas, e isto é suficiente para que possamos ficar tranquilos. A confiança em D'us espanta sentimentos negativos como o medo, a angústia, a preocupação e a tristeza.
 
Muitas vezes as bondades de D'us vêm escondidas, vêm de maneira que precisamos refletir para percebê-las. Por isso, desejamos "Shaná Tová Umetuká", isto é, que o ano não seja apenas bom, mas que também possamos perceber as infinitas bondades de D'us em nossas vidas e que possamos sentir a doçura da Sua bondade. Muitas vezes isto não ocorre naturalmente. É necessário refletir, perceber, procurar.
 
Apesar das dificuldades, precisamos enxergar as infinitas bondades que recebemos durante o ano, começando pelo simples ato de podermos abrir os olhos a cada manhã, por cada respiração, por cada batimento do nosso coração. Que presente maravilhoso é poder acordar todos os dias de manhã e enxergar as maravilhas do mundo, ou poder levantar da cama e caminhar com as nossas próprias pernas. Quanto vale ter saúde? Quanto vale ter uma família e amigos? Somos milionários! O simples fato de estarmos vivos por si só já vale o agradecimento e o reconhecimento a D'us.
 
Além de agradecer imensamente a D'us por todas as oportunidades que Ele mandou neste ano, tenho muito a agradecer a vocês, leitores do Shabat Shalom M@il. Sinto o quanto este e-mail já virou parte central da minha vida, uma fonte de muito aprendizado. Uma incrível oportunidade de aprender e poder transmitir deliciosos ensinamentos de Torá. Me alegra muito poder dividir com vocês a sabedoria da Torá, que nos preenche e ilumina o nosso caminho em um mundo com cada vez mais escuridão espiritual.
 
Aproveito a oportunidade para agradecer por todo o apoio, pelos elogios, incentivos e sugestões que recebi durante o ano. É gratificante escutar pessoas que compartilham estes ensinamentos nas Seudót de Shabat. Esta alegria, de poder estar dando uma pequena contribuição para que os ensinamentos da Torá possam ser passados para as futuras gerações. Espero que os ensinamentos que compartilhei durante o ano possam ter ajudado todos a melhorarem e crescerem espiritualmente, da mesma maneira que certamente me ajudaram.
 
Agradeço a cada um dos leitores, por serem a minha fonte de inspiração e motivação para continuar este trabalho. Agradeço à minha esposa e filhos, pela alegria que me trazem e por abrirem mão do tempo que eu dedico para escrever o Shabat Shalom M@il. Agradeço aos meus pais, por toda a dedicação, pelo amor que recebi, pela excelente educação que me deram e pelos valores que me transmitiram. E, acima de tudo, agradeço a D'us, pela bondade infinita de ter me colocado em um caminho de Torá e Mitzvót e pela força que Ele me dá todos os instantes.
 
Que possamos aproveitar estes últimos dias do ano para aumentar ainda mais os nossos méritos. Como estamos todos de coração mais aberto, é hora de reconstruir relacionamentos abalados e pedir perdão àqueles que possamos ter magoado. Nestes últimos dias do ano abrem-se os portões da Misericórdia de D'us e recebemos uma ajuda especial para o nosso crescimento espiritual.
 
Aproveito a oportunidade para pedir perdão a qualquer um que possa ter se sentido ofendido pelas mensagens que eu enviei ou por alguma atitude que eu tenha tomado. Se alguém tiver alguma mágoa ou reclamação, por favor, me avise para que eu possa pedir perdão pessoalmente. Também perdoo de coração a qualquer um que possa ter me causado sofrimentos.
 
Que possamos ser inscritos no Livro da Vida, com muita saúde, sustento, alegrias, paz e espiritualidade. E que neste ano de 5782 possamos continuar nos encontrando, semanalmente, neste incrível mundo dos conhecimentos da Torá.
 
SHANÁ TOVÁ UMETUKÁ, KETIVÁ VE CHATIMÁ TOVÁ
 
Com muito carinho,
 
R' Efraim Birbojm






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quinta-feira, 2 de setembro de 2021

MEDO QUE MOVIMENTA - SHABAT SHALOM M@IL - PARASHÁ NITZAVIM E ROSH HASHANÁ 5782

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MEDO QUE MOVIMENTA - PARASHÁ NITZAVIM E ROSH HASHANÁ 5782 (03 de setembro de 2021)

 
Rivka era medrosa por natureza e tinha mais temores e apreensões que uma pessoa comum. Ela tinha somente uma filha, Sara. Quando a menina cresceu um pouco, Rivka estava hesitante em colocá-la em uma escola distante de casa, que requereria o uso diário de ônibus. Vários pensamentos passavam por sua cabeça, como um atentado terrorista, acidentes na estrada ou o medo que Sara perdesse o ônibus e ficasse sozinha na rua. Tudo isso fez com que ela matriculasse sua filha em uma escola perto de casa, para a qual pudesse ir a pé.
 
Nas primeiras séries estava tudo bem, até o momento em que a família se mudou para os arredores da cidade de Bnei Brak. A única escola que Sara poderia ir a pé era religiosa. A mãe sabia que poderiam surgir problemas, já que eles não eram religiosos. Entretanto, ela achou que poderia lidar com as questões que surgissem. E realmente as coisas estavam indo bem, até que, em uma sexta-feira, a garota de nove anos voltou entusiasmada da escola, dizendo que a professora havia ensinado a Brachá das velas de Shabat para as meninas.
 
- É muito bonito - disse a mãe - porém, você sabe que nós não acendemos velas de Shabat.
 
- Eu não entendo - reclamou Sara - minha professora disse que todo mundo acende velas de Shabat. Por que nós não acendemos?
 
- Nós não acendemos velas de Shabat - disse a mãe - mas veja o lado positivo. Nós acendemos velas em Yom Haatzmaut (dia da independência), em memória dos soldados que morreram lutando por nossa terra.
 
A menina deixou o quarto desapontada. A professora e suas colegas pareciam tão felizes em relação ao acendimento das velas de Shabat! Ela decidiu fazer algo com suas próprias mãos. Foi até a mercearia local e pediu duas velas de Shabat para o dono. Como o homem sabia que a família dela nunca havia comprado velas de Shabat anteriormente, ele achou que a garota não havia entendido corretamente o pedido da sua mãe, e deu a ela as velas que ele achou que ela havia pedido: duas velas de Yurtzait (aniversário de falecimento).
 
Naquela noite, após seus pais chegarem em casa, sua mãe chamou-a para o jantar. Sara, que estava ocupada no seu quarto, não respondeu ao chamado. Após chamar repetidas vezes, a mãe e o pai foram até o quarto dela, onde a encontraram sentada em sua escrivaninha, contemplando as duas velas de Yurtzait acesas.
 
- O que são essas velas? - exclamou a mãe, assustada.
 
As velas de Yurtzait a arrepiaram. Ela recordou-se de sua própria mãe, muitos anos antes, acendendo duas velas de Yurtzait para os pais falecidos. Ela se lembrou das lágrimas de saudade e do orgulho que acompanhavam o ritual. Sara levantou-se, desconfortável por ter sido descoberta. Olhou para as velas e depois para os pais. E então ela abriu um sorriso e disse as palavras que fizeram os pais desabar:
 
- Uma é para você, pai. E a outra é para você, mãe.
 
Sara quis dizer que ela queria compartilhar a Mitzvá das velas de Shabat com os pais. Porém, os pais entenderam a mensagem de forma bem diferente: uma vela de Yurtzait para o pai, que estava morto como judeu, e outra para a mãe, que havia matado toda a beleza do judaísmo com seu estilo de vida "moderno". Essas velas fizeram os pais "enxergarem a luz". Naquele momento eles decidiram retornar para os caminhos da Torá. E, daquela semana em diante, o pai providenciou velas de Shabat para todos os moradores do edifício.

Estamos chegando a um dos momentos mais importantes do nosso calendário: Rosh Hashaná, o Ano Novo judaico. Apesar de ser um dia de festa, no qual nos vestimos com roupas bonitas e fazemos refeições festivas, Rosh Hashaná é também um dia de muita apreensão, pois é "Yom HaDin" (Dia do Julgamento). D'us julga cada um de nós, como todos os detalhes dos atos e pensamentos que fizemos durante o ano, definindo desta maneira se somos Tzadikim ou Reshaim, e se seremos inscritos no Livro da Vida ou da Morte.
 
Rosh Hashaná também é o dia da criação de Adam, o primeiro ser humano. É, portanto, o "aniversário" de todos os seres humanos. E qual é o "presente" que recebemos neste dia especial? Um julgamento, no qual podemos ser inscritos no Livro da Vida ou da Morte! Este é o presente que esperaríamos receber? Por que D'us é tão duro conosco justamente no dia da nossa criação?
 
Além disso, sabemos que, após sairmos deste mundo, passaremos por um julgamento, no qual todos os atos da nossa vida serão levados em consideração no nosso veredicto. Então qual é a necessidade de um julgamento anual, se haverá de qualquer maneira um julgamento final?
 
Finalmente, se Rosh Hashaná também é um Chag, um dia festivo, por que não fazemos Halel, os cânticos de louvor, na nossa Tefilá, como em Pessach, Shavuót e Sucót?
 
Explicam nossos sábios que como em Rosh Hashaná tudo é decidido, sentimos muito medo. Como vamos cantar o Halel com alegria quando os Livros da vida e da Morte estão abertos diante de nós? E sabemos que não é um julgamento qualquer. Quando o juiz é de carne e osso, é possível subornar, enganar ou dar um "jeitinho" através de pessoas influentes. Mas em Rosh Hashaná o Juiz é D'us. Ele não aceita suborno e vê tudo, até mesmos as nossas intenções. Não há como enganar ou distorcer a realidade. Por isso sentimos tanto medo.
 
A verdade é que ninguém gosta de sentir medo. E, para não sentir medo, muitos preferem não refletir sobre o Dia do Julgamento. Pior ainda, alguns preferem viver imersos em uma ilusão e pensar: "D'us é bonzinho, não vai acontecer nada". Será que é muito errado pensar desta maneira?
 
A resposta está na Parashá desta semana, Nitzavim (literalmente "parados"). Moshé novamente advertiu o povo judeu em relação aos perigos espirituais que eles enfrentariam ao entrar na Terra de Israel, em especial o perigo de se conectarem às idolatrias dos habitantes locais. Estas advertências de Moshé vieram depois de ele ter enumerado as 98 maldições que recairiam sobre o povo caso se desviasse dos caminhos de D'us. Qualquer pessoa normal teria medo de fazer transgressões ao escutar palavras tão temerosas. Mas assim Moshé diz que pode acontecer no coração das pessoas: "E será, quando ele ouvir as palavras deste juramento, que ele se abençoará em seu coração, dizendo: 'Eu terei paz, mesmo se eu seguir os desejos do meu coração'... Este, D'us não perdoará" (Devarim 29:18,19).
 
Isto quer dizer que não se preocupar com nossas atitudes é irresponsabilidade. Realmente D'us é bondoso, mas temos que saber que cada ato tem consequências. Infelizmente muitas pessoas vivem como se nada fosse acontecer. De acordo com o Zohar, as pessoas vivem no mundo pensando que vão ficar aqui para sempre. Racionalmente nós sabemos que não é assim, mas emocionalmente vivemos desta maneira. Como mudar?
 
Este é um dos principais efeitos do Shofar sobre o nosso coração. O toque do Shofar despertar o temor. Antigamente o Shofar era usado para advertir as pessoas de que algo estava acontecendo, como uma invasão de um povo inimigo ou alguma tragédia. O som do Shofar, portanto, quebra a nossa inércia e nos desperta da nossa sonolência. O medo que o som do Shofar nos causa é o responsável pelo nosso despertar. O próprio nome "Shofar" vem da mesma raiz de "Leshaper", que significa "melhorar".
 
Portanto, apesar de não gostarmos de sentir medo, aprendemos que ele é extremamente importante para o nosso crescimento. Porém, é importante saber que existem dois tipos de medo. Há um medo que paralisa, como a pessoa que fica parada no meio da rua, completamente sem reação, ao ver um carro vindo em sua direção. Esse medo é negativo, pois o correto seria a pessoa se mover para salvar sua vida, não ficar parado. Mas há um medo que dá bons frutos e se torna, portanto, uma ferramenta para melhorar. Esse é o medo que D'us espera de nós. O medo que tem frutos é aquele que ajuda a pessoa a querer mudar, melhorar e se mover na vida.
 
O julgamento de Rosh Hashaná causa este medo positivo, pois nos desperta. É por isso que D'us faz vários julgamentos antes do Julgamento Final, pois o medo faz com que cada ano possamos melhorar um pouco, e assim o Julgamento Final não fica tão pesado. O temor causa na pessoa a vontade de fugir. Fugir de que? Do julgamento. Mas fugir para onde? Para se abrigar com D'us. Desta maneira, o temor nos ajuda em nossa volta aos caminhos corretos, caminhos de onde nunca deveríamos ter saído.
 
Desta forma podemos entender por que D'us nos deu um julgamento de vida e morte como "presente de aniversário". O fato de passarmos por um julgamento nos eleva, nos acorda da nossa sonolência. Esta época do ano costuma ser uma época de crescimento, de receber sobre si novas responsabilidades, de consertar nossos erros. E por mais que seja difícil levar para o ano inteiro esta inspiração, certamente saímos pessoas melhores. A chacoalhada que recebemos em Rosh Hashaná traz bons frutos. Não havia presente melhor que D'us poderia nos dar. Um presente que vale para este mundo e para o Mundo Vindouro.
 

Que sejamos inscritos e selados no Livro da Vida
 
SHABAT SHALOM E SHANÁ TOVÁ

 

R' Efraim Birbojm

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Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) dos meus queridos e saudosos avós, Meir ben Eliezer Baruch Z"L e Shandla bat Hersh Mendel Z"L, que nos inspiraram a manter e a amar o judaísmo, não apenas como uma idéia bonita, mas como algo para ser vivido no dia-a-dia. Que possam ter um merecido descanso eterno.
 
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